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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

07
Ago17

Experiências gastronómicas: Quinoa

 

Finalmente experimentei a tão falada QUINOA! E o que é que eu tenho a dizer dela? Bem! Vamos por partes…

 

Há já imenso tempo que ouvi falar da Quinoa, muito por causa dos programas que assisto através do 24Kitchen. Na altura, fiquei curioso em relação a ela, pois diziam que a Quinoa era um ótimo substituto do arroz. E como eu adoro arroz, achei que deveria experimentar esta semente. Na verdade, demorei imenso tempo a experimentar e isso porque andei sempre com um pé atrás em relação a ela. À semelhança do que aconteceu com as Papas de Aveia, sempre vi comentários de pessoas que adoravam a Quinoa, assim como também vi comentários de quem detestava e de quem não achasse nada de especial. Todos esses comentários fizeram com que eu ficasse um pouco receoso e na dúvida se devia ou não experimentar. Mas há uns meses atrás, comprei um pacotinho pequeno de Quinoa, e esse pacote lá foi ficando na minha dispensa até ao dia de hoje. Ao dia em que resolvi pegar e experimentar.

 

Receitas com Quinoa é coisa que não falta. Há imensas formas de experimentar a Quinoa, seja mesmo como acompanhamento e substituto do arroz, como também dá para usar ele para almondegas, croquetes, hambúrgueres ou até mesmo saladas. Foi através de uma salada que eu resolvi experimentar. Pesquisei nos meus livros de receitas e em alguns sites, uma boa receita de salada que usasse a Quinoa e optei por usar uma receita da net como base, mas dando uns toques pessoais. O resultado final foi uma SALADA DE QUINOA COM FRANGO, NOZES E BRÓCOLOS. Houve pelo meio uns outros ingredientes, mas no final deste artigo, apresento-vos a receita. E o que dizer em relação a esta salada?

 

Eu adoro frango! Adoro também brócolos! É sem dúvida alguma, a couve que eu mais aprecio. Para além disso eu adoro ainda as nozes. Por isso, juntando tudo numa única salada, achei eu que o resultado seria perfeito, mas… a Quinoa não me convenceu. Logo na hora de cozer a Quinoa e de provar já depois de estar cozida, a coisa não foi muito do meu agrado. Mas resolvi dar um veredicto final, só mesmo quando a Quinoa se juntasse aos outros ingredientes. O problema mesmo foi quando já estava tudo interligado e provei. Aí cheguei mesmo à conclusão de que a Quinoa não era uma coisa que eu quisesse comer com mais frequência. De forma alguma irei conseguir substituir o arroz que eu tanto adoro, por esta semente. Não posso dizer que seja péssima, assim como também não sou capaz de dizer que é deliciosa. Simplesmente achei que é daquelas coisas que se prova e não se dá nada por ela. É insignificante e achei que só os brócolos com o frango e as nozes, fariam uma salada perfeita. A Quinoa não veio a acrescentar nada. E agora que experimentei, será que tenciono voltar a experimentar, dando um uso diferente à Quinoa? Acho que sim! Acho que sou capaz de dar uma segunda oportunidade à Quinoa, nem que seja para fazer uns hambúrgueres que tanta falta me estão a fazer nessa longa caminhada de perda de peso.

 

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E agora sim, como prometi, aqui fica a receita da Salada de Quinoa com Frango, Brócolos e Nozes (e mais ainda alguns restinhos de coisas que estavam no frigorifico). Para a salada vão precisar de: 1 chávena de Quinoa; 1 peito de frango; brócolos q.b; nozes q.b; salsa picada; queijo feta q.b; alho; azeite; sal, pimenta e paprika q.b.

 

E a sua preparação é simples. Basta cozerem a Quinoa como se estivessem a cozer o arroz, ou seja, para 1 chávena de Quinoa, usem 2 chávenas de água para cozer. Tempera-se a Quinoa com uma pitada de sal.

 

O peito de frango é cozido numa água com sal, pimenta e um dente de alho e aproveitando a cozedura do frango, os brócolos são cozidos a vapor. Já com tudo cozido, numa tigela grande, junta-se a Quinoa com o frango cortado aos pequenos cubos, os brócolos igualmente cortados e acrescenta-se os outros ingredientes: nozes cortadas aos pedaços, salsa picada e queijo feta também cortado aos cubos pequenos. Tempera-se tudo com sal, azeite, pimenta e uma pitada de paprika e… está pronto a servir.

 

Para acompanhar esta salada, aproveitei o que sobrou de uma alface iceberg e lá tive o meu almoço. Experimentem e partilhem depois as vossas opiniões…

01
Ago17

Experiências gastronómicas: Papas de Aveia

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Sempre fui pessoa de tomar o pequeno-almoço. Sou incapaz de sair de casa sem o tomar e nos dias em que realmente saio sem parar para tomar o pequeno-almoço, sei logo de imediato que o dia irá ser recheado de muitos erros alimentares. Para não correr esse risco, o pequeno-almoço é sagrado!

 

E falando de pequeno-almoço, ao longo dos anos fui variando muito o meu cardápio. Quando era mais novo, não abdicava do meu leitinho com chocolate e um pão geralmente com muita manteiga, queijo e fiambre. Às vezes tinha a sorte de ter um croissant misto a acompanhar o leite e esses dias eram maravilhosos para mim. Com o passar do tempo, achei que só o pão com o leite não era o suficiente e por isso, fui alternando os dias com o pão com leite e com cereais. Tornei-me fã dos cereais, mas só daqueles para os mais gulosos. Daqueles cereais que têm muitos bonecos pela capa, tipo Chocapic, Estrelitas, Crunch, entre tantos outros. Mas também aí as coisas foram mudando com o tempo. Ao perceber que estava a ganhar peso e ao saber que o pão misto com leite e chocolate e a taça de cereais cheias de açúcar, não eram de todo a refeição mais saudável, comecei a ver os pequenos-almoços com outros olhos. Mantive-me com os cereais, mas desta vez, optei por aqueles cereais sem graça, tipo Fitness, Kellogg´s e a acompanhar com uma peça de fruta. E de há uns tempos para cá, voltei a mudar os meus hábitos matinais. Os cereais mantiveram-se uma vez mais, mas evolui para a granola. E em vez do leite (de vaca) que decididamente eu detesto e faz-me mal, optei por juntar iogurte grego. O problema é que o iogurte grego não é de todo a melhor opção para quem quer perder peso e por isso, voltei uma vez mais a mudar. Eliminei o iogurte, e passei a comer a granola juntamente com leites vegetais. Mas a evolução do meu pequeno-almoço não ficou por aqui. Com a última visita à nutricionista, vi que existiam outras possibilidades saudáveis e que faziam com que eu variasse mais vezes ao longo dos dias.

 

É aí que surge a Aveia na minha vida. Eu nunca tinha experimentado os flocos de Aveia (como agora está muito na moda por causa das papas). Eu aliás já tinha ouvido vários comentários de pessoas que diziam que detestavam, e outras que gostavam assim-assim. Por causa desses comentários, nunca tive grande interesse em experimentar, até porque, desde pequeno eu nunca fui adepto de papas. Mas como eu sou uma pessoa que até gosta de um bom desafio e de experimentar coisas novas, resolvi aderir às papas de Aveia e… não é que eu tenho gostado daquilo?!

 

Bem! Não vou ser falso ao ponto de dizer que aquilo é delicioso. Não é! Mas come-se! É bom e acima de tudo é bastante saciável. Deixa-me satisfeito logo pela manha e é uma ótima alternativa aos habituais pequenos-almoços que eu tinha. É claro que não vou comer Papas de Aveia todos os dias, mas nesse meu plano alimentar, pelo menos duas vezes por semana, as papas estão incluídas no meu menu para o pequeno almoço. O truque para não estar a comer sempre a mesma coisa, é ir variando. E existem várias receitas diferentes de Papas de Aveia, eu inclusive vou partilhar com vocês a primeira de todas que eu fiz. No entanto, em dois livros que eu já comprei “Cozinha Vegetariana para quem quer ser saudável” e no “Cozinha 100% Vegetal e Saudável”, existem outras tantas receitas. É só fazer, experimentar e tornar o pequeno-almoço mais rico e saudável.

 

E se tu és daqueles que também está com um pé atrás em relação aos Flocos de Aveia, não hesites agora em deixar de experimentar. Faz como eu! Aceita o desafio e experimenta. Algo me diz que também irás gostar. E agora sim! Para quem quiser experimentar, aqui fica a receita simples, muito simples de uma Papa de Aveia com Banana.

 

Só precisas de: 6 colheres de sopa de flocos de aveia; 1 banana pequena (ou 1 maça); 150ml – 200ml de água; Canela; limão.

 

E com esses ingredientes só tens que os colocar a todos em lume (brando) e mexer até obter uma papa. Se preferires, podes fazer a papa no dia anterior, guardá-la no frigorifico e aquecer de manhã.

 

Experimenta e depois diz-me qualquer coisa…

21
Jun17

Experiências gastronómicas: Queijo Quark

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Há umas semanas atrás, fui a uma consulta de nutrição oferecida pelo ginásio que eu frequento. Por ser oferecida, não estava muito confiante em relação à consulta, mas acabei por ir, na tentativa de conseguir ajuda a melhorar os meus hábitos alimentares. Numa primeira consulta, a doutora encheu-me de perguntas, para saber aquilo que eu gostava ou não gostava de comer. Para saber quais os meus hábitos alimentares, para ir à balança e estipular objetivos. Depois do interrogatório, agendamos uma nova data, para ir lá buscar o plano de alimentação e foi o que fiz. E com este artigo, não vou ficar por aqui a falar detalhadamente desse plano que aviso desde já não estar a seguir com todo o rigor necessário, irei sim falar-vos de algo que a doutora sugeriu que eu passasse a comer e por isso, aqui vai mais um episódio das minhas experiências gastronómicas.

 

Eu não sou fã do leite. Se tiver que fugir a ele, eu fujo! Odeio leite (de vaca) e muito raramente, só mesmo quando não tenho outras hipóteses, é que recorro ao leite, mas só se for magro. E já tentei beber outros leites – de origem não animal – mas cheguei à conclusão de que também não sou muito fã. No entanto, de há uns tempos para cá, tornei-me fã do Iogurte Grego, aquele mesmo natural e que se vende em embalagens de 1 litro. Para o meu pequeno almoço eu já não dispenso duas colherzinhas de Iogurte Grego com granola e fico satisfeito com isso. Mas, com essa ida à nutricionista, fui recomendado a deixar de lado o Iogurte Grego (por ser mais gordo) e optar por uma solução mais saudável. Solução essa que passa por trocar o Grego pelo QUEIJO QUARK. E o que é que eu tenho a dizer em relação ao Queijo Quark?! É simples! E em uma só palavra eu digo: ODEIO!

 

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Sim! A minha experiência com o Queijo Quark não foi das melhores. Eu, aceitando a sugestão da nutricionista, lá acabei por comprar uma embalagem do queijo (da marca que se vê na imagem) e achando que ia gostar, pois eu acho que já aqui disse uma vez que sou um verdadeiro fã de queijo, experimentei o queijo de diversas formas, mas não dá! Não dá mesmo para comer. Odiei o seu sabor, odiei a sua textura e acreditem ou não, tive que jogar a embalagem no lixo com o queijo ainda a meio, pois aquilo não só foi odiado por mim, como também foi odiado pelas pessoas que vivem comigo. Ninguém gostou! Experimentei com a granola, experimentei sozinho, experimentei com uma tosta, com aquelas tostas de milho e em todas as formas, aquilo tinha sempre um sabor horrível. Um sabor azedo, um sabor a podre e tive mesmo que espreitar várias vezes a embalagem para ver se ainda estava dentro do prazo. Mas estava! E a verdade é que aquilo era horrível. Conclusão: desisti do queijo quark, mantive-me com o grego e se por causa disso eu não vou conseguir perder os quilos indesejados, então vou mesmo é ficar com esses quilinhos a mais.

 

E à semelhança do que aconteceu com o Tofu, que numa primeira experiência eu odiei e numa segunda eu já achei razoável, eu agora fico a pensar, será que com o Queijo Quark o mesmo pode acontecer? É que essa primeira experiência foi horrível. Só de pensar dá-me vontade de vomitar, pois vem-me aquele sabor amargo para a boca, mas… será que devo dar uma nova oportunidade ao queijo? Será que existe por aqui alguém que seja fã do queijo quark e consiga desafiar-me a experimentar novamente? Vou ficar à espera dos vossos comentários.

 

E, entretanto, para quem desconhece por completo o que é o Queijo Quark, aqui fica o link para a Wikipédia da vida, para saberem um pouco mais sobre esse tipo de queijo fresco, que ao que parece, está muito na moda…

12
Jun17

Experiências gastronómicas: Tofu

Já há algum tempo que não passava por aqui, para partilhar com vocês os meus dotes culinários, mas hoje resolvi fazê-lo. Hoje arregacei as mangas, coloquei o meu avental e fui parar à cozinha, para dar asas a uma nova aventura gastronómica. E apesar da receita que resolvi fazer ser algo super, mas mesmo super simples, volto a salientar que foi mesmo uma aventura fazer este maravilhoso Alho-francês com Natas. Ou melhor, o resultado desta receita podia mesmo chamar-se Alho-francês com Natas mas em vez disso, opto por dar-lhe o nome de TOFU COM NATAS.

 

Tofu com Natas.jpg

 

Acho que já aqui mencionei várias vezes que eu não me importava nada de ser vegetariano. Se conseguisse, e talvez se tivesse realmente força de vontade, eu gostaria de abdicar de tudo o que é de origem animal e passar a ser vegetariano. Mas esse é um processo um pouco complicado. Adoro hambúrguer e apesar de já ter ouvido falar que é possível fazer hambúrguer vegetariano e que são uma verdadeira delícia, a verdade é que ainda me sinto agarrado à carne. Por agora sinto que não consigo abdicar de vez da carne, mas tento a todo o custo ter uma alimentação mais saudável e volta e meia, arrisco em aventurar-me nas receitas vegetarianas e saudáveis. E a receita que fiz hoje é isso mesmo: vegetariana e saudável! Bem! Para falar a verdade não é propriamente vegetariana, pois em vez de natas de origem vegetal, eu comprei um pacote de natas normais (de origem animal), pois era a metade do preço. E depois, para fazer o molho bechamel, usei também leite de origem animal. Por isso, não é propriamente 100% vegetariano, mas quem quiser seguir à regra essa receita e torna-la 100%, então é só trocar o leite e as natas por origem vegetal e aí sim, teremos um prato vegetariano.

 

E porquê dar-lhe o nome de Tofu com Natas em vez de Alho-francês com Natas? É simples! Mas primeiro deixem-me contar-vos uma história em relação ao Tofu. Até ao dia de hoje, sempre que me falavam em Tofu, eu revirava os olhos e dizia que não gostava nada daquilo. Sempre gostei de soja e muitas vezes substitui a carne pela soja. Também gosto muito de seitan e há umas empadas de seitan deliciosas que se vendem no Celeiro. Mas Tofu era coisa que não me agradava nem um pouco. Tive uma experiência má em relação ao Tofu há uns anos atrás e por isso, nunca quis arriscar novamente em comê-lo, apesar de muitos serem aquelas que me diziam que era delicioso. Bastava saber tempera-lo, cozinha-lo e o resultado seria opimo. Mas nunca fiquei convencido em relação a isso. E porquê? Ora cá vai então uma pequena história.

 

Tofu2.jpg

 

Há uns bons anos atrás, numa das minhas férias em Itália, numa altura em que eu estava a descobrir e a alimentar ainda mais a minha paixão pelo sushi, fui com a minha irmã a um restaurante que servia comida asiática. Para além do sushi, havia ainda muitos outros pratos que se encontram pelos restaurantes chineses e que basicamente eu já conhecia e gostava. Como aquilo tratava-se de buffet, era só escolher entre uma grande variedade de comida e servir-se à vontade. Pois bem! Juntamente com outros pratos, encontrei por lá uma taça que continha uns belos cubinhos brancos. Ingenuamente, sem saber o que realmente aquilo era, achei que se tratava de queijo. E eu sou fanático por queijo. Adoro! Amo! Como tudo o que é queijo e por isso, achei eu que se tratava de um queijo qualquer e mesmo à bruta, peguei num pratinho pequeno, enchi-o com esses supostos cubinhos de queijo e levei-os para a mesa. E quando tive a infeliz ideia de colocar o primeiro cubinho à boca, deixem-me dizer-vos que tive mesmo vontade de vomitar. Odiei aquilo. Não propriamente pelo sabor, pois ele não sabia a nada, mas mais por causa da sua textura. Achei aquilo nojento e claro, não tive mais coragem de voltar a comer os cubinhos. Deixei-o de lado e apesar da recomendação de que não devíamos desperdiçar comida, aquilo ia mesmo ser dispensado. Só mais tarde é que fiquei a saber que aqueles cubinhos era nada mais nada menos do que Tofu. Tofu no seu estado mais natural possível e desde então, depois dessa experiência, nunca mais quis voltar a repetir.

 

No entanto, há bem pouco tempo, ao trabalhar com uma colega que apesar de não ser vegetariana, aposta muito nesse tipo de comida, ela fez com que eu voltasse a ter curiosidade em relação ao Tofu. Sempre me disse que aquilo era uma delícia e que o importante era mesmo saber temperá-lo e cozinha-lo. Enfim, ela desafiou-me a experimentar e como eu gosto de desafios, num belo dia, lá resolvi comprar uma barra de Tofu. Não comprei daquele todo branco que me fazia ter más recordações. Preferi comprar um que se chama Tofu Primavera, que na sua composição, vem já com azeitonas, pimentos e cenoura. Assim a cru e com algum receio, provei um pouco e acabei por achar que até nem era assim tão mau. E por isso, enquanto fazia aquele que era suposto ser apenas um Alho-francês com Natas, lembrei-me já quase no final da preparação, de que ainda tinha o Tofu no frigorifico e resolvi concluir a receita acrescentando o Tofu. E foi uma boa ideia. Já só com o Alho-francês estava delicioso e acrescentando o Tofu, ficou igualmente delicioso.

 

E como este post já está demasiado longo, vou deixar para um próximo post a receita detalhada deste maravilhoso Tofu com Natas, para quem quiser aventurar-se na cozinha. O resultado final, tenho a certeza absoluta que te vai surpreender a ti e aos teus convidados. E caso não queiras adicionar o Tofu, segue na mesma a receita e basta depois ignorá-lo. E caso ainda sejas um tremendo carnívoro e nem sabes, nem nunca ouviste falar do Tofu, então sugiro-te a conhecer o que é, através do maravilhoso Wikipédia e desafio-vos a provarem…

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