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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

07
Jun17

Por Treze Razões | +Televisão

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No passado mês de março, a gloriosa Netflix estreou uma série que muita tinta fez correr pelos jornais, sites, blogs e afins. Na altura, todos eram aqueles que falavam do grande sucesso que foi a série “POR TREZE RAZÕES”, que é inspirada num livro com o mesmo nome, escrito pelo Jay Asher. Também eu estive tentado em falar sobre a série, mas resolvi dar um tempo. Preferi não alimentar as muitas polémicas que circulavam pela net, polémicas essas sem sentido, onde muitos alegavam que a série/livro, incentivavam os jovens a suicidarem-se. Eu vi a série, adorei a série, chorei horrores por causa dela, mas acreditem, em nenhum momento a série incentivou-me a cometer tal loucura. Bem! Para falar a verdade eu já não sou propriamente um jovem. Já sou crescido, que em tempos, tempos que já lá vão, sim, eu tentei suicidar-me, mas nunca por causa de uma série, filme, livro, jogo ou algo parecido. As razões foram outras, mas agora isso também não interessa. Quem acompanha o meu blog desde o inicio, sabe que eu já tentei suicidar-me, mas isso fica uma história para um outro artigo. Agora, vou limitar-me a falar da série.

 

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Confesso que quando vi o trailer da série pela primeira vez, não fiquei muito impressionado. Já tinha uma lista tão grande de séries para começar a ver e acabar de ver, que achei logo que não tinha mais espaço no meu limitado tempo, para dedicar-me a uma nova série de adolescentes. Mas num belo dia, quando não tinha vontade de fazer e nem de ver nada, resolvi ver o primeiro episódio e aí sim, fiquei logo fascinado por ela. Fiquei maravilhado com a história da Hannah Baker e talvez não devia dizer isso, pois o jovem só tem 21 aninhos, mas fiquei apaixonado pelo ator Dylan Minnette, que na série interpreta (e muito bem!) o jovem Clay. Sim! O primeiro episódio foi o suficiente para eu não conseguir mais largar a série e por isso, em menos de uma semana, devorei os 13 episódios da série, só para tentar perceber, quais os motivos que levaram uma rapariga aparentemente normal, popular, querida pelos pais e amigos, a suicidar-se. Consumi cada episódio sempre com o coração apertado e com receio de chegar ao último episódio e assistir ao momento que para mim, eu sabia de antemão, que iria ser o mais doloroso de todos. E não estava errado. Já sabia que o choque ia ser tão grande, que de forma a não presenciar o pior, quando cheguei ao penúltimo episódio, decidi que teria que fazer uma pausa. Achei que não estava preparado para ver a cena final e por isso, meti na cabeça de que primeiro iria comprar o livro, depois iria lê-lo do principio ao fim e então, quando achasse que já não iria ser surpreendido (pois eu odeio surpresas), aí sim, iria assistir ao último episódio da série, mas… se há coisa que eu não sou é medricas. As vezes pode não parecer, mas eu sou forte, sou corajoso e não fazia sentido nenhum, deixar para trás o último episódio. Respirei fundo e assisti ao capítulo final e sim, foi como se alguém tivesse arrancado o meu coração de dentro de mim. Os minutos finais da Hannah Baker foram dolorosos, fizeram-me chorar sem parar. Fui obrigado a fazer uma pausa na série para recompor-me do choro, mas lá consegui ver tudo até ao fim e no final, adorei toda a série. Maravilhosa!!

 

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Desde a história, aos personagens, passando pelas interpretações dos atores, tudo na série foi excelente. E mais excelente ainda é o facto de a série ter sido renovava para uma segunda temporada. Não sei como é que eles irão dar continuidade a série, agora que a personagem principal resolveu suicidar-se, mas é fundamental saber o que vai acontecer aos restantes jovens da série. Muita coisa ficou em aberto, muita coisa ficou por esclarecer e agora, não vejo a hora da série voltar.

 

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Entretanto, para conseguir matar saudades da Hanna, do Clay, do Tony, do Justin e de tantos outros personagens, já comprei o livro que deu origem à série e assim que possível, quando já tiver recomposto do choque, irei pegar no livro e lê-lo com a mesma paixão que tive, quando assisti à série pelo Netflix.

 

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E eu agora pergunto, quantos aqui já tiveram a oportunidade de ver a série ou ler o livro? O que acharam? Será que ela foi tão comovente para vocês, como foi para mim??

27
Mar17

Please Like Me (nova temporada) | +Televisão

Eu já aqui falei desta série, mas não consegui resistir em voltar a falar dela. É que a 4ª Temporada da série “PLEASE LIKE ME”, está já disponível no Netflix e se tu, fores como eu, que amou, adorou esta série australiana, então não vais querer perder esta novidade.

 

Apesar da série pedir por favor para gostarmos dela, a verdade é que nem é preciso pedirem. Do primeiro ao último momento está série cativou-me e acho incrível a capacidade que esta série tem de nos fazer rir, mas rir às gargalhadas e bem sonoras, para depois, no momento a seguir, fazer-nos chorar. Chorar que nem um bebe. A chorar com um enorme aperto no coração. Esta quarta temporada, com apenas seis episódios deixou-me assim, com um enorme aperto no coração. O final desta temporada foi como se eu tivesse levado um murro no estômago, pois já mais esperava que acontecesse o que veio a acontecer. E eu odeio surpresas! Odeio ser apanhado de surpresa! Quem me dera a mim ter sabido de antemão, o que vinha por aí mas… Enfim! Não vou para aqui atirar spoilers mas mais uma vez, recomendo vivamente o visionamento desta grande série. Infelizmente são poucos episódios, eles são sempre curtos, mas são sempre uma preciosidade. É impossível não gostar! A esta série eu dou vários ‘likes’ e apesar de achar que não irá haver uma quinta temporada, eu adorava que esta série nunca chegasse ao fim.

 

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E vocês?! Têm séries que amam de paixão? Que gostariam que nunca chegasse ao fim? Partilhem comigo as vossas paixões televisivas, pois eu estou sempre aberto a novas sugestões.

20
Mar17

Os Super-Heróis da Netflix

Os super-heróis estão na moda! Para falar a verdade eu acho que sempre estiveram na moda, mas agora, seja no cinema ou na televisão, eles estão cada vez mais presentes na nossa vida, fazendo a alegria de muita gente. E seja do universo MARVEL ou DC, o que não tem faltado por aí, são mesmo séries e filmes que todos os anos estão a surgir e vão continuar a surgir pelo menos até ao ano 2020. Por isso até lá, muita coisa nova ainda vai surgir. E se é para falar em novidade, os mais atentos a todo este universo dos super-heróis, já devem ter reparado que na passada sexta-feira, estreou no Netflix, mais uma série de super-heróis da Marvel. Poi é! A Netflix tem apostado forte em séries com personagens da Marvel, personagens que eu desconhecia por completo, pois nunca fui fã das bandas desenhadas, mas que agora, tenho adorado essas séries e esses personagens pouco conhecidos. Começou pelo “DAREDEVIL” e agora, a novidade é o “IRON FIST”, série que eu tenho acompanhado e é bem provável que até ao momento de ser publicado este artigo, eu já tenha visto todos os episódios da série. Mas antes mesmo de falar do “Iron Fist”, vou aqui falar das séries anteriores. Falar um pouco apenas para dar a minha breve opinião sobre essas séries de sucesso da Netflix, onde muita coisa nova ainda está para surgir.

 

JESSICA JONES (1 temporada – 13 episódios)

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Não foi a primeira série de super-heróis a estrear na Netflix, mas foi o meu primeiro contacto com a Netflix. A primeira vez que aderi a esse serviço de streaming, ainda num período grátis e experimental, foi numa altura em que “Jessica Jones” tinha estreado há bem pouco tempo e por isso, a curiosidade era muita. No entanto, como na altura ainda tinha um velho televisor que não tinha acesso a net e por isso, se quisesse ligar-me ao Netflix teria que ser pelo smartphone, não tive cabeça para acompanhar a série por um pequeno ecrã. E nesse período experimental, deixei passar a série. Só algum tempo depois, quando finalmente já tinha uma televisão em condições e voltei a aderir ao serviço, desta vez já a pagar, é que arrisquei em ver a série e confesso-vos que de imediato, fiquei agarrado à Jessica. Bem! Para falar a verdade não foi de imediato. Tenho que admitir que o primeiro episódio não foi assim muito cativante, mas principalmente porque desconhecia por completo a personagem, a história e o que vinha nos próximos episódios. Mas não desisti! Como não sou adepto de surpresas, pesquisei um pouco sobre a série e arrisquei em ver o segundo episódio e aí sim, apaixonei-me. Fiquei de tal forma agarrado/viciado à série que em menos de 4 dias, já eu tinha consumido todos os episódios da série. E que episódios meu Deus! Houve ali momentos em que eu pulei do sofá, em que eu me exaltei e tudo por causa do personagem Kilgrave que… incrível!! Que personagem maravilhoso, que vilão espetacular, enfim!! A série surpreendeu-me pela positiva.

 

No papel de Jessica Jones, temos a já muito conhecida atriz Krysten Ritter, que aqui faz um trabalho maravilhoso. Mas para além dela, outros são os artistas que brilham nesta série, como é o caso da Rachael Taylor (que está fantástica), do David Tennant (que acho que interpreta o meu vilão favorito), a Carrie-Anne Moss (maravilhosa como sempre) e ainda, uma Rosario Dawson que interpreta a mesma personagem, em todas as séries dos super-heróis da Netflix. Conclusão: com um elenco maravilhoso e um enredo ainda mais maravilhoso, o resultado só podia mesmo ser brutal. Adorei! Assistir à série foi uma experiência fabulosa e agora, não vejo a hora de chegar uma segunda temporada e ver o que vêm por aí.

 

DAREDEVIL (2 temporadas – 26 episódios)

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Ao contrário das restantes séries de super-heróis da Netflix, em que eu nunca tinha ouvido falar dos seus personagens, o Daredevil eu já tinha conhecimento e isso porque, Ben Affleck no cinema já tinha interpretado esse mesmo personagem no cinema, num filme em que na altura (e ainda hoje) não foi muito bem-recebido pela crítica. Não me lembro se cheguei a gostar do filme, mas uma coisa é certa, esta série, que foi a primeira aventura da Netflix no universo da Marvel, é realmente espetacular. Eu adoro-a! É a única que até ao momento já vai na sua segunda temporada e cada episódio da série tem conseguido cativar-me. Confesso que a primeira temporada foi mais emocionante para mim, onde em menos de uma semana, eu assisti a todos os episódios. A segunda temporada tem sido mais difícil terminar, pois acho que essa segunda temporada perdeu um pouco a essência da primeira. No entanto, apesar de andar a arrastar com os episódios, estou igualmente a gostar pois… é impossível não se apaixonar por essa personagem. Por esse inusitado super-herói, que durante o dia, na pele de advogado defende as minorias e à noite, na pele do Daredevil vai atrás dos grandes vilões, sendo que este herói tem uma grande particularidade, é cego!

 

Também aqui, para além do enredo ser fantástico, o elenco é cinco estrelas. A série é protagonizada por um ator que eu desconhecia, mas que já virei fã. Charlie Cox está maravilhoso ao interpretar o Daredevil e ele é super fofo, super querido, com um corpo delicioso, enfim, fiquei mesmo apaixonado. O homem é lindo e juntamente com Deborah Ann Woll (Karen) e Elden Henson (Foggy), fazem um trio maravilhoso. E o que dizer do Vincent D'Onofrio que interpreta o terrível vilão? Soberbo! O papel de Fisk encaixou perfeitamente no ator e todos juntos, fizeram uma série 5 estrelas. Eu recomendo, apesar de ainda não ter visto o final da segunda temporada e ao que parece, a terceira já está a caminho…

 

LUKE CAGE (1 Temporada – 13 Episódios)

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A primeira vez que tive conhecimento da personagem Luke Cage, interpretado pelo ator Mike Colter, foi na série “Jessica Jones”, é lá que ele se apresenta e é a partir dos desenvolvimentos que ocorrem na “Jessica Jones” que segue depois a história a solo deste personagem que tem tipo um corpo de aço. Nada o afeta, nada o magoa e por isso, ele à partida parece invencível, mas claro, como qualquer super-herói que se preze, também ele tem os seus pontos fracos. Mas se me perguntarem que pontos fracos são esses, eu lamento, mas não saberei responder. E isso porque eu apesar de já ter assistido ao primeiro episódio da série, ainda não me sinto muito entusiasmado com ela. Não me identifico com esse super-herói e por isso ainda não quis arriscar. Sei, pelas críticas que vi pela internet, que a série até nem é má de todo. É mais fraca que as anteriores, mas está boa. Eu é que ainda não me quis aventurar nessas aventuras do Luke Cage e por isso, nada mais tenho a dizer em relação a ela. Pode ser que em breve eu mude de ideias e arrisque o meu tempo em vê-la, mas para já ainda não me sinto tentado. Talvez seja um erro meu, mas… que posso eu fazer?

 

IRON FIST (1 Temporada – 13 episódios)

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E foi no passado dia 17 de Março de 2017, que esta nova série estreou no Netflix. E eu, como nessa ultima semana fui “obrigado” a estar em casa, numa altura em que nada tinha de novo para ver na TV, liguei o Netflix e arrisquei em acompanhar essa novidade. Nesse mesmo dia, cheguei a ver 5 episódios seguidos e daquilo que vi, até gostei muito. Confesso que não percebi muito bem a origem, a história desse novo super-herói, mas daquilo que vi gostei e quero saber mais. Acho que até ao dia de hoje, dia em que irei publicar o artigo, já eu tenha visto todos os episódios da série e depois, terei se calhar uma opinião diferente. Mas para já, daquilo que vi, interessei-me. É diferente e claramente não tem o mesmo encanto que a Jessica Jones e o Daredevil mas aqui está mais outra série que eu recomendo. Vale a pena arriscar!

 

E fico-me por aqui no que diz respeito a super-heróis da Netflix/Marvel. Sei que em breve, outra grande série irá surgir dessa boa parceria, série essa que irá juntar todos esses super-heróis. Mas como isso será só para o ano, para já, caso não conheçam nenhum desses heróis, arrisquem. Acho que vão gostar. Claro que eles não são nenhum Thor, o Capitão América, qualquer um dos Vingadores, mas são super-heróis que vale a pena conhecer.

28
Jan17

A minha nova paixão...

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Pois é! O meu coração foi novamente arrebatado e eu sinto-me novamente apaixonado. Desta vez, o meu coração bate, bate forte, por um jovem ator que se dá pelo nome (estranho) de K.J. Apa e é mesmo esse menino da foto, com 19 aninhos e que nasceu numa terra que eu adoraria conhecer, a Nova Zelândia.

 

Acho que aqui em Portugal – pelo menos para mim – este jovem ator ainda não é muito conhecido, mas acho que em breve ele será. E se da mesma forma que já conseguiu arrebatar o meu coração, acho que irá conseguir muito rapidamente, uma legião de fãs não só por Portugal, como também pelo mundo a fora. O jovem é o protagonista de uma série que estreou no passado dia 26 de Janeiro (quinta) no canal The CW na América mas por cá, felizmente não tivemos que esperar muito tempo para conhecer a série, pois a Netflix, ontem, resolveu presentear-nos com a estreia exclusiva de “RIVERDALE”. Esta é uma série dramática protagonizada por um grupo de jovens e apesar de todo o elenco de jovens atores ter-me deixado surpreendido, é claro que este K.J. Apa, foi na minha opinião, aquele que mais se destacou. Ou não fosse ele o ruivo do momento, lindo de morrer e com um corpo que… Minha nossa! No primeiro episódio só tivemos apenas alguns vislumbres do seu maravilhoso corpo, mas eu acredito que nos próximos, a coisa vai aquecer ainda mais.

 

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K.J. Apa não só é a minha nova paixão, como eu também acho que vou ficar apaixonado pela série. O primeiro episódio surpreendeu-me pela positiva, a narrativa está maravilhosa, esta envolta sobre um grande mistério que é a morte do personagem Jason Blossom, que apesar de não termos tido a oportunidade de o conhecer, ficamos logo a saber que é uma personagem muito odiada por todos. Acho muito sinceramente que vai valer a pena acompanhar os próximos episódios e outra coisa boa da série, é ter um personagem assumidamente gay e aceite pelo grupo de protagonistas e que, acho ainda que ele irá dar que falar. Mas enquanto os próximos episódios não estão disponíveis, deliciem-se com mais algumas fotos do ator.

 

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Bonito, não é??

19
Fev16

Vejo na TV | Arrow (AXN)

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Hoje volto a partilhar com vocês, uma série que eu adoro e que VEJO NA TV. Ultimamente não tenho tido muito tempo para ver televisão, mas ainda há certas séries que eu faço questão de ver. E o ARROW é uma dessas séries. Nunca perco nenhum novo episódio e apesar da série já estar na sua quarta temporada, eu continuo a ver cada episódio, com o mesmo entusiasmo que tinha quando via os primeiros episódios da primeira temporada. Adoro-a! E para aqueles que tal como eu vêem a série, digam-me lá com sinceridade: Arrow tem muitos motivos para adorar, não é verdade?!


 


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(Maravilhosos motivos para  ver a série não é? Qual deles o melhor?)


 


Actualmente em Portugal, a série está a ser apenas exibida no canal AXN às segundas. Confesso que esse é um mau dia para sentar no sofá e ver a série e por isso, graças às novas tecnologias, eu tenho gravado a série para ver em dias futuros. Se bem que, neste momento tive que fazer uma pausa (obrigatória) na série e isso, porque esta série faz algo muito inovador e interessante. Por diversas vezes, a série “Arrow” junta-se com uma outra série de super heróis e que eu também adoro. Estou a falar do "The Flash”, que actualmente está na sua segunda temporada, mas que infelizmente não é transmitida em nenhum canal em Portugal. As duas séries juntam histórias e o que neste momento aconteceu, é que através do “The Flash” deu-se inicio a uma história, que depois só irá terminar num episódio do “Arrow”. Confusos?! Não! Se conhecerem ambas as séries, acho que percebem a dinâmica delas. E o motivo da minha pausa em relação ao “Arrow” é mesmo esse. Há uns dias atrás, no AXN, foi para o ar, um episódio em que a sua história tinha dado inicio no “The Flash” e como eu ainda não vi a segunda temporada dessa série, acabei por não perceber nada. Aliás! Decidi não ver aquele episódio do “Arrow” até ao fim, fazer uma pausa na série e de otras maneiras, assistir à segunda temporada do “The Flash”. É que ambas as duas (e agora acho até que há uma terceira), têm sempre que serem vistas em simultâneo. Na América isso acontece. Uma série dá num dia e a outra, dá logo no dia a seguir mas aqui em Portugal estamos atrasados. Parece que ainda nenhum canal por cabo quis apostar no “The Flash” e... olha! Paciência!


 


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(Eu diria que eles fazem o casal perfeito. Mas não! Para ser perfeito, ele teria que estar era a beijar a mim...)


 


Falando apenas no “Arrow”, que tem como protagonista o maravilhoso, o delicioso, o todo poderoso, o bonito, o forte, o magnífico Stephen Amell, por quem eu sou literalmente apaixonado, esta série apresenta muitos momentos de acção, momentos descontraídos, momentos que nos fazem ainda chorar, rir, enfim... na minha opinião, este “Arrow” tem todos os atributos para ser considerada uma excelente série. E como eu adoro todo o universo dos super-heróis (mais os da Marvel do que os do DC Comic), é óbvio que eu tinha que amar esta série.


 


E vocês? O que acham de toda a série? Costumam ver? Têm algum personagem favorito? O que é que costumam ver na televisão? Fico à espera dos vossos comentários para assim, partilharmos mais, todos os nossos ‘gostos’ televisivos...

21
Jan16

Vejo na TV | Terapia (RTP1)

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Eu vejo na TV muitas coisas! Desde novelas a séries, filmes ou programas de entretenimento e agora, criei o hábito de assistir a tudo o que é programa de culinária do 24Kitchen e não só. Mas voltando às séries, neste momento há uma que conseguiu conquistar-me desde o seu primeiro episódio. É portuguesa, dá todas as noites de segunda a sexta feira na RTP e sem sombra de dúvidas, é uma série que eu recomendo a todos.


 


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TERAPIA” é ficção nacional no seu melhor e confesso que há muito não via uma série portuguesa tão boa quanto essa. A RTP está de parabéns, pois a televisão pública, soube através de um original israelita, criar um produto de óptima qualidade, onde o desempenho dos actores é maravilhoso, é mesmo de se tirar o chapéu. Os diálogos são soberbos, a realização fantástica, enfim... no geral “Terapia” é de facto uma série que deve ser acompanhada com muita atenção e eu faço questão, de não perder nenhum único episódio.


 


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A série estreou no passado dia 4 de Janeiro, e desde então, nas noites de segunda a sexta por volta das 23h, temos acompanhado a vida do psicoterapeuta Mário Magalhães (Virgílio Castelo) e dos seus pacientes. Ao longo da semana, o psicoterapeuta recebe à segunda-feira a atraente e sensual médica Laura (Soraia Chaves) que aparentemente, está muito confusa no que diz respeito ao assunto ‘amor’. À terça, é dia de receber o atirador de elite do Grupo de Operações Especiais, o Alex (Nuno Lopes), um homem que à primeira vista parece ser demasiado agressivo e bruto, mas talvez essa seja uma mascara que ele tenha que usar diariamente para não mostrar ao mundo aquilo que realmente é. Depois na quarta-feira, Mário recebe a visita da jovem Sofia (Catarina Rebelo), uma jovem da idade da filha do psicoterapeuta, que surge na Terapia para provar a todos que não está louca, que não tem planos para se suicidar e que aos poucos, vai contando a sua vida, relatando momentos pouco apropriados para a sua idade. E como se não bastasse começar a semana cheia de várias e diferentes emoções, à quinta-feira o psicoterapeuta recebe o casal Jorge e Ana (Filipe Duarte e Maria João Pinho). Um casal que optou por fazer Terapia, apenas para perceberem se estão realmente preparados para  a chegada de um segundo filho, mas as dúvidas do casal vão muito para além da gravidez. Para conseguir sobreviver a todos esses dramas, ou talvez para voltar a entrar num drama ainda pouco explorado na série, à sexta é a vez do Mário visitar a sua psicoterapeuta/amiga Graça (Ana Zanatti). Entre eles existe um passado, mal resolvido e a relação de ambos, parece ser uma relação de amor/ódio. Mas é à Graça que Mário resolve desabafar ao final da semana. Não só para de alguma forma conseguir receber algumas orientações em relação aos seus pacientes, como também para lhe contar acerca dos seus dramas pessoais. Dramas esses que passam por problemas com o seu casamento com Catarina (Leonor Silveira).


 



 


E estes são os personagens desta maravilhosa série. E em relação à história, acredito que ainda muito se está para ver e ouvir e claro, reflectir. Sim! Porque é difícil assistir a essa série e não ficarmos a reflectir sobre a nossa própria vida. Tal como o actor Virgílio Castelo disse um dia em entrevista, quem assiste à série, vai de alguma forma sentir que está também a passar pela Terapia, pois os assuntos abordados na série, são assuntos pelo qual nós já passamos ou conhecemos alguém que tenha passado por situações idênticas. Eu sinto que estou mesmo em Terapia.


 


Aqui fica a minha sugestão para quem quer ver algo bom na TV e não sabe o quê.

01
Out15

Os Heroes regressaram (ou não!)


 


Estreou na passada segunda-feira, no canal Syfy, a série HEROES REBORN, que dá continuidade à série Heroes, que à nove anos atrás estreou a sua primeira temporada (e eu adorei!!). Eu já tive a oportunidade de assistir ao seu regresso e confesso que fiquei um pouco desiludido. Nesse primeiro episodio esperava algo mais, algo diferente, algo surpreendente mas a verdade é que nada me fez ficar de boca aberta, todo arrepiado, com os pelos eriçados, tal como aconteceu à nove anos atrás, quando vi o primeiro episódio de Heroes e de imediato fiquei apaixonado pelo personagem Peter Petrelli, ou melhor, eu fiquei foi mesmo é apaixonado pelo actor Milo Ventimiglia, que infelizmente, não está presente neste regresso. Mas não é o único, grande parte do elenco que compôs as primeiras temporadas da série, não quiseram participar neste Reborn e este novo elenco de actores, pelo menos nesse primeiro episódio, não me conseguiram convencer. Mas eu não vou desistir da série facilmente, até porque eu sou fã do Universo Heroes e ainda acredito que a série mesmo sem a Claire, sem o Sylar, sem o Nathan Petrelli a Niki Sanders entre outros, venha a conseguir superar as minhas expectativas.


 


E tu? Viste o primeiro episódio desta nova  série? Tal como eu eras fã das séries anteriores? Fico à espera das vossas respostas...

22
Ago15

Por onde andam o Pepino e a Banana?

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Há uns meses atrás, graças ao glorioso mundo da internet, tive a oportunidade de acompanhar uma série que infelizmente ainda não chegou a Portugal e para ser sincero, acho que nunca chegará. O que é pena! A série tem muito potencial e tenho a certeza que seria do agrado de muitas pessoas, sejam elas homossexuais, bissexuais, lésbicas, transexuais e até mesmo heterossexuais. Mas eu estou para aqui a falar ‘da série’ mas para falar a verdade, eu deveria era estar a falar ‘das séries’. Porque sim! Há uns meses atrás tive a oportunidade de ver não uma, mas sim duas séries que se complementam uma com a outra e que confesso, nunca vi nada semelhante na televisão.


 


O nome RUSSELL T DAVIES, diz-vos alguma coisa? Talvez assim ao inicio podem achar que não vós diz nada mas, e se eu disser que o Russell T Davies é o criador da maravilhosa série “Queer as Folk”, será que esse nome já vós diz alguma coisa? Talvez a moçada mais jovem desconheça a série “Queer as Folk” – o que eu duvido! – mas o pessoal da minha geração, tenho a certeza que a conhece muito bem! Pois bem! O britânico Russell T Davies é também o criador de duas séries que estrearam no inicio deste ano, num canal britânico e que em três dias, eu acompanhei-as com a máxima atenção e digo-vos, as séries são mesmo espectaculares! Eu adorei e por isso, tinha que falar sobre elas aqui no MORE, pois na minha opinião, um blog serve para isso mesmo, para partilhar.


 


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Apesar de serem duas – e que cabeça a minha, ainda não vós disse o nome das séries e isto porque se as disser, vou ficar com fome – elas praticamente funcionam como uma só. E essa ideia para mim foi genial! Àquilo que vemos num episódio de uma série, de um modo geral e numa outra perspectiva, podemos acompanha-la depois num episódio da outra série. Confusos?! Não! Não estejam porque a ideia é muito simples. O criador daquela que é talvez a maior e mais conhecida série de temática LGBT, um dia deve ter-se sentado em frente ao seu computador e começou a escrever um projecto, ao qual decidiu dar-lhe um nome bastante sugestivo: “CUCUMBER(que em português quer dizer ‘pepino’). Ele deve ter gostado tanto dessa ideia mas no final, deve ter ficado com aquela sensação de que faltou acrescentar algo mais nesse projecto. Mas se fosse acrescentar, poderia correr o risco de colocar demasiada informação e com isso, fazer com que tudo ficasse uma verdadeira salada russa. Por isso, em vez de acrescentar algo mais ao ‘pepino’ já criado, ele resolveu com base nesse ‘pepino’, criar um outro projecto, ao qual também decidiu dar um nome bastante sugestivo de: “BANANA”. E assim, de uma só vez, nasceram duas séries, o “Cucumber” e o “Banana” que complementam-se uma com a outra. E uma só, é maravilhosa! Mas as duas juntas é... uma coisa do outro mundo! E para falar a verdade, da cabeça desse génio, para além dessas duas séries, ele criou uma terceira, o “Tofu”, que infelizmente ainda não tive a oportunidade de ver, e que ao contrário das outras duas séries, este “Tofu” é também uma série mas mais ao estilo documental. Ou melhor! É uma série com depoimentos dos actores/personagens, em relação aos temas abordados nas duas séries anteriores. Enfim! Digam lá se essa foi ou não uma esplêndida ideia que o Russell T Davies teve? E será que só com essa minha descrição, vocês já terão curiosidade em relação a elas? Mas eu vou-vos falar um pouco mais...


 


Tentando distinguir uma série da outra, aquilo que eu posso dizer é que enquanto que o “Banana” retrata um mundo e temas mais direccionados para os jovens que estão agora à flor da pele, o “Cucumber” é uma série mais madura. Madura no sentido de estar mais relacionada com os dilemas dos homens já feitos, dos homens já com uma certa idade. Mas independentemente da tua idade, ambas as séries são direccionadas para qualquer pessoa.


 


Cucumber - Series 1 - Set up


 


Em “Cucumber” acompanhamos o dia a dia e os vários dilemas do Henry (Vincent Franklin), um homem já com uma certa idade, com (aparentemente) um bom trabalho, um relacionamento sério e já muito duradoiro e que... por incrível que pareça ele é virgem. Será que dá para acreditar nisso? O melhor é verem e saberem qual é mesmo o seu grau de virgindade. Mas enfim! Apesar de ter amigos da sua idade, Henry vai começar a relacionar-se (não sexualmente, mas isso queria ele!), com jovens que só tem um pensamento na cabeça: o sexo. De um momento para o outro, a sua vida dá uma virada de 360º e ele vai acabar por partilhar um estúdio com Dean (Fisayo Akinade) e com o Freddie (Freddie Fox) que... Meu Deus! Preciso fazer aqui uma pausa para dizer o quanto este jovem é lindo de morrer! Esse loiro, com um corpo dos deuses, tira qualquer um do sério. Eu fiquei embasbacado a olhar para ele, sempre que aparecia em cena. Eu fiquei a sonhar com ele várias noites e dias, na altura em que vi a série. Eu até hoje não acredito como é que um jovem pode ser tão bom como aquele Freddie Fox? Enfim! Basta falar nele, pensar nele, no seu corpo deslumbrante, nos seus lábios, nos seus olhos... Ui! Já estou com calores mas... voltando ao “Cucumber”, quando Henry muda-se para o estúdio, rapidamente ele apaixona-se pelo jovem Freddie (pois qualquer um apaixonaria) e o seu principal objectivo na vida, passa a ser: “não irei morrer enquanto não tiver sexo com o Freddie”. E será que ele irá alcançar o seu objectivo? Claro que nessa série dividia em 8 episódios, muita coisa irá acontecer entre essas três personagens, que apesar de serem muitíssimo diferentes uns dos outros, vão conseguir criar bons laços de amizade e ver o crescer dessa amizade, é realmente muito bonito. Mas “Cucumber” não fala só de amizade. Fala também do amor, da morte, do ódio, da raiva e claro, fala também muito de sexo ou não quisessem todos eles passarem o tempo todo a quererem agarrar no ‘pepino’ dos outros. Há muita comédia, há muito drama e confesso-vos, houve muitos momentos no filme que chorei que nem um bebezinho abandonado.


 


Banana Generic


 


Mas então, onde é que entra a “Banana” quando já existe um ‘pepino’? Enfim! Para quê contentar-se com apenas um ‘pepino’, quando se pode também ter uma ‘banana’? E para que a série “Banana” funcione realmente na plenitude, o melhor mesmo é primeiro verem o episódio dos mais maduros e só depois verem a série dos mais jovens. E olha que se fizerem isso, essa combinação vai ser perfeita! E garanto-vos que o “Banana” é tão perfeita quanto a outra série. Tem episódios mais curtos e não são seguidos ao contrário do “Cucumber”. Aqui, em cada episódio temos uma história diferente, com personagens diferentes, mas basicamente, todos os personagens que entram numa série entram na outra e vice-versa. Só que aqui, de uma forma muito descontraída, aborda-se temas como um jovem que só pensa em sexo e para acalmar um pouco a sua vontade, coloca uma cueca de castidade. Há também um episódio de uma jovem lésbica que ganha uma estranha obsessão por uma senhora que poderia ser a sua mão. De um jovem que vive no mundo da lua e depois de passar uma noite com o Freddie, já acha que ele será o seu namorado para sempre. Há ainda a história de uma transexual que tenciona relacionar-se com outras pessoas mas o seu ex-namorado não deixa, enfim! Ao todo encontramos oito histórias diferentes, umas mais engraçadas que outras mas todas genialmente bem escritas, bem realizadas e bem interpretadas pelo maravilhoso elenco.


 


CUCUMBER


 


E depois de todo este texto, escusado será dizer que eu sou fã destas duas séries e em breve , vou querer voltar a revê-las, juntando é claro, o ingrediente que falta (o “Tofu”). Mas para ser sincero, gostava de ver essa série num dos nossos canais de televisão mas... Será que estarei a sonhar demasiado alto? Apesar de eu nunca ter visto o “Queer as Folk” na televisão, já houve quem me dissesse que há uns anos atrás ela passou na RTP2 mas será que este canal teria coragem de passar essas duas séries que são bem melhores do que algumas que têm passado por lá? E será que a SIC Radical teria espaço para essas séries? E a FOX Life? Ou qualquer outro canal, será que um dia vão olhar para essas séries, com olhos de ver e decidirem transmiti-las? Então é assim! Se tu que estás a ler este artigo, trabalhas por acaso para algum canal de televisão, ou és director de programas de algum deles, aqui fica uma boa sugestão. E enquanto esta salada de ‘pepino’ e ‘banana’ não chegam aos nossos canais portugueses, aquilo que eu te posso dizer é: desenrasca-te! Mas a sério, não deixem de vê-la porque elas são realmente 5 estrelas! Ou melhor! Dez estrelas! Ou se calhar muito mais...


 


Pepino e Banana 04


 


E... depois de tantos pepinos e de tantas bananas, acho que fiquei agora cheio de fome. Será que se encontram algumas por aí??

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