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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

02
Set17

King Cobra | +Filme

clayton-cobratrail.jpg

 

Título original: King Cobra | Ano: 2016 | Origem: USA | Género: Drama, Crime | Realizador: Justin Kelly | Elenco: Garrett Clayton, Christian Slater, James Franco, Keegan Allen, Molly Ringwald, Alicia Silverstone | Mais informações no IMDb | Classificação: 3 estrelas

 

Sinopse do filme: Brent Corrigan (Garrett Clayton), também conhecido como Sean Paul Lockhart, é uma estrela do mundo pornô gay. Apesar da ascensão rápida, as coisas começam a mudar quando o ator decide trabalhar por conta própria. A partir daí, uma dupla de produtores vê em Corrigan uma oportunidade de lucrar e alavancar a carreira na indústria pornográfica, e faz de tudo para não perder esta chance.

 

king-cobra-Tumblr.jpg

 

A minha opinião: Este filme está disponível no catalogo da Netflix e por isso, pelo menos este é fácil de o encontrares e veres, se bem que, ele não chega a ser nada de especial. O filme é baseado em factos reais e eu realmente lembro-me de ter lido notícias sobre o assunto. Também tem um especto amador, apesar de contar com um elenco de nomes já bem conhecidos da industria do cinema. Eu gostei do filme, apesar da sua simplicidade e apesar de no fim, apressar e facilitar demasiado as coisas. O filme conta a história de um crime e eu gostava que tivessem abordado mais essa parte do crime e da investigação, coisa que não aconteceu. Vê-se mas facilmente se esquece…

 

Um breve à parte: Bem! Talvez haja coisas que não se esquecem facilmente e o ator Garrett Clayton será uma dessas coisas. Ele é o jovem delírio do filme e só de olhar para algumas das suas cenas, somos vitimas de um orgasmo inesperado. Há nudez à vista, mas nada de especial, há cenas de sexo, muitas provocações e depois, temos uma vez mais o ator James Franco no papel de um gay, onde aqui, ele abusa nas cenas de sexo gay mas dá vida a um personagem demasiado forçada. No final do filme, tenho a certeza que tal como eu, irás a correr para a internet, para pesquisar sobre o verdadeiro Brent Corrigan e os seus vídeos ousados…

14
Jul17

I Am Michael | +Filme

I_AM_MICHAEL_still_James_Franco_on_stairs.jpg

 

Ao longo destes últimos anos, James Franco já nos habituou a dar-nos personagens estranhas, em filmes estranhos e onde constantemente, ele interpreta personagens homossexuais. Se ele é, ou não homossexual na vida real, disso ninguém sabe, pois ele adora confundir a cabeça das pessoas e manter tudo num grande mistério. No entanto, não sendo gay, ele é talvez o ator que mais vezes interpretou um homossexual no mundo do cinema. Ora vejam: ele já foi gay, namorado do Sean Penn no filme “Milk”; foi um escritor gay em “Uivo”; participou num estranho documentário, onde fez questão de estar presente na gravação de uma cena de sexo entre dois homens em “Interior. Leather Bar.”, filme esse que já passou aqui pelo MORE; foi um ex-gay no filme “I Am Michael”; e mais recentemente, foi um gay produtor de filmes pornográficos em “King Cobra”. E esses são apenas o que eu me recordo de momento. Ele já fez inúmeros filmes, participou em grandes e pequenas produções, continua a ser um ator muito requisitado pelos realizadores de cinema e eu devo confessar que gosto muito dele. Sim! Já tive um certo crush pelo ator, mas isso agora não interessa nada. O momento é para sugerir um filme do ator e não para falar das minhas fantasias com ele.

 

i-am-michael-zachary-quinto.jpg

 

Finalmente tive a oportunidade de assistir ao filme “I AM MICHAEL”. Há já muito tempo que andava ansioso por ver o filme, não propriamente por causa da história surreal, mas sim porque, como já aqui disse, gosto muito do James Franco, mas adoro também o restante elenco do filme, que é composto pelo assumidamente gay Zachary Quinto, a querida Emma Roberts e o super fofo Charlie Carver (que também penso ser assumidamente gay, ou será o seu irmão gêmeo?). Apesar dos grandes artistas que estão presentes no filme, tenho que confessar que este “I Am Michael” não foi de todo do meu agrado. Sinceramente não gostei do filme e muito por causa do tom surreal que está presente ao longo de todo o filme, apesar deste ser baseado em factos verídicos. Sim! Este filme conta uma história real! Quem é que no passado (e infelizmente ainda no presente) já não ouviu falar da ‘cura gay’? Quem é que no passado, já não teve a oportunidade de ler noticias acerca de um homem que era gay, mas que, entretanto, mais tarde virou pastor de uma igreja e começou a transmitir erradamente a palavra de Deus, dizendo que a homossexualidade é uma aberração da natureza? Pois bem, esse pastor se chama Michael e aqui neste filme, é o ator James Franco que interpreta esse ex-gay.

 

I-Am-Michael-Movie-1.jpg

 

Não sei se na vida real, esse tal Michael chegou a ter uma visão, uma estranha visão que o fez mudar de vida, mas neste filme, de forma como as coisas foram relatadas, nada fez sentido para mim. Tudo se tornou muito confuso, pois a meu ver, ninguém muda tanto assim de um momento para o outro. Essa história de cura gay não existe! Um ex-gay também não existe! No entanto, em “I Am Michael” seguimos a vida de Michael, ele que é um jovem defensor dos direitos homossexuais e escreve artigos na internet e numa revista direcionada ao público gay, de forma a ajudar os jovens gays americanos. Ele mantem um longo relacionamento com Bennett (Zachary Quinto) e para apimentar a relação dos dois, Tyler (Charlie Carver) passa a ser o terceiro elemento da relação. Aparentemente tudo está bem, eles são felizes, até que um dia, quando estão a fazer um documentário sobre os jovens gays americanos, Michael é confrontado com a palavra de Deus. E essas palavras fazem com que ele comece a ver a vida de outra forma. Deus começa a falar diretamente com ele e a deixar claro de que a vida de homossexual que ele está a seguir, não é o rumo certo a seguir. Assim, sem mais nem menos, Michael resolve mudar. Resolve dar ouvidos a esse tal Deus que fala com ele e muda a sua vida, dizendo pela internet de que deixou de ser um homem gay e começou a seguir o caminho certo, o caminho da heterossexualidade… Enfim!

 

I Am Michael_poster.jpg

 

Acho que se tivesse tempo e vontade, poderia escrever muito sobre o assunto deste filme que é a religião e o que a suposta palavra de Deus, faz na cabeça de certas pessoas. Mas não, não vou entrar por aí. Eu não sou um tipo religioso, não acredito em Deus e para mim, a Bíblia é o resultado da maior mentira que o Homem já contou ao longo de toda a humanidade. Mas isso são outras histórias. O importante aqui a salientar é que nada nesse filme para mim fez sentido. Deixou-me revoltado e claramente não vou querer pegar novamente neste filme. No entanto aqui fica a sugestão e se tu já viste o filme, ou tencionas vê-lo em breve, partilha comigo as vossas opiniões. Gostava de saber o que acham disse tudo…

12
Nov16

Interior. Leather Bar | +Filme

Interior Leather Bar.jpeg

 

Há uns tempos atrás, encontrei pelos canais TV Cine, este “INTERIOR. LEATHER BAR.”, que é nada mais, nada menos do que o resultado de uma estranha experiencia do actor/realizador James Franco, que quis porque quis, mostrar-nos o que poderia ter sido os 40 minutos cortados do filme "Cruising", realizado por William Friedkin na década de 80 e que conta com o actor Al Pacino no papel principal. Nesse “Cruising”, Al Pacino interpreta o papel de um polícia que está encarregue de resolver um caso de homicídio que envolve a comunidade homossexual. Na altura, o filme chegou a ser criticado pelos homossexuais, por supostamente tratar-se de um filme com um teor homofóbico e tendo em conta de que o filme continha algumas cenas bastante ousadas para a altura, foram cortados 40 minutos de filme, onde Al Pacino entraria num bar gay e iria passar por várias situações de sadomasoquismo. Esses 40 minutos nunca se tornaram públicos, mas James Franco na companhia do amigo Travis Mathews, um dia resolveram pegar nessa ideia e recriar esses 40 minutos.

 

Eu pessoalmente não gostei deste filme, documentário, ou seja lé o que isso tenha sido. Achei tudo muito estranho e apesar do filme contar com a presença de James Franco, que a determinada altura explica o porquê de ter criado este projecto, com afirmações que eu até concordei, a verdade é que fiquei com a sensação de que o actor, que por diversas vezes já teve a sua sexualidade questionada, quis realizar um dos seus fetiches, ver um bando de homens a terem sexo ao vivo, de carne e osso, pois tal como ele próprio afirma, filmes pornográficos todos vêm. E o que nem todos tem a possibilidade, é de estarem na rodagem de um desses filmes e foi esse fetiche que ele quis realizar.

 

 

Sem qualquer nexo, eu que sou gay e que também acho que deveria haver mais sexo gay em filmes, achei tudo isso demasiado exagerado.

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