Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

MORE

Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

17
Set17

Taekwondo | +Filme

 (clica nas setas ao lado para ver mais fotos do filme)

 

Título original: Taekwondo | Ano: 2016 | Origem: Argentina | Género: Comédia Drama | Realizador: Marco Berger, Martín Farina | Elenco: Gabriel Epstein, Lucas Papa, Nicolás Barsoff, Francisco Bertín, Arturo Frutos, Andrés Gavaldá, Juan Manuel Martino, Darío Miño, Gaston Re | Mais informações no IMDb | Classificação: 4 estrelas

 

Sinopse do filme: Fernando está de férias com os seus amigos próximos numa bela casa de campo num subúrbio rico de Buenos Aires. Sem a presença das namoradas, os rapazes estão ansiosos para falar sobre os seus sentimentos, os seus desejos sexuais por raparigas, o medo do futuro e os seus conflitos. Como em todas as situações em que só há homens, eles sentem-se à vontade para passearem pela casa nus ou seminus, construindo uma proximidade íntima uns com os outros. Neste contexto, Fernando decide convidar um novato, Germán, um amigo das aulas de Taekwondo. Mas Germán tem uma preferência que Fernando ignora, ele sente-se atraído por homens. A pouco e pouco os dois amigos ficam cada vez mais próximos e íntimos, quase à beira do romance.

 

Taekwondo_poster.jpg

 

A minha opinião: Como já estou habituado aos filmes do argentino Marco Berger, posso desde já afirmar que adorei este filme e na minha opinião, é sem dúvida o melhor filme do realizador. À primeira vista, este “Taekwondo” pode ser aborrecido, devido aos constantes silêncios ao longo do filme, mas Marco Berger já nós habituou a dar mais atenção às imagens, aos olhares discretos entre os personagens e não propriamente aos diálogos entre eles. Nos filmes deste realizador, que é já um realizador de excelência no que diz respeito a filmes de temática LGBT, os diálogos estão sempre em segundo plano, e cada imagem, cada olhar é o que mais chama a atenção. Se bem que neste filme, há muitas outras coisas que chamam à atenção, como por exemplo, o grande grupo de atores que protagonizam o filme, que apesar de serem todos desconhecidos para mim, foi maravilhoso conhecê-los, pois cada um deles, fizeram um excelente trabalho. Filme que vale mesmo a pena ver com os olhos bem abertos.

 

Um breve à parte: Eu diria que este “Taekwondo” é a concretização de uma das maiores fantasias sexuais de grande parte dos gays (eu incluído). Neste filme, um gay é colocado numa casa cheia de homens e ele estará rodeado por homens lindos, que sem pudor, andam na frente desse gay tal e qual como vieram ao mundo. Por isso sim, há muita nudez neste filme. Eles andam nus por todo o lado e… meu Deus!! Uma pessoa fica quase sem conseguir respirar. Mas se há cenas de sexo?? Bem! Quanto a isso é melhor não criares grandes expectativas e vai com calma, pois a ação, aquilo que esperamos com muita ansiedade, vai demorar muito tempo a acontecer, mas… meu Deus! Como eles são todos lindos!! Eu saltava para cima de todos eles.

10
Set17

O Plano B | +Filme

(clica nas setas ao lado para ver mais fotos do filme)

 

Título original: Plan B | Ano: 2009 | Origem: Argentina | Género: Comédia, Drama, Romance | Realizador: Marco Berger| Elenco: Manuel Vignau, Lucas Ferraro, Mercedes Quinteros | Mais informações no IMDb | Classificação: 3 estrela

 

Sinopse do filme: Bruno acaba de ser largado pela namorada Laura. Ela é uma moça moderna e continua a sair com ele de vez em quando, mas já arranjou outro namorado, o belíssimo Pablo. Bruno planeja então uma pequena vingança: se aproxima do rapaz e faz amizade com ele, para quem sabe apresentá-lo a outra rapariga. Mas as coisas não saem exatamente conforme o esperado e, ao longo do processo, surge um plano B, talvez mais efetivo que o anterior. Subitamente, Bruno vai questionando a sua própria sexualidade.

 

Plan B_poster.jpg

 

A minha opinião: O filme está bom e os dois personagens principais estão também muito bem. O que está mal no filme são os muitos planos parados que existem. Há mesmo muitas cenas estáticas e isso faz com que tudo pareça muito aborrecido, parece que a ação não está a desenrolar. Mas tirando esse pormenor, o filme está realmente muito bom. Conta uma história muito gira de duas pessoas que ficam amigas mas que com o passar do tempo essa amizade se torna algo mais forte e... no final as coisas acabam da melhor forma possível. Acaba como nós todos queríamos que acabasse. Não é na minha opinião um filme 5 estrelas, há pontos negativos que fizeram com que o filme se tornasse um pouco chato, mas o filme num todo merece a sua atenção.

21
Dez16

Hawaii | +Filme

Hawaii.jpeg

 

Eu não sei mas na minha opinião, quem conhece os anteriores filmes do realizador Marco Berger, irá com certeza gostar deste “Hawaii”. Eu já tive oportunidade de ver alguns dos seus filmes, como “Plan B” e “Ausente” e cá para mim, este seu último filme realizado em 2013, é sem dúvida alguma o melhor da sua carreira como realizador.

 

Tenho no entanto que confessar que houve alguns aspectos no filme que não foram muito do meu agrado – como por exemplo a banda sonora – e para ser sincero, não percebi muito bem o porque do filme chamar-se “Hawaii”. É certo que bem próximo do fim do filme, é feito uma referência ao nome mas não acho que essa referencia tenha sido o essencial para dar ao filme o nome de “Hawaii”. E para mim faz-me alguma confusão um nome de um filme não ter nada a ver com a história. E como ultimamente tenho optado por arriscar em ver novos filmes, sem nunca antes ter visto o trailer deles, eu confesso que estava confiante de que o filme iria passar-se no Hawaii, coisa que não é verdade. Mas não se passando no Hawaii, o filme conta na mesma com um cenário maravilhoso, muito bem captado pelo realizador.

 

Neste filme voltamos a encontrar um dos actores que já trabalhou com o realizador. Em “Plan B” tínhamos um Manuel Vignau, disposto a inventar todas as desculpas e mais algumas, apenas para conseguir beijar o seu amigo. Agora em “Hawaii”, Manuel Vignau interpreta Eugénio, um personagem que pouco ou nada sabemos acerca dele mas que no decorrer da história vamos descobrindo. Para conseguir ter tempo e arranjar inspiração para um livro que está a escrever, Eugénio refugia-se na casa dos tios, a mesma casa onde durante a sua infância, passou todos os verões. Apesar da solidão inicial, tudo muda quando ele reencontra um amigo de infância, que lhe bate à porta a pedir um trabalho de verão. Esse amigo é Martín (Mateo Chiarino), que após vários anos de ausência, regressa a sua terra natal na esperança de encontrar estadia na casa de uma tia. Ao não encontra-la e sem ter mais família a quem recorrer, Martín passa a viver na rua e a fazer alguns arranjos na casa de Eugénio. Ao perceber que também Martín vive num mundo de solidão, Eugénio convida-o a viver na sua casa e os dois, aos poucos vão reconstruindo a amizade de infância mas entre os dois, sem nunca ser dito nada em palavras, começam a sentir um pelo outro algo mais do que uma mera amizade.

 

 

Uma vez mais Marco Berger abdica praticamente dos diálogos para criar uma história com cerca de mais de uma hora e meia de filme. Mas aqui os diálogos nem são tão necessários. Para perceber o que vai na cabeça de cada um dos dois protagonistas, basta estar atento ao silêncio, aos constantes olhares, as atitudes de ambos e às carícias disfarçadas de meros toques ao acaso. Num jogo de sedução onde não há espaço para as palavras, o realizador brinca com isso gerando vários momentos de provocação. Aliás! Marco Berger é perito em provocar-nos e durante todo o filme isso é constante. Sem nunca ser explicitamente referido o que um quer do outro, a verdade é que dá para perceber o intenso desejo que os dois sentem um pelo outro e a todo o momento a gente fica a pensar: mas quando é que eles se agarram, quando é que eles se beijam, quando é que eles terão o seu momento de amor/prazer? Enfim! O filme em certo ponto chega a ser frustrante, pois quando um dá um passo nessa direcção, parece que tudo volta atrás e dá mesmo a sensação de que o filme irá terminar sem que esses momentos aconteçam. Mas a intenção do realizador talvez seria mesmo essa. Provocar-nos e dar a entender que para criar uma bela história de amor, não é necessário recorrer aos beijos, aos abraços e as cenas de sexo. E embora isso seja um pouco revoltante para algumas pessoas – incluindo eu – a verdade é que está aqui um excelente trabalho por parte do realizador e dos protagonistas.

25
Fev16

Filme | Tensión sexual, Volumen 1: Volátil (Marco Berger, Marcelo Mónaco_2012)

MENU1

 

 

 

Hoje vou partilhar com vocês, mais uma sugestão de cinema para ver em casa. Trata-se de um filme que infelizmente nunca passou e nem nunca irá passar pelos nossos canais de TV, mas graças à gloriosa internet, tive aceso ao filme, vi, gostei e agora estou aqui para sugerir que o vejam também.

 

 

 

O nome Marco Berger diz-vos alguma coisa? Se tal como eu, tu gostas de assistir a filmes com uma temática gay e andas sempre à procura de algo novo, com certeza já deves ter lido esse nome em algum lado. Marco Berger é um realizador argentino, que tem por norma realizar filmes que apresentam uma temática gay. É dele os filmes “Plano B”, “Ausente” e “Hawaii”, filmes que eu já vi há algum tempo atrás e adorei (e recomendo), mas é dele também, o filme que hoje irei sugerir. Chama-se “TENSIÓN SEXUAL, VOLUMEN 1: VOLÁTIL” e na verdade, este filme é nada mais nada menos do que um conjunto de seis curtas-metragens, onde o tema principal é a tensão sexual que está em volta dos personagens, dos corpos, dos homens e sensualidade e erotismo é coisa que não falta nessas curtas. Este filme, foi escrito e realizado por Marco Berger, mas quem também assina e realiza algumas dessas histórias, é outro realizador argentino, de nome Marcelo Mónaco. Os dois em parceria, fazem aqui uma óptima dupla e o resultado é positivo. Vale a pena!

 

 

 

 

 

 

Para aqueles que conhecem o trabalho do realizador Marco Berger, com certeza já devem saber que ele tem um modo muito peculiar de contar as suas histórias. Há muitos silêncios nas suas curtas e o que mais se realça, são os olhares, os gestos e as atitudes dos personagens. Por isso, na falta de muito diálogo, às vezes as histórias podem tornar-se aborrecidas mas mesmo havendo algumas cenas muito estáticas, o filme num todo está muito bem conseguido e é impossível ao longo das seis histórias diferentes, não ficarmos também nós com uma certa tensão sexual. Os protagonistas transpiram sensualidade e erotismo por todo o lado e dá gosto vê-los. Apesar de haver pouca acção (sexual), o filme está repleto de provocações. De jovens com a testosterona ao máximo e eu tenho a certeza que vocês irão gostar.

 

 

 

STV-DVD

 

 

 

Vejam agora algumas imagens do filme, com os respectivos nomes das curtas e depois, no final, deixem os vossos comentários em relação ao filme no geral, ou então em relação a alguma curta que tenham gostado em especial.

 

 

 

Ari

 

"Ari"

 

 

 

El Primo

 

"El Primo"

 

 

 

El Otro

 

"El Otro"

 

 

 

Amor

 

"Love"

 

 

 

Los Brazos Rotos

 

"Los Brazos Rotos"

 

 

 

Entrenamiento

 

"Entrenamiento"

Os meus blogs

Calendário

Fevereiro 2018

D S T Q Q S S
123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728

Mais sobre mim

Projeto | Eu Sou Gay

Tens algo a dizer?

Comentários recentes

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D

Posts mais comentados

Sigam-me no Twitter

Quer ler histórias MORE?

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.