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MORE

Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

29
Set17

Kaboom - Alucinação | +Filme

(clica nas setas ao lado para ver mais fotos do filme)

 

Título original: Kaboom | Ano: 2010 | Origem: USA | Género: Comédia, Mistério, Romance | Realizador: Gregg Araki | Elenco: Thomas Dekker, Haley Bennett, Chris Zylka, Juno Temple | Mais informações no IMDb | Classificação: 3 estrelas

 

Sinopse do filme: Smith tem 18 anos, saiu recentemente de casa para morar no dormitório da faculdade, curte rapazes (em especial seu companheiro de quarto, Thor), mas não recusa garotas, e tem uma imaginação muito fértil.

 

kaboom_poster.jpg

 

A minha opinião: Todo o filme é muito estranho. As alucinações do jovem Smith são uma coisa do outro mundo. Até parece que fumamos uma ganza e estamos a ver algo fora do normal, não querendo dizer que o filme seja mau de todo. Há ali cenas que se aproveitam e o jovem Thomas Dekker está muito bem no papel de Smith, mas a verdade é que o filme não convence. É demasiado alucinante e tem um desfecho que... enfim, é mesmo kaboom. No entanto, se não esperarmos muito do filme, se não tivermos demasiadas expectativas em relação a ele, podemos aqui assistir a uma boa comédia. Não será de todo uma perda de tempo, será entretenimento pois num todo, o filme até é mediano. Tem boas interpretações, o argumento é estranho parece ter sido pouco elaborado, mas vale a pena ver.

16
Set17

Handsome Devil | +Filme

 

Sinopse: Ned e Conor são pessoas completamente diferentes, com personalidades como água e vinho. Um é uma estreja do rugby super popular do time, o outro é considerado um perdedor por todos. A contragosto, eles são forçados a dividir um quarto em sua escola e, inesperadamente, formam uma amizade improvável.

 

Handsome-Devil-poster.jpg

 

MORE review: Este é mais um filme que facilmente encontras no catalogo da Netflix e à semelhança de outros filmes temáticos que estão pelo Netflix, este é mais um filme que vale a pena assistir. O filme está querido, muito giro e apesar da homofobia estar presente em quase todo o filme, chega a haver momentos engraçados, momentos ternurentos, momentos que merecem a nossa atenção. Eu gostei! Não é assim um filme 5 estrelas, mas para ver em família, para ver com amigos, ou até mesmo para ver sozinho, este filme pode ser uma óptima opção para quem não tem o que ver. A história está muito bem contada, todo o elenco fez um belissimo trabalho e o modo como as diversas formas de homofobia estão retratadas neste filme, foram feitas com grande mestria. Aqui, a brincar se falou sério, muito sério!

 

 

Um breve à parte: E se antes eu já gostava de ruivos, com este Fionn O'Shea (que interpreta o jovem Ned), eu fiquei a gostar ainda mais. O jovem é um querido! Querido também é o ator Andrew Scott, que mais uma vez interpreta de forma exemplar, o papel de um homossexual (e será que ele é mesmo gay de verdade?). E para os que procuram cenas de sexo, nudez e muitos beijos, lamento desiludir, mas este filme não traz nada disso. É um filme inocente, mas com uma história interessante.

 

Mais informações em IMDb  |  Filme 3 ESTRELAS

10
Set17

O Plano B | +Filme

(clica nas setas ao lado para ver mais fotos do filme)

 

Título original: Plan B | Ano: 2009 | Origem: Argentina | Género: Comédia, Drama, Romance | Realizador: Marco Berger| Elenco: Manuel Vignau, Lucas Ferraro, Mercedes Quinteros | Mais informações no IMDb | Classificação: 3 estrela

 

Sinopse do filme: Bruno acaba de ser largado pela namorada Laura. Ela é uma moça moderna e continua a sair com ele de vez em quando, mas já arranjou outro namorado, o belíssimo Pablo. Bruno planeja então uma pequena vingança: se aproxima do rapaz e faz amizade com ele, para quem sabe apresentá-lo a outra rapariga. Mas as coisas não saem exatamente conforme o esperado e, ao longo do processo, surge um plano B, talvez mais efetivo que o anterior. Subitamente, Bruno vai questionando a sua própria sexualidade.

 

Plan B_poster.jpg

 

A minha opinião: O filme está bom e os dois personagens principais estão também muito bem. O que está mal no filme são os muitos planos parados que existem. Há mesmo muitas cenas estáticas e isso faz com que tudo pareça muito aborrecido, parece que a ação não está a desenrolar. Mas tirando esse pormenor, o filme está realmente muito bom. Conta uma história muito gira de duas pessoas que ficam amigas mas que com o passar do tempo essa amizade se torna algo mais forte e... no final as coisas acabam da melhor forma possível. Acaba como nós todos queríamos que acabasse. Não é na minha opinião um filme 5 estrelas, há pontos negativos que fizeram com que o filme se tornasse um pouco chato, mas o filme num todo merece a sua atenção.

03
Set17

The 10 Year Plan | +Filme

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Título original: The 10 Year Plan | Ano: 2014 | Origem: USA | Género: Comédia, Romance | Realizador: J.C. Calciano | Elenco: Jack Turner, Michael Adam Hamilton, Matthew Bridges | Mais informações no IMDb | Classificação: 3 estrelas

 

Sinopse do filme: “The 10 Year Plan” é uma comédia romântica clássica que conta a história de Myles e Brody - dois amigos que fazem um pacto de ficarem juntos, se não encontrarem um amor em dez anos. Dois meses para o prazo final, os dois amigos tentam evitar terminar como os outros, como a última coisa a se fazer.

 

The 10 Year Plan.jpg

 

A minha opinião: As vezes tenho a sensação de que já estou farto de comédias românticas e este é um daqueles filmes que me fazem ter essa sensação. O filme chega a ser um pouco bobo demais e pouco credível. Tem algumas cenas engraçadas, mas nada que me tenha feito rir às gargalhadas e esta é apenas mais uma entre tantas outras comédias do género. No fim, já sabemos como tudo acaba e temos zero surpresas. Este filme está disponível no Netflix e por isso, se queres ver uma comédia romântica em família, esta talvez possa ser uma sugestão.

 

Um breve à parte: Se há nudez neste filme?? Coisa pouca e nada de especial, se bem que os protagonistas chegam a ter o seu encanto. Se há sexo? Não contes com isso…

02
Set17

King Cobra | +Filme

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Título original: King Cobra | Ano: 2016 | Origem: USA | Género: Drama, Crime | Realizador: Justin Kelly | Elenco: Garrett Clayton, Christian Slater, James Franco, Keegan Allen, Molly Ringwald, Alicia Silverstone | Mais informações no IMDb | Classificação: 3 estrelas

 

Sinopse do filme: Brent Corrigan (Garrett Clayton), também conhecido como Sean Paul Lockhart, é uma estrela do mundo pornô gay. Apesar da ascensão rápida, as coisas começam a mudar quando o ator decide trabalhar por conta própria. A partir daí, uma dupla de produtores vê em Corrigan uma oportunidade de lucrar e alavancar a carreira na indústria pornográfica, e faz de tudo para não perder esta chance.

 

king-cobra-Tumblr.jpg

 

A minha opinião: Este filme está disponível no catalogo da Netflix e por isso, pelo menos este é fácil de o encontrares e veres, se bem que, ele não chega a ser nada de especial. O filme é baseado em factos reais e eu realmente lembro-me de ter lido notícias sobre o assunto. Também tem um especto amador, apesar de contar com um elenco de nomes já bem conhecidos da industria do cinema. Eu gostei do filme, apesar da sua simplicidade e apesar de no fim, apressar e facilitar demasiado as coisas. O filme conta a história de um crime e eu gostava que tivessem abordado mais essa parte do crime e da investigação, coisa que não aconteceu. Vê-se mas facilmente se esquece…

 

Um breve à parte: Bem! Talvez haja coisas que não se esquecem facilmente e o ator Garrett Clayton será uma dessas coisas. Ele é o jovem delírio do filme e só de olhar para algumas das suas cenas, somos vitimas de um orgasmo inesperado. Há nudez à vista, mas nada de especial, há cenas de sexo, muitas provocações e depois, temos uma vez mais o ator James Franco no papel de um gay, onde aqui, ele abusa nas cenas de sexo gay mas dá vida a um personagem demasiado forçada. No final do filme, tenho a certeza que tal como eu, irás a correr para a internet, para pesquisar sobre o verdadeiro Brent Corrigan e os seus vídeos ousados…

17
Dez16

Skoonheid - Beauty | +Filme

Skoonheid.jpeg

 

Vou aproveitar agora algum deste meu tempo livre que tenho no momento, para deixar-vos aqui, mais uma ótima sugestão de cinema para ver em casa muito bem acompanhado, nem que seja apenas por um balde de pipocas. Ao longo da semana que passou, aproveitei para falar de alguns dos meus filmes favoritos de temática gay, e a sugestão de hoje, está também presente na minha lista de favoritos. O filme chama-se “SKOONHEID - Beauty” e aviso desde já que este filme não é para todos.

 

E atenção! Quando eu digo que este filme não é para todos, não é por considerar que este seja um filme de terror, ou um filme com muito sexo à mistura e só para maiores de 18 anos, enfim… Apenas alerto para o facto de considerar este um filme muito forte, com algumas cenas revoltantes que com certeza, irá deixar muitas pessoas a pensar no assunto e até mesmo mal dispostas com a situação. Bem! Talvez esteja a exagerar um pouco, mas a verdade é que quando vi esse filme pela primeira vez, houve de facto alguns momentos revoltantes e lá mais para o final do filme, senti que estava a levar um valente murro no estômago. Enfim! Só mesmo vendo o filme para perceberem o que quero dizer com isso.

 

Skoonheid poster.jpeg

 

Muito aplaudido pela crítica, onde aliás chegou a receber dois grandes prémios (no Festival de Cannes e no Durban International Film Festival em 2011), este filme aborda um tema muito real na nossa sociedade, ou seja, aborda o tema de homens bem casados, pais de filhos, mas que depois, tem o secreto desejo de terem relações com outros homens. E no caso do protagonista principal deste filme, para além dele ter aventuras com outros homens, ele irá ter ainda uma enorme atracão pelo filho de um amigo. Essa atracão pelo jovem vai ser tão forte, que ele chegar mesmo a perder a cabeça e a cometer uma grande loucura. E é essa a loucura que irá deixar qualquer um revoltado mas… sugiro que assim que possível, tentem ver o filme na totalidade. Tenho a certeza que vai valer a pena…

29
Out16

I Do | +Filme

I Do.jpeg

 

No que diz respeito ao cinema, é impressionante como às vezes às maiores surpresas vêm por parte daqueles filmes que nós nunca ouvimos falar. Por aqui em Portugal, os nossos canais de televisão insistem em passar sempre os mesmos filmes. A toda a hora só passam filmes que semanas antes já tinham sido exibidos umas quantas vezes e depois, tantos outros filmes que até mereciam o seu momento de destaque, acabam por ser esquecidos. E é pena! Bons filmes, pouco conhecidos por muitos, são verdadeiras pérolas que deveriam ter o seu momento para brilhar. Hoje deixo-vos aqui uma dessas sugestões. Um filme que nunca tínha ouvido falar, desconhecia por completo a sua história e nem mesmo tínha conhecimento do seu trailer. No entanto resolvi arriscar em vê-lo e fiz muito bem em dedicar cerca de hora e meia ao filme. “I DO” é assim que se chama a sugestão de hoje e o filme é uma excelente alternativa para quem deseja ver algo novo, algo fresco, algo que realmente irá conseguir tocar no nosso coração.

 

Apesar da história não ser propriamente nova, pois já outros filmes pegaram nessa mesma formula, a verdade é que o realizador Glenn Gaylord conseguiu contar-nos a história de uma maneira diferente. Deu ali um toque especial que fez com que o filme se tornasse também especial. Num misto de drama, romance e até alguma comédia, este filme conta a história de Jack Edwards (David W. Ross), um homem que após a morte do seu irmão, dedica a maior parte da sua vida à cunhada e a sobrinha Tara (Jessica Tyler Brown) que o ama de paixão. Ele é o tio gay da menina e os dois são inseparáveis. No entanto, apesar de já estar a viver nos Estados Unidos, Nova Iorque, há já muitos anos, Jack corre o risco de ser deportado para o Reino Unido, pois está a ter muita dificuldade em actualizar o seu visto de residência. Para resolver esta situação ele só encontra uma solução, casar-se. E a mulher que aceita casar-se com ele, é a sua melhor amiga Ali (Jamie-Lynn Sigler), lésbica assumida, que pelo amigo está disposta a tudo. Mas as coisas depois não correm como esperado. Sem que Jack estivesse à espera, surge na vida dele o espanhol Mano (Maurice Compte) e o amor bate-lhe à porta. E quando parecia que o seu visto de residência já estava garantido, as coisas começam a complicar-se. O casamento falso deixa de funcionar e Jack receia que tenha que sair da América e deixar para trás as pessoas que mais ama na vida.

 

 

O filme até nem chega a ser muito ambicioso mas como já aqui disse, apesar dessa história já ter sido contada em outros filmes, este “I Do” está na minha opinião, muito bem conseguido. Tirando a personagem do Mano, que parece estar muito forçada, todos os outros personagens estão fantásticos e o desempenho dos actores está também maravilhoso. Dou destaque à pequena Jessica Tyler Brown, que aqui interpreta a pequena Tara que tem dos momentos mais queridos de todo o filme. Apesar de pequena, ela demonstra uma maturidade que… só mesmo vendo o filme para compreender e eu por aqui, recomendo a 100%. Este é daqueles filmes que poderia muito bem ser apresentado numa sessão da tarde de fim-de-semana num dos nossos canais de TV mas… infelizmente filmes tão bons como esse não chegam até nós.

17
Out16

Holding The Man | +Filmes

Holding The Man1.jpg

 

Hoje estou aqui para falar-vos de mais um filme que… me fez chorar. Sim! Depois de o ver, sentado no sofá eu chorei, chorei porque tinha as emoções todas à flor da pele. Eu sou um tipo romântico. Às vezes pode não parecer, mas eu sou romântico. Acredito nas histórias de amor e adoro uma bela história de amor. Na idade que tenho, é ridículo dizer isso, mas eu acredito nos contos de fadas, acredito em príncipes encantados, mas infelizmente, sei que nem sempre uma bela história de amor termina com «o viveram felizes para sempre». E infelizmente, a história do filme que hoje irei sugerir é uma dessas histórias, tristes, com um final dramático, mas que mesmo assim faz-me acreditar no amor. O amor que é a coisa mais bela do mundo, a coisa mais forte e… o amor é assim!

 

Holding The Man2.jpg

 

HOLDING THE MAN” é o nome de mais um dos filmes que está disponível no catalogo do Netflix. Há já imenso tempo que o Netflix, mediante aquilo que eu vejo, andava a sugerir esse filme, mas eu sempre andei a adiar. Mas hoje resolvi ver. Não tinha nada para fazer, nada para ver e por isso, dediquei um pouco mais de duas horas a ver este filme que eu simplesmente amei. Adorei do principio ao fim, apesar de um pouco depois do inicio, ter percebido logo de imediato, que este filme não iria terminar bem. Soube logo que iria ser um drama, soube logo que iria chorar e sim, chorei. Chorei por causa da bela história de amor entre o jovem Tim, um sonhador e aspirante a ator, que apaixona-se por John, um jogador de futebol. Os dois apaixonam-se na adolescência e apesar de todas as dificuldades que passam por causa da família e por causa da sociedade em geral, o seu amor acaba por ser mais forte do que tudo. Supera as dificuldades, os ciúmes, as crises que por norma todos os casais têm e juntos, os dois vivem uma história de amor que se prolonga por durante 15 anos. História essa que é real e que foi deixada por escrito no livro “Holding The Man”, pelo Timothy Conigrave que no filme é interpretado pelo ator Ryan Corr. Eu como gosto sempre de depois ver mais e saber mais, no final do filme, andei à procura do livro pela internet, mas infelizmente, ao que parece, ele nunca foi editado em português, no entanto pareceu-me encontrar uma edição em espanhol. Infelizmente, parece que não vou conseguir ter acesso ao livro que serviu de inspiração para este maravilhoso filme, realizado por Neil Armfield e que conta com algumas participações muito especiais de Anthony LaPaglia, Guy Pearce e Geoffrey Rush.

 

Holding The Man Poster.jpg

 

Para além da história ser muito bela e triste, este filme conta com uma banda sonora espetacular. Vale a pena ouvir! E claro, vale mesmo a pena ver este filme. Eu diria que ele é cinco estrelas e ao que parece, o filme foi muito elogiado pela crítica e chegou a ganhar a alguns prémios em festivais de cinema por onde passou e… por agora, nada mais digo. Apenas aceitem essa minha sugestão e depois partilhem comigo as vossas opiniões.

15
Out16

August | +Filme

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Lembram-se da curta-metragem que foi ontem aqui apresentada? E chegaram a vê-la? Pois então hoje iremos aqui deixar uma nova sugestão de cinema em casa em que a história do filme é precisamente a mesma história da curta. E não é só a história que é semelhante à curta de ontem. Para além de contar a mesma história, a sugestão de hoje conta com o mesmo elenco a representar os mesmos papéis e conta ainda com o mesmo realizador. Como é que isso é possível? Simples! Em 2005 o realizador Eldar Rapaport deu-nos a conhecer a curta “Postmortem” e seis anos depois, o mesmo realizador resolveu pegar na mesma história e desenvolveu-a acrescentando novos personagens e histórias secundárias. O resultado final foi este “AUGUST”, um filme que já há muito andava curioso para ver e agora que já o vi, aqui fica a recomendação.

 

 

August” conta como protagonista o actor Murray Bartlett, que apesar de já ter participado em vários projectos, hoje ele é mais conhecido por ser um dos protagonistas da série “Looking” do canal por cabo americano HBO. Neste filme, que me conseguiu emocionar com a sua história, Murray Bartlett interpreta o solteirão Troy, que após passar cinco longos anos na Espanha, regressa à América disposto a ter de volta tudo aquilo que deixou para trás. E uma das coisas que ele pretende reatar é o amor de Jonathan (Daniel Dugan), um ex-namorado que sofreu muito com a sua ausência mas que ao lado de Raul (Adrian Gonzalez), conseguiu refazer a sua vida. O problema é que Jonathan ainda não esqueceu de vez Troy. Entre eles ainda existe um laço muito forte e o grande dilema nesta história toda é: qual dos dois amores irá falar mais alto? O amor de Troy, que por muito que possa dizer o contrário, pretende ser sempre um espírito livre, ou o amor de Raul que… meu Deus!! Nós ficamos simplesmente apaixonados por aquela personagem. Para além do actor ser verdadeiramente bonito, a sua personagem é a mais querida de todas. Arrisco mesmo em dizer que o Raul é o homem que todos os gays (e mulheres) gostariam de ter ao seu lado. Querido, carinhoso, amoroso, enfim! Para além de tudo isso, Raul ainda teve que passar por vários sacrifícios para estar junto de Jonathan e será que é esse amor que irá falar mais alto? Eu por aqui apostei logo de imediato no amor de Raul mas para saberem como esta história termina, o melhor mesmo é assistirem ao filme. E não vale dizerem que já viram a curta e que isso foi o suficiente. Apesar das histórias e os personagens serem os mesmos, tudo irá desenrolar-se de maneira diferente e acreditem, o filme vale mesmo a pena.

26
Set16

4th Man Out | +Filme

4th Man Out.jpg

 

Pelo Netflix encontra-se uma lista imensa de vários filmes e este “4th MAN OUT” é um dos filmes que podes ver por lá, caso tenhas aderido ao serviço. Eu tenho o serviço e recomendo. Por lá não só encontras grandes filmes, como existe ainda um enorme catálogo de séries e documentários de grande qualidade, que merecem toda a nossa atenção. Mas hoje não vou falar do Netflix, até porque já falei dele num outro artigo. Hoje, vou mesmo é falar do filme “4th Man Out”, que penso até, que foi o primeiro filme de temática gay, que eu encontrei no longo catalogo do famoso serviço de streaming. Por lá encontra-se séries e até documentários que abordam essa temática, mas a nível de filmes, foi bem difícil encontrar. Se bem que, atualmente, para além deste filme americano, consegues ainda encontrar outros filmes com uma temática LGBT. Vale a pena procurar e ver.

 

Já tive a oportunidade de ver este “4th Man Out” há algum tempo, mas lembro-me perfeitamente que gostei imenso do filme. Não é de todo o melhor dos melhores filmes de temática gay, mas este, faz parte daquela lista de filmes, que pode perfeitamente ser visto por toda a família, numa sessão da tarde de domingo. Não choca ninguém e de uma forma bastante divertida e com algumas personagens caricatas, o filme fala de amor e na busca que a determinada altura das nossas vidas, todos fazemos ao querer encontrar um parceiro para a vida.

 

Realizado por Andrew Nackman, esta comédia romântica é protagonizada por um grupo de 4 homens, todos eles muito diferentes um do outro, mas mesmo assim, todos os 4 são grandes amigos desde os tempos de criança. Temos o todo bonitão (e olha que ele é mesmo bonito!) Chris (Parker Young), que é sem dúvida aquele que conquista todas as mulheres à sua volta. Tem um relacionamento estranho com uma jovem, mas numa noite, acaba por apaixonar-se por uma outra jovem rapariga, sem nem sequer saber como é que ele se chama. Depois há o Ortu (Jon Gabrus), o gordinho do grupo, que ao contrário dos amigos, já encontrou a sua cara metade e é feliz com isso. Está sempre em picardia com o amigo Nick (Chord Overstreet), que é um autêntico totó. Está completamente louco para arranjar uma namorada, mas fá-lo da maneira mais estranha. Aliás! O tipo é mesmo estranho, tão estranho que apesar de saber, logo no inicio do filme, que já conhecia aquela cara de algum lado, só mesmo no final do filme é que me apercebi que o Nick é interpretado pelo jovem ator que há uns anos atrás, interpretou o personagem Sam na famosa série “Glee” e que eu adorava! Eu era aliás apaixonado pelo ator mas… voltando ao “4th Man Out”, para além desses três protagonistas, há ainda o Adam (Evan Todd), personagem essa que está no centro de toda a história do filme.

 

No dia do seu aniversário, Adam toma a decisão de contar algo muito importante aos seus grandes amigos de infância. Adam é gay e nenhum dos seus amigos tem conhecimento disso. Mas lá acabam por descobrir e quando se apercebem que afinal o amigo gosta é mesmo de homens em vez de mulheres, há ali um risco de toda a amizade de anos ir por água abaixo. Mas não! O grupo de amigos mantém-se na mesma unidos e Chris, Ortu e Nick, tomam a decisão de ajudar Adam a encontrar o seu príncipe encantado. Mas a tarefa de encontrar um namorado para Adam não será nada fácil, até porque Adam, pode na verdade, estar é apaixonado por um dos seus amigos e se assim for, como é que irão resolver essa situação? Ora aqui está uma boa questão, mas para saberem a resposta, terão mesmo é que ver o filme.

 

4th Man Out (poster).png

 

Como já aqui disse o filme não é assim nada do outro mundo mas tem boas interpretações, uma boa história, piadas interessantes e tem até momentos semelhantes a situações que todos os gays já passaram na vida. Vale a pena assistir e… dou como terminada esta minha sugestão de hoje.

19
Set16

Há Sempre uma Primeira Vez | +Filme

Toute Premiere Fois (sugestão).jpg

 

E no seguimento do artigo anterior, vou falar-vos de um filme que já vi, ou melhor, revi no canal TVCine2. Na versão antiga do blog (que podes ver aqui), já eu tinha falado deste filme. Filme esse que até chegou a passar nas nossas salas de cinema em Portugal, mas que na altura não tive a oportunidade de o ver no grande ecrã. Mas não faz mal! Felizmente este filme passou pelos canais TVCine e vai voltar a repetir. Por isso, se depois de leres este meu artigo estiveres curioso em relação a ele, o filme irá ser novamente exibido no canal TVCine2, no próximo dia 14 de Outubro (sexta) pelas 02h30 e ainda às 12h20.

 

E afinal, que filme é esse que eu irei sugerir? Pois bem! Trata-se de um filme francês, chama-se “Há Sempre uma Primeira Vez” e depois de o ter revisto, como a minha opinião em relação a ele mantem-se, vou apenas transcrever aqui a opinião que já aqui tinha deixado no passado dia 12 de Outubro de 2015. Ora vejam:

 

« TOUTE PREMIÈRE FOIS (ou em português "Há Sempre uma Primeira Vez"), é uma comédia interessante que conta a história de um homem, Jérémy Deprez (Pio Marmaï), que aos 15 anos assumiu perante tudo e todos a sua homossexualidade e agora, aos 34 anos, apesar de ter um relacionamento sério e duradouro com Antoine (Lannick Gautry), ele viveu pela primeira vez a experiência de ter tido sexo com uma mulher. E a felizarda (ou não!) foi Adna (Adrianna Gradziel), uma estranha mulher que surge na vida de Jerémy e que faz com que toda a vida do homem vire de cabeça para baixo. Com uma única experiência sexual com uma mulher, Jerémy começa a questionar se realmente pretende casar e passar o resto dos seus dias ao lado de um homem, ou se prefere então conhecer melhor esse novo sentimento. Saber se valerá a pena dar uma oportunidade a essa nova experiencia sexual, que pode vir a tornar-se num grande amor. Ao seu lado, para o ajudar nessa difícil decisão, ele tem a companhia de uns pais muito liberais e radicais, que amam de paixão Antoine, o namorado do filho, e não veem a hora de os dois se casarem. Mas Jerémy conta ainda com o apoio do seu melhor amigo Charles que... enfim! Apaixonei-me! Sim! Estou mesmo muito apaixonado pelo actor Franck Gastambide que é lindo! Mesmo muito lindo! Tem um sorriso maravilhoso, um corpo espetacular, um movimento de pénis que... Oh meu Deus! Faz com que um homem desses surja na minha vida, pois eu já ficaria feliz para toda a eternidade. Mas enfim! Acho que já estou a fugir um pouco do tema. Esse seu amigo Charles, sem querer tomar partido de ninguém, nem de Adna nem de Antoine, irá fazer com que o seu amigo perceba realmente aquilo que é e o que quer. E com quem será que Jerémy irá ficar no final?? Pois! Acho que essa foi mesmo a desilusão do filme.

 

Para comédia o filme até está engraçado. Tem alguns momentos divertidos e aquela família do Jerémy é uma coisa do outro mundo. Tanto os pais, como a irmã e o cunhado são super hilariantes, mas... o filme não conseguiu ser totalmente do meu agrado. Sabem?! Eu estou muito habituado a ver história de homens (heterossexuais convictos) que de repente, descobrem outros prazeres e apaixonam-se por homens. Acho que com este "Há Sempre uma Primeira Vez", foi realmente a primeira vez que vi o inverso a acontecer. Um homossexual convicto, a de repente envolver-se com uma mulher e a apaixonar-se por ela. De tal forma que abandona tudo para ficar com ela. Pode parecer um preconceito da minha parte mas para mim é estranho isso acontecer e por isso, foi muito difícil simpatizar-me com a personagem Adna. Uma personagem que até é muito querida, que só queremos desejar o bem a ela mas... quando ela mete-se no meio de um relacionamento tão bonito de dez anos, a vontade que eu tive foi mesmo de esgana-la. Foi de cuspir na cara dela, ou no copo de champanhe que ela um dia irá beber. Por ter visto o inverso daquilo que estou habituado, este filme foi estranho. Não consigo dizer se gostei ou não e acho que terei que ver uma segunda vez, deixando os preconceitos de lado, para então chegar a uma conclusão. »

 

Toute Premiere Fois (poster).jpg

 

E sim! Agora que já vi uma segunda vez, continuo com aquela mesma sensação de não saber se gostei ou não do filme. Duma coisa eu sei, ri-me bastante com ele e sim, vale a pena assistirem ao filme. Por isso, aqui fica a minha primeira sugestão de cinema em casa, neste recomeçar do zero do MORE. Espero que esta e outras sugestões que ainda estão para vir sejam do vosso agrado e claro, conto ainda com as vossas opiniões e sugestões.

25
Fev16

Filme | Tensión sexual, Volumen 1: Volátil (Marco Berger, Marcelo Mónaco_2012)

MENU1

 

 

 

Hoje vou partilhar com vocês, mais uma sugestão de cinema para ver em casa. Trata-se de um filme que infelizmente nunca passou e nem nunca irá passar pelos nossos canais de TV, mas graças à gloriosa internet, tive aceso ao filme, vi, gostei e agora estou aqui para sugerir que o vejam também.

 

 

 

O nome Marco Berger diz-vos alguma coisa? Se tal como eu, tu gostas de assistir a filmes com uma temática gay e andas sempre à procura de algo novo, com certeza já deves ter lido esse nome em algum lado. Marco Berger é um realizador argentino, que tem por norma realizar filmes que apresentam uma temática gay. É dele os filmes “Plano B”, “Ausente” e “Hawaii”, filmes que eu já vi há algum tempo atrás e adorei (e recomendo), mas é dele também, o filme que hoje irei sugerir. Chama-se “TENSIÓN SEXUAL, VOLUMEN 1: VOLÁTIL” e na verdade, este filme é nada mais nada menos do que um conjunto de seis curtas-metragens, onde o tema principal é a tensão sexual que está em volta dos personagens, dos corpos, dos homens e sensualidade e erotismo é coisa que não falta nessas curtas. Este filme, foi escrito e realizado por Marco Berger, mas quem também assina e realiza algumas dessas histórias, é outro realizador argentino, de nome Marcelo Mónaco. Os dois em parceria, fazem aqui uma óptima dupla e o resultado é positivo. Vale a pena!

 

 

 

 

 

 

Para aqueles que conhecem o trabalho do realizador Marco Berger, com certeza já devem saber que ele tem um modo muito peculiar de contar as suas histórias. Há muitos silêncios nas suas curtas e o que mais se realça, são os olhares, os gestos e as atitudes dos personagens. Por isso, na falta de muito diálogo, às vezes as histórias podem tornar-se aborrecidas mas mesmo havendo algumas cenas muito estáticas, o filme num todo está muito bem conseguido e é impossível ao longo das seis histórias diferentes, não ficarmos também nós com uma certa tensão sexual. Os protagonistas transpiram sensualidade e erotismo por todo o lado e dá gosto vê-los. Apesar de haver pouca acção (sexual), o filme está repleto de provocações. De jovens com a testosterona ao máximo e eu tenho a certeza que vocês irão gostar.

 

 

 

STV-DVD

 

 

 

Vejam agora algumas imagens do filme, com os respectivos nomes das curtas e depois, no final, deixem os vossos comentários em relação ao filme no geral, ou então em relação a alguma curta que tenham gostado em especial.

 

 

 

Ari

 

"Ari"

 

 

 

El Primo

 

"El Primo"

 

 

 

El Otro

 

"El Otro"

 

 

 

Amor

 

"Love"

 

 

 

Los Brazos Rotos

 

"Los Brazos Rotos"

 

 

 

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"Entrenamiento"

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