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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

23
Mar17

Hoje só quero a vossa opinião...

Hoje peço-vos ajuda. Gostava de partilhar algo com vocês para depois pedir-vos ajuda, a vossa opinião sincera, quero saber o que acham, o que devo fazer?

 

Há uns dias atrás, voltei a trocar mensagens no Whatsapp com uma pessoa que há muito tempo não falava. Acho que vai fazer um ano em maio que não falava com ele, mas assim do nada, voltei a falar depois de no passado ter feito várias tentativas para manter contacto, e ele sempre a ignorar-me. Eu até já falei dele em vários episódios que tive com ele no ano passado mas entretanto, a coisa não deu em nada. O que acontece agora é o seguinte: um ano depois sem que ele me dissesse nada, ele agora tem insistido comigo para que eu volte a fazer uma visitinha lá a casa dele. Eu sei no que é que vai dar essa visita. Ele diz que é apenas para conversar, meter a conversa em dia e saber das novidades, mas eu conheço-o. Pouco, é verdade, mas eu conheço-o. Sei que chegando lá, ele ia agarrar-me, beijar-me e íamos acabar na cama, sem nem sequer termos a tal conversa. E eu estou chateado com ele. Chateado pelo facto de ele, de um momento para o outro, ter deixado de dar noticias. Sinto que ele agora está carente, da mesma forma que eu também estou, mas será correto estarmos a usar um ou outro. Sim, porque se eu fizer a tal visita a ele, também eu estarei a usá-lo. Por isso eu pergunto: Acham que devo passar pela casa dele? Ou tendo em conta de que eu sei que isso nunca vai dar em nada, devia eu começar a ignorá-lo? O que acham??

25
Jan16

Hoje vou apenas falar do Rui, o homem que me deu sexo maravilhoso...

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Ontem acabei por não ter tempo para continuar a falar do Rui. Tive um dia muito ocupado, muito preenchido e praticamente não tive tempo de me sentar junto ao computador. Mas hoje lá vou continuar. Vou voltar a falar do estranho a quem eu resolvi baptiza-lo de Rui, e que no passado dia 7 de Janeiro, deu-me o melhor sexo de toda a minha vida. Mas aquilo que hoje quero contar, não será propriamente sobre o sexo em si, pois quanto a isso, acho que já falei de mais e fui até bastante gráfico em relação a ele. Hoje prefiro falar é sobre o que surgiu depois dessa noite maravilhosa de sexo.


 


Por norma, e quem costuma encontrar-se com pessoas através desses sites e apps de engates, deve concordar com o que vou dizer agora. Assim que o encontro sexual termina, cada um vai à sua vida e não há um segundo encontro. Por muito bom que tenha sido, por norma, aqueles que realmente procuram só sexo e nada mais do que sexo, não vão querer repetir a experiência com a mesma pessoa duas vezes. Preferem voltar ao engate e encontrarem outro tipo para o sexo sem compromisso. Eu, claro! Depois de ter passado pela melhor experiência sexual de toda a minha vida, queria obviamente voltar a estar com o Rui. Aliás! Naquela mesma noite, quando cheguei a casa e deitei-me, só tinha um único pensamento: eu preciso voltar a estar com ele. Preciso voltar a beijá-lo, a ter aquele seu maravilhoso pénis nas minhas mãos e senti-lo todo dentro de mim. Naquela noite nem consegui dormir, tamanha era a excitação e ansiedade mas... apesar de querer muito voltar a estar com ele, eu sabia que isso não voltaria a acontecer. O Rui com certeza, no dia a seguir iria era querer encontrar um outro passivo para satisfazer-se e quanto a isso, eu nada podia fazer mas... afinal eu estava enganado.


 


No final do nosso encontro sexual, o próprio Rui disse para mantermos contacto. Para assim que eu quiser, mandar-lhe mensagens e por isso, durante o almoço do dia a seguir, foi isso mesmo que fiz. Sem saber muito bem o que escrever, tomei a decisão de enviar-lhe uma mensagem. Nela eu dizia que tinha adorado a noite passada, tinha adorado estar com ele e que iria adorar ainda mais se voltasse a encontrar-me novamente com ele. Ao carregar no botão ‘enviar’ e ao ver a mensagem a ser enviada, eu sabia que ele iria ignorar. Talvez nem iria ler e por isso, dali não iria receber nenhuma resposta mas afinal, aquilo que aconteceu a seguir, simplesmente surpreendeu-me. Sem que eu esperasse uma resposta sua, ele logo de seguida, enviou-me mensagem a dizer o seguinte: «Também gostei muito!... Sim! Quero mais!!! Hoje podes? Deixa ver a que horas estou despachado e depois podias ir lá ter!!» E claro! Depois de ler esta mensagem, o meu coração encheu-se de alegria. Fiquei super feliz e as horas que se seguiram foram de muita ansiedade. Estava louco para voltar a estar com ele. Doido de desejo e por outro lado, estava sem saber o que fazer. Aquilo para mim era algo novo. Estava a pisar um terreno que eu desconhecia e que não sabia para onde iria me levar mas o que mais me interessava naquele momento, era aproveitar tudo, mas mesmo tudo ao máximo.


 


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Nessa noite, de 8 de Janeiro, lá fui então novamente ao seu encontro. Desta vez, fui eu próprio com o meu carro até à sua casa. Quando lá cheguei, fui logo recebido por beijos e abraços e isso fez-me sentir bem. Percebi que naquela noite ele estava demasiado cansado, pois tinha dormido poucas horas e fiquei ainda a saber que ele sofre do mesmo mal que eu, a renite alérgica. Ou seja, naquela noite ele não estava muito bem mas mesmo assim, a sua vontade para o sexo era tanta que o seu desempenho foi novamente maravilhoso. Uma vez mais, o Rui tratou de mim com todo aquele carinho e agressividade que eu tanto adoro e ele, com toda a sua força, com toda a sua potencia e virilidade, encheu-me de prazer e escusado será dizer que o sexo foi... uma coisa do outro mundo! Aquele homem sabe mesmo como satisfazer uma passiva louca como eu e... enfim, naquele momento, quando ele gozou e deitou-se por cima do meu corpo, já eu estava completamente rendido ao Rui. Completamente fascinado e... Era um homem assim que eu queria para a minha vida.


 


Talvez, quem esteja a ler todo esse meu relato de como foi esse encontro maravilhoso com o Rui, deve estar agora a achar que eu estou verdadeiramente apaixonado por ele mas não! Vamos com calma ok?!! Claro que o Rui não me é indiferente e depois daqueles dois dias seguidos, nós temos trocado algumas mensagens e já houve até um terceiro encontro, igualmente maravilhoso mas... Eu ainda pouco ou nada conheço sobre o Rui. Se eu realmente quisesse me apaixonar por ele, seria praticamente impossível pois ele não dá liberdade para isso. Eu para me apaixonar, antes de saber apenas que ele é óptimo no sexo, preciso conhece-lo melhor. Saber o que faz, saber o que gosta, saber o que quer, enfim! Eu não me posso só apaixonar pelo seu corpo, pelo seu pénis que me dá tantas alegrias. Eu preferia conhece-lo um pouco melhor mas... Nesses três encontros sexuais que já houve, o último foi no passado dia 23, a coisa não passou para além do sexo. Houve uma conversa curta mas o sexo, ocupou grande parte do tempo em que estivemos juntos. Eu já tentei ter um diálogo mais longo com ele mas tenho receio, muito medo de o assustar com as minhas paranóias. Gostava de saber o que é que ele pretende de mim. Se comigo quer apenas sexo ou se tal como eu, procura algo mais. Eu gostava de abordar esse tema com ele mas não o quero assustar. E para além disso, aquilo que tenho tido com ele tem sido tão bom que eu acho que também não quero estranhar tudo mas... Eu adorava ter um namorado. Um homem com quem dormir lado a lado. Dormir de conchinha, com ele a abraçar-me por trás. Queria ter um namorado para começar o dia da melhor forma, com um sorriso dele, um beijo e sexo logo pela manha. Sonho em ter um namorado, para durante o dia, ficar o tempo todo a pensar nele, a trocar mensagens de amor com ele e a desejar para que o dia de trabalho termine o mais rápido possível, para voltar para casa e esperar por ele. Um namorado que todos os dia iria encher-me de mimos, oferecer-me rosas, passear comigo, ir ao cinema, ao teatro, ir a restaurantes, viajar com ele. Um namorado que visse os filmes em casa comigo, sentado no sofá e agarradinho a mim, que fosse às reuniões chatas de família comigo, enfim... Por agora estou a sonhar mas ainda tenho esperança de que tudo isso ainda venha a acontecer na minha vida. Se não for com o Rui, poderá ser com qualquer outro homem que ainda não tenha tido a sorte de me encontrar.


 


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E por hoje é isso! Chega de falar do Rui. Chega de falar dessa minha aventura sexual. Chega de tanta conversa. Vou agora preparar-me para sair, pois daqui à pouco, se a minha irmã aceitar em vir comigo, vou ao cinema ver o novo filme do Leonardo DiCaprio. Na verdade preferia ver “A Rapariga Dinamarquesa” mas esse fica para outro dia.


 


Beijos e abraços e... com muito juizinho na cabeça e sempre prevenido, não hesitem em aventurarem-se por aí. Às vezes faz bem e a sensação é sempre muito boa.

23
Jan16

Vamos (continuar a) falar de sexo? (Para talvez hoje terminar de falar sobre isso?)

Vamos falar de sexo5


 


O texto que se segue, continua a apresentar um conteúdo não apropriado para menores de 18 anos. E agora que o aviso está feito, deixem-me continuar a contar-vos essa minha aventura com um estranho chamado Rui. E que Rui!! Confesso que antes de conhecer o Rui, não sabia que existia homens capazes de aguentarem tanto tempo no sexo. Sim! Tanto tempo mesmo e sem gozar! Pois o que eu vou agora dizer, pode parecer um exagero mas não! De exagero não tem nada! Com o Rui, tive mesmo mais de uma hora sem parar, sempre a ser penetrado por ele e o Rui, sempre ali, disposto a penetrar-me ainda mais. Mais de uma hora! Pelo menos para mim, foi algo inédito. Nunca tinha estado com um homem que aguentasse tanto tempo no sexo. Mas a experiência foi boa. Foi maravilhosa! Confesso que fiquei todo arrebentado com tanta penetração mas... só de pensar e de relatar esses momentos, tenho imensa vontade de ser novamente todo arrebentado.


 


E com mais de uma hora a ser penetrado pelo Rui, tivemos que ser criativos e experimentar várias posições. Naquela noite, acho que coloquei em prática, várias posições do kamasutra gay. Posições essas que nunca tinha experimentado com outros homens e posições essas que foram agradáveis de experimentar. Até hoje, sempre que fui penetrado por um homem, ou estava de quatro, de costas para ele (que eu adoro!), ou então, estava deitado de barriga para baixo e com ele em cima de mim a penetrar-me sem parar. Com o Rui, passei também por essas posições mas é das outras que eu vou lembrar mais.


 


Naquela noite, pela primeira vez, sentei-me literalmente em cima de um pénis. Sim! Ele deitou-se na cama e pediu para eu me sentar em cima dele. No inicio confesso que fiquei um pouco sem graça, sem jeito mas lá consegui. Sentei-me bem encaixadinho no seu pénis e cavalguei feliz por cima dele. Fiz isso de frente para ele e também de costas para ele. Experimentamos de tudo! A posição de ‘frango’ também não faltou. Eu, de pernas para o ar e a receber o seu pénis em todo o seu esplendor. Enfim! Já viram aqueles filmes pornográficos onde o homem activo faz gato sapato do homem passivo?! Pois bem! Eu senti-me num desses filmes pornográficos. Um filme onde o activo penetrou-me a torto e a direito e eu, sem receio gemi e gemi bem alto, pois ele disse-me que não havia o risco de os vizinhos ouvirem. E durante todo o tempo dessa penetração, ele deu-me com cada estocada que por momentos eu acho que até vi estrelas. Ele encaixou todo o seu pénis dentro de mim e aquele misto de dor e prazer deixava-me completamente louco. Às vezes o Rui era delicado e fazia-o com calma mas outras vezes, ele dava-me com toda a força e eu confesso que era assim é que gostava mais. E depois de um momento de mais agressividade, ele voltava a fazer as coisas com mais calma, tudo isso para não gozar logo de imediato e a coisa durar muito mais tempo. E durou! Durou e eu amei. Beijos não faltaram durante a penetração, lambi os dedos todos da sua mão enquanto ele usava e abusava de mim e até mesmo os dedos dos seus pés vieram parar à minha boca. Aliás! Esse foi o momento final. Depois de mais de uma hora a levar com ele, houve um momento em que ele deu-me com toda a força. Mas antes ainda perguntou se podia gozar dentro de mim, ou se eu queria que ele gozasse cá fora. Para ser sincero, eu preferia que ele tivesse gozado fora. Gozado na minha barrinha ou no meu rosto, pois se há coisa que eu adoro, é ver um homem a gozar depois de um momento de sexo. Esse é o meu orgasmo. É ver eles atingirem o clímax e a depositarem todo aquele líquido maravilhoso em cima de mim mas... naquele momento, o meu cu não queria de forma alguma deixar de receber aquele seu maravilhoso pénis. Por isso deixei que ele gozasse dentro de mim. Mas antes disso, ele deu-me forte e feio, colocou o seu pé junto à minha boca, e eu não resisti em chupar os seus dedos. E quando comecei a chupar, foi então que ele começou a gemer, a contorcer-se todo mas sempre sem parar de me penetrar. Por momentos pensei que lhe faltava o ar, pensei que ele estava para morrer mas não! Ele estava apenas a atingir o clímax daquele momento, em todo o seu esplendor. Quando a coisa ficou mais calma, ele, sem nunca tirar o seu pénis dentro de mim, deitou-se por cima de mim e lá ficou. Os nossos corpos molhados ficaram ali, colados um ao outro e a nossa respiração juntou-se numa só. Nessa posição ficamos uns bons minutos e nesse momento, senti o meu mundo desabar.


 



 


Antes do sexo, que é realmente tão bom e naquela noite eu pude recordar o quanto eu gosto dele, eu antes disso, dou mesmo mais valor aos sentimentos, ao amor. Aquilo que eu queria, aliás, aquilo que eu mais gostava de ter era um namorado. E naquele momento, quando ambos começamos a respirar de forma mais calma, eu senti imensa falta de ter esse namorado. Confesso que quase chorei naquele momento. De felicidade mas também de tristeza. Sim! De tristeza porque tudo o que eu não queria naquele momento era terminar tudo por ali e ir embora como se nada tivesse acontecido. Aquilo que eu queria era ter a certeza de que iria ter a sorte de todas as noites, passar por momentos assim. Queria ter um namorado que todas as noite tivesse sexo comigo. Que todas as noites me beijasse, me penetrasse de forma carinhosa e agressiva e depois, no final deitasse em cima de mim e adormecesse ainda com o seu pénis dentro de mim. Isso era o que eu mais queria e só o facto de saber que aquele momento tinha já acabado e que tão cedo não voltaria a repetir, deu-me vontade de chorar. Mas não! Não quis passar vergonha à frente do Rui. Consegui conter-me e aproveitei ao máximo cada segundo daquele momento lindo. Do momento em que ele deitou-se por cima de mim, completamente esgotado mas muito satisfeito.


 


Passado um tempo ele levantou-se e foi até a casa de banho. Naquele momento percebi que tudo tinha acabado. Agora, assim que ele saísse da casa de banho, iria despedir-se de mim e depois, cada um ia à sua vida mas... o que aconteceu a seguir foi algo... fora do normal. Fora mesmo!! Quando ele saiu da casa de banho, perguntou-me se eu também queria ir e eu acabei por ir. Lá, assim que olhei-me ao espelho, vi um outro ‘eu’. Um ‘eu’ mais feliz, rejuvenescido e até mais magro, mais bonito, mais sensual. Sentia-me bem! E apesar de achar que depois de sair da casa de banho, iria vestir-me e ir embora, eu estava com um sorriso no rosto. E para mim aquilo era o mais importante no momento.


 


Quando saí da casa de banho, pensei encontrar o Rui já vestido e pronto para se ver livre de mim mas não. Ainda completamente nu, ele estava deitado na cama e quando me viu, pediu para me deitar ao seu lado. Eu deitei e apesar de saber que ele estava completamente esgotado, deitado ao lado dele eu não resisti em querer ter o seu pénis novamente na minha mão. Naquele momento queria aquele pénis só para mim e nunca mais larga-lo. Brinquei com o seu pénis e quando dei por mim, com a ajuda da minha mão, o seu pénis já estava novamente erecto, lindo e pronto para uma nova acção. Enfim! Depois de o sentir novamente duro na minha mão eu não consegui resistir. Tinha que chupar novamente aquilo e foi exactamente o que fiz logo a seguir. Ele, quando me viu já de boca cheia, sorriu para mim e questionou-me se eu ainda não estava suficientemente satisfeito. De boca cheia não consegui responder mas da forma como o chupava, ele rapidamente percebeu que não, eu não estava satisfeito. Aliás! Insatisfeito como sou, acho que só fico bem se tiver um pénis para chupar todos os dias. E como isso não acontece sempre, eu tinha era que aproveitar aquele momento ao máximo. Se ele estava de pau duro, eu não tinha outra solução se não chupar. Chupar que nem um doido a morrer de sede. Depois de um tempo, ele fez com que a minha boca se juntasse à sua e depois perguntou-me: “Aguentas mais uma?!” E eu, limitei-me a acenar afirmativamente com a cabeça, não tendo bem a certeza se aguentaria realmente mais uma. É que para mim tudo aquilo era novo. Para além de já ter tido a melhor experiência sexual de toda a minha vida, nunca tinha passado por uma experiência de repetição. Nunca um homem me tinha penetrado duas vezes seguidas num tão curto espaço de tempo. Mas se ele estava afim, quem era eu para recusar um bis?! E quando dei por mim, ele levantou-se da cama, agarrou-me pelas ancas, colocou-me de quatro e sem dó nem piedade, enfiou de imediato o seu pénis pelo meu cu a dentro. Naquele momento tenho mesmo a certeza que vi estrelas, pois a dor da entrada bruta foi tanta que eu até quase chorei mas... apesar da muita dor, o prazer foi maior ainda e... Oh Good! Que sensação boa! Que momento maravilhoso! Apesar de ambos estarmos completamente estafados, ele fez-me repetir tudo o que já tinha passado antes. Ou seja, voltei a levar com ele nas diversas posições, de forma carinhosa e de forma agressiva. Ele fez-me suplicar para não parar, para não tirar o seu pénis de mim, para me foder sem parar e apesar desse segundo round não ter durado mais de uma hora, durou na mesma o tempo suficiente para eu me sentir arrebentado e ao mesmo tempo realizado.


 



 


Ao fim de um tempo, onde ele apoderou-se por completo do meu cu, da mesma forma que a primeira vez, ele gozou dentro de mim. Gemeu, ficou sem fôlego e morto estendeu-se em cima de mim. E assim ficou durante mais um tempo. Até ao tempo em que ambos conseguimos respirar mais calmamente. E desta vez ele estava mesmo morto e a cair para o lado, pois quando tentou levantar-se, teve uma ligeira tontura e precisou do meu apoio para ir até à casa de banho. E lá, eu o vi a tomar um banho rápido e foi só nesse instante é que eu percebi que a noite tinha chegado ao fim. O sonho terminou e agora sim, cada um ia à sua vida.


 


Pelo chão da sala procurei as minhas roupas e vesti. Ele fez o mesmo depois do banho. Surpreendeu-se por já passar das duas da manha e disse que assim que me deixasse em casa, iria depois tomar um antistaminico e dormir, pois às seis da manha teria que já estar de pé. E sim! Ele foi mesmo um cavalheiro e levou-me não até à porta da minha casa, mas sim até ao local onde tínhamos marcado o encontro, que para falar a verdade, ficava a cinco minutos da minha casa. Com um beijo despedimo-nos com a promessa de que iríamos manter contacto e depois... Bem! Depois cada um foi mesmo à sua vida.


 


E agora, todas essas recordações estão a deixar-me um pouco em baixo. Receio que ainda não é hoje que irei terminar de falar sobre tudo o que aconteceu com o Rui. Sim porque eu ainda tenho mais algumas coisas para falar. Poderá não ser de sexo mas amanha vou voltar a tocar no assunto Rui, pode ser? Vocês vão voltar para saber o que mais há para contar? Eu acho que sim!!!


 


E calma! Apesar de estar um pouco em baixo, eu não estou deprimido e olha que eu acho que ainda tenho muitas coisas (boas) para contar...

22
Jan16

Vamos falar de sexo? (Agora sim!!)


 


O texto que se segue apresenta um conteúdo não apropriado para menores de 18 anos. E agora que o aviso já foi feito, vou começar de onde ontem terminei.


 


Depois de muitos beijos e amassos, a minha fome e a minha sede já era tanta que não hesitei em passado um tempo, ajoelhar-me para maravilhar-me com aquele seu membro delicioso. Um membro não muto grande, não muito pequeno, enfim... aquele pénis tinha o tamanho ideal para mim e se tê-lo na minha mão já me deixava num estado de felicidade bem elevado, tê-lo na minha boca foi algo do outro mundo. Já há muito que não tinha o prazer de presentear a minha boca com uma maravilha como aquela e por isso, fui com toda a sede ao pote e deliciei-me. De joelhos, chupei o seu pénis, lambi o seu corpo e passado um tempo, ele agarra-me pelos braços, faz com que eu me levante e beija-me novamente com muito fervor. Depois perguntou-me se eu queria ir para o quarto, coisa que eu disse logo de imediato que sim. Ele então sem demoras, virou-me de costas e abraçou-me, fazendo com que o seu pénis ficasse a roçar no meu rabo, a roçar por entre as minhas pernas e quando chegamos ao quarto, ele atirou-me para a cama e deitou-se por cima de mim, com aquele seu membro maravilhoso a roçar bem próximo do meu cú. Por momentos achei que a vontade de ele me comer já era tanta que ia já ali me penetrar a torto e a direito mas não! Antes do acto em si da penetração, ele tencionava ainda brincar muito com o meu corpo.


 


Eu já não sou novo nestas andanças do sexo. Infelizmente comecei cedo (ou talvez, aos 18 anos já comecei tarde de mais) e já passei por muito. E já passei por muitos homens, todos eles muito diferentes, que em alguns casos, foram perfeitos para matar a minha fome mas até àquela noite, nunca tinha estado com alguém que me tratasse de forma especial. Por norma, nesses encontros esporádicos, eles querem penetrar, gozar e depois vai cada um à sua vida. Com o Rui foi diferente! Ele tratou-me de um modo especial. De um modo como eu adorei ser tratado. Com ele, eu senti que a preocupação dele não era a de satisfazer-se a si próprio. Ele estava também preocupado se com aquele momento, eu também teria prazer. Se tal como ele, se eu estava também a desfrutar daquele momento mágico e sim! Eu estava! O Rui tratou-me e cuidou de mim de um modo como nenhum outro me tratou e agora vocês devem estar a achar que com isso, eu já fiquei apaixonado. Com certeza devem estar a achar que eu já encontrei o meu príncipe encantado mas não! Vamos com calma ok?! O que aconteceu naquele quarto não foi amor, não foi paixão, foi apenas sexo. Puro sexo e nada mais! Mas claro, não vou mentir-vos. O meu ‘eu’ mais intimo corre o risco de ficar perdidamente apaixonado só por causa daquele momento de sexo mas não, isso não vai acontecer. Primeiro porque ele não dá liberdade para isso e segundo, porque o meu ‘eu’ mais racional também não permite que algo assim aconteça de repente na minha vida. Mas continuando...


 


Sem qualquer receio, sem qualquer tipo de nojo, os lábios, a boca e a língua do Rui percorreram cada canto do meu corpo. E sempre que sentia a sua boca quente tocar na minha pele, as suas mãos a agarrarem nela, eu delirava de prazer mas o momento mais alto foi mesmo quando ele começou a brincar com o meu cu. Primeiro com os dedos marotos que entravam e saiam para me provocar e depois com a boca, com a língua... oh Good!! Acho que estou a ser demasiado gráfico e acho que estou a ficar excitado com todas essas lembranças mas... Prometi que ia falar de sexo não prometi?! E olha que isso não é ficção! Não é fruto da minha imaginação não! O que eu estou para aqui a contar, felizmente aconteceu realmente comigo e espero que também aconteça com aqueles que estão agora a ler este artigo. Sim porque, caso ainda não tenham tido a oportunidade de ter um homem a beijar, a lamber, a enfiar a língua pelo teu cu a dentro, deixem-me que vós diga que não sabem aquilo que perdem. A sensação é boa, boa demais! É indescritível! E enquanto ele brincava com o meu cu e deixava-me já preparado para receber o seu membro maravilhoso e em ponto de bala, eu, através da posição 69, chupava-o todo. Que sensação!!!


 



 


Depois daquele momento, o meu cu já estava mesmo pronto e cheio de vontade de o receber cá dentro mas não, ele ainda não quis me penetrar. Antes disso, ainda trocamos alguns beijos, ele continuou com as suas mãos e a sua boca a percorrer o meu corpo e como ele percebeu que eu adorava chupar o seu pénis, ainda deu-me a oportunidade de chupar mais um pouco. E a minha cede era tanta que ele teve mesmo que pedir para que eu fosse com mais calma, porque se não, ele não iria aguentar e vinha-se naquele momento, coisa que ele não queria ainda que acontecesse. Antes do seu líquido precioso saltar cá para fora, ele ainda tencionava fazer muitas coisas comigo. E agora sim, passando à parte do sexo anal, depois de muito deliciar-me com o seu pénis, ele disse-me que já estava doido para me comer. Virou-me de costas e preparou-me para receber o seu pénis, que apesar de não ser monstruoso, impunha algum respeito e eu confesso que naquele momento, fiquei um pouco assustado. Nas minhas últimas relações sexuais, a coisa não tinha passado do sexo oral. Há muito tempo que o meu cú não recebia uma visita e estava com medo. Medo da dor! Medo de não aguentar com aquele pénis, que sim! Até tinha uma cabeça grande. Tinha medo de não conseguir satisfazer-lhe e desistir logo de imediato. Ele com calma e com todo o carinho do mundo, lá fez a primeira tentativa de entrada mas quando senti aquela cabecinha a querer entrar, eu confesso que fugi. Senti que não estava preparado para aquela dor. Disse-lhe que já há muito não passava por isso mas ele pediu-me para ter calma. Para relaxar, que eu ia gostar e de que ele ia com toda a calma do mundo. Olha! Só vós digo que quando dei por mim, o seu maravilhoso pénis já tinha ultrapassado todas as barreiras e já estava bem alojado no meu cu. Claro que no inicio foi doloroso mas o que é bom, é que essa sensação de dor vem sempre acompanhada de uma sensação muito prazerosa e por isso, eu estava simplesmente maravilhado. Quando ele começou com aquele vai-vem lento, apenas para que o meu cu se acomodasse com aquele ser estranho dentro de mim, já eu estava completamente rendido. Já eu desejava para que o seu pénis nunca mais saísse de dentro de mim, enfim... Escusado será dizer que aquele momento foi... acho que nem tenho palavras!. Pois! E hoje de facto receio que já não tenho mais palavras. Lamento mas o resto da noite terá que ser contada apenas amanha. Agora tenho outros afazeres, como por exemplo, tomar um banho bem gelado para ver se apago este fogo que há dentro de mim. Mas fora de brincadeira, de momento não tenho mesmo mais tempo para continuar a escrever. São 3 da tarde e eu ainda estou de pijama. Tenho que tomar banho, vestir-me e perfumar-me, pois mais logo vou ter que sair e... perguntam vocês: sair para onde? Ou melhor! A questão aqui nem é o sair mas sim o com quem eu vou-me encontrar. E com quem será?! Bem! Isso são conversas para outros dias...


 


E calma! Prometi que falava de sexo e hoje já falai de sexo, não falei? Mas amanha vou continuar a falar, pode ser?!

21
Jan16

Vamos falar de sexo?


 


Sim! Hoje vamos mesmo falar de sexo! Mais propriamente do sexo que aconteceu comigo há uns dias atrás e que eu estou doido para vos contar como foi. É estúpido! Eu sei mas... quero deixar esse momento registado para que nunca mais me esqueça de como o sexo é bom! Muito bom! E faz bem ao coração, à alma, à pele, a tudo! O sexo rejuvenesce uma pessoa e é assim que eu me sinto, um tonto rejuvenescido. Mas quem é que não fica assim, com um ar tonto depois de passar óptimos momentos com um homem?


 


2015 que já lá vai longe, não foi um ano muito bom para mim em termos de relacionamentos. Para falar a verdade, também não foi um ano em que eu tivesse procurado muito por eles. Foi de facto o ano em que aderi a algumas apps de engate, como o Gaydar, o Grindr e o Badoo (como já aqui falei) mas nem por isso, foi um ano repleto de relacionamentos. E porquê? Bem porque aquilo que eu andava à procura não era compatível com aquilo que a maioria queria. Apesar de sentir falta do contacto de um homem, do corpo a corpo e de todas as sensações que o sexo proporciona, a verdade é que eu andava à procura de algo mais sério. De um relacionamento que não começasse logo com uma ida para a cama, para ambos conseguirmos prazer um com o outro. Eu não queria isso. Queria (e ainda quero!) conhecer um homem que goste de falar, que goste de dar tempo para nos conhecermos melhor, que goste de uma noite romântica, com um jantar especial, uma ida ao cinema, ao teatro, dar um passeio e que tal como eu, goste de estar no conforto do sofá, agarradinhos um ao outro, a ver qualquer programa que seja na TV. Ou seja! Aquilo que eu realmente procurava (e ainda procuro!) era um namorado. Um homem com quem eu pudesse compartilhar os bons e os meus momentos da minha vida mas... que estúpido que eu sou! Obviamente, tal como já aqui falei, não seria através dessas apps que eu iria encontrar esse homem. Esse príncipe encantado que eu insisto em dizer que será um príncipe, apesar de já saber que os príncipes não existem. Aquilo que os homens procuram nessas apps é sexo! Puro sexo e nada mais do que sexo. E mais uma vez eu digo: aquele que disser o contrário está apenas a mentir. O sexo é aquilo de que todos andam atrás e como em 2015 eu não estava muito virado para isso, optei por não aventurar-me nesses encontros esporádicos e repentinos.


 


No entanto, 2016 começou e no passado dia 7 de Janeiro algo de diferente aconteceu. Na esperança de encontrar o meu príncipe, nesse dia à tarde resolvi ligar-me ao Manhunt para ver quem lá andava. Nesse dia, a intenção era mesmo aliviar-me do stress. Esquecer um pouco o stress do trabalho, o cansaço, a monotonia da rotina diária e encontrar alguém com quem realmente tivesse um momento de sexo, por muito breve que fosse. E durante toda à tarde andei nessa procura. E quando já achava que ninguém iria ser merecedor da minha companhia, sou abordado por um homem que mete conversa comigo e que despertou o meu interesse. Nesse pequeno diálogo, fiquei a saber que esse homem morava bem próximo de mim, que tinha 45 anos e que tal como eu, queria sexo real naquele preciso momento. Sem hesitar, até porque eu estava mesmo necessitado do contacto humano, marcamos um encontro à noite ao pé da minha casa. Claro que estava nervoso! Claro que passou-me pela cabeça desistir e não aparecer no local! Claro que condenei-me a mim próprio por estar a fazer aquilo que todos fazem e que eu tanto critico, que era procurar sexo, apenas por sexo mas... Deixei os nervos de lado, apareci no local e não me arrependo do que aconteceu nos minutos e horas a seguir. E para todos os efeitos, vou agora baptizar esse homem como Rui e vou agora contar-vos como foi essa minha aventura com o Rui.


 



 


À hora marcada ela lá chegou no seu carro. Eu entrei e de imediato surpreendi-me. Apesar de ter dito que tinha 45 anos, o Rui não aparentava ter a idade que tinha. Muito pelo contrário! Tinha um ar jovem, um ar cuidado, um ar atraente, parecia mesmo um jovem de 20 e poucos anos e isso agradou-me. Não que a idade seja um entrave para ter sexo com um homem mas como sabemos, às vezes há homens que apesar de jovens, parecem tão acabados que... enfim! Esse não era o caso do Rui. Depois de entrar no seu carro, ele perguntou-me se queria ir com ele até à sua casa e eu não recusei. E durante a viagem, tanto ele como eu, pouco ou nada dissemos. Apenas houve vários cruzares de olhar até que, passado um tempo, numa estrada bem escura e deserta, ele para o carro e sem demoras agarra-me para poder beijar-me. Confesso que naquele momento fiquei um pouco assustado, até porque o próprio cenário era assustador mas não houve razões para tal. Ele apenas quis beijar-me, tocar-me e eu retribui os beijos, retribui as carícias e quando ambos quebramos o gelo, ele voltou a ligar o carro e prosseguimos viagem, cada um com um sorriso no rosto. De mãos dadas ele levou-me até à sua casa onde lá, eu sabia, eu tinha a certeza que magia ia acontecer. Só não sabia que essa magia fosse tão espectacular.


 


Assim que entramos no seu pequeno apartamento, onde apenas era iluminado pela luz de um candeeiro na sala e pela televisão no quarto, ele não esperou e agarrou-me com força para poder beijar-me e percorrer a sua mão por todo o meu corpo. A vontade de me comer era tanta que ele sem demoras começou a tirar a minha roupa e eu não fiquei atrás. A minha mão percorreu todo o seu corpo e sem demoras também comecei a despi-lo. E quando já ambos estávamos nus e aos beijos sem parar, eu senti todo aquele seu calor, toda aquela sua força e claro, tontinho como sou, naquele momento eu já dava-me por satisfeito. Naquele momento achei que já nem valeria a pena a penetração, o sexo oral ou um orgasmo, pois só com o facto de ter aquele seu grande membro erecto na minha mão, eu já estava a sentir-me a pessoa mais feliz do mundo. Pois é! Eu sou mesmo assim! Às vezes contento-me com pouco, quando na verdade posso ter muito mais. E ainda bem que naquela noite tive muito mais! Naquela noite lembrei-me de como o sexo é realmente bom! E foi tão bom que nem tenho palavras para descrever como foi. Felizmente não foi daquele sexo que em três tempos, o gajo vem-se num instante e depois, com um aperto de mão despede-se de nós e vai cada um à sua vida. Felizmente, os minutos, as horas que se seguiram foram... enfim! A troco de nada, o Rui ofereceu-me o melhor sexo de toda a minha vida e não, não estou a exagerar! O momento foi mesmo muito bom, tão bom que agora já nem tenho mais palavras para vos contar como foi. Receio que o resto dessa minha aventura vá apenas contar-vos no dia de amanha  e... olhem que amanha tenho muito, mesmo muito para contar.


 


E calma! Prometo que amanha vou mesmo falar de sexo...

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