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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

08
Ago17

O Assassino Inglês (de Daniel Silva) | +Livros

Até parece mentira o que vou agora dizer, mas acreditem, é a pura verdade. Ao fim de 8 anos, finalmente terminei de ler o livro "O ASSASSINO INGLÊS" do escritor Daniel Silva. Demorou, mas lá consegui chegar ao fim.

 

Foi em 2009 que comprei este livro. Na altura recordo-me que ao andar pela livraria, aquilo que mais me chamou a atenção - como em muitos outros casos - foi mesmo a sua capa. Gostei dela e ao ler a sua sinopse, a coisa pareceu-me interessante e por isso comprei. Só que naquela altura, eu andava no meio de grandes desilusões e depressões e por isso, ao fim de ler as primeiras páginas do livro, deixei-o para trás, pois não tinha cabeça para ler. Entretanto o livro foi ficando perdido pelas minhas estantes, até ao dia em que resolvi arrumar as minhas tralhas pelo quarto e encontrei este livro, que ainda não o tinha lido. Por isso, resolvi retomar a leitura e finalmente cheguei ao fim. E o que dizer deste livro do escritor Daniel Silva?

 

Para ser sincero, o livro não foi propriamente do meu agrado. Não é mau de todo mas acho que quando peguei no livro e li a sinopse, esperava algo diferente. Algo tipo os livros do escritor Jeff Abbott que na altura eu tinha lido e gostado imenso. Achei esse livro um pouco aborrecido e achei ainda que o desenrolar da história se foi arrastando por algum tempo. E para falar a verdade, acabei por sentir-me um pouco enganado com o título do filme, pois não achei que o chamado "assassino inglês" da história tenha sido a figura de destaque ao longo das várias páginas do livro, assim como a frase estampada na capa «Mestre e discípulo num confronto final», não me pareceu de todo real ao longo da história. Mas enfim! Num todo, o livro até leu-se bem, falou de muita arte, da segunda guerra mundial e de países e locais onde eu próprio já tive a oportunidade de passar. Não é aquele que prende do principio ao fim, mas é na mesma um livro interessante e para os amantes da arte e de espionagem, aqui fica a minha recomendação.

 

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Sinopse do livro: Espião ocasional e restaurador de arte, Gabriel Allon chega a Zurique para restaurar a obra de um Velho Mestre, a pedido de um banqueiro milionário. Em vez disso, dá por si no meio do sangue do cliente e injustamente acusado do seu homicídio. Allon vê-se inesperadamente a braços com uma voraz cadeia de acontecimentos, incluindo roubos de arte pelos nazis, um suicídio com várias décadas e um trilho sangrento de assassínios - alguns da sua autoria. O mundo da espionagem que Allon pensava ter colocado de parte vai envolvê-lo uma vez mais. E ele vai ter de lutar pela vida com o assassino que ajudou a treinar.

 

E agora, que venha o próximo livro, que está já na minha mão, à espera de começar a ser desfolhado...

06
Ago17

Planeta dos Macacos: A Guerra | +Cinema

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Já foram ao cinema ver o novo filme do Planeta dos Macacos? Eu, apesar de só agora estar a falar no assunto, já tive a oportunidade de ir ver na semana passada e adorei. É um ótimo filme de entretenimento, que foi maravilhoso assistir na companhia da família e claro, na companhia de um bom balde de pipocas.

 

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Planeta dos Macacos: A Guerra” é o desfecho da trilogia que começou em 2011 com o filme “Planeta dos Macacos: A Origem”. Nele continuamos a seguir o grande César que agora, esta sedento por vingança. Vingança essa que por momentos, irá fazer com que César se esqueça dos seus verdadeiros princípios, para cometer algumas loucuras. O filme apesar de estar recheado de macacadas, com um macaco em especial (Bad Ape) a fazer-nos rir à grande, o filme merece toda a nossa atenção. Eu gostei e recomendo. Sei que neste momento há muitos bons filmes no cinema para ir ver, mas se já os vieste a todos e esse ficou para trás, arrisquem em ver este Planeta dos Macacos pois eu acho que irão gostar…

04
Ago17

Land of Storms (Viharsarok) | +Filme

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(o casal de protagonistas até podem ser bem bonitos, mas isso não foi o suficiente para animar a coisa)

 

Hoje aqui estou para sugerir mais um filme de temática gay que se encontra facilmente pela internet. E pode parecer contraditório o que eu aqui vou dize, mas cá vai: eu odiei o filme! Detestei! Mas mesmo ele não sendo do meu agrado, vou tentar aqui deixar a minha breve opinião em relação a ele e deixar na mesma a sugestão. Pode ser que por aqui, encontre quem venha a gostar do filme e a ter uma opinião diferente da minha e se isso assim for, não hesitem em partilhar as vossas opiniões comigo.

 

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(o filme chegou ainda a ter direito a uma cena de ménage à trois entre estes belos meninos)

 

O filme em questão chama-se “LAND OF STORMS” (no original é “Viharsarok”) e ele vem lá das terras da Hungria. Segundo informação que é apresentada logo no inicio do filme, este “Land of Storms” conta uma história baseada em factos reais e infelizmente, eu poderia aqui dizer que na verdade, ele é baseado em muitas, mas mesmo muitas histórias reais que acontecem um pouco por todo o mundo. Nele, acompanhamos a vida do jovem Szabolcs, ele é um jogador de futebol, que aparentemente até tem jeito para a coisa, mas a sua paixão não é o futebol. Acaba por fazer aquilo mais por obrigação, pois o seu pai é que um dia tinha o sonho de ser futebolista e agora pretende esse mesmo sonho para o filho. Aproveitando uma discussão com um colega de equipa, Szabolcs foge para o interior, para ir habitar numa casa em ruinas, que herdou do seu avô. Aí, ele acaba por conhecer Áron, um jovem que toma conta da mãe doente e que para ganhar uns trocos extras, aceita ajudar Szabolcs na remodelação da casa. E com o tempo, aquilo que poderia vir a tornar-se apenas numa amizade, torna-se em algo mais sério. Szabolcs apaixona-se pelo jovem, está disposto a tudo para ficar com ele, mas Áron não consegue reagir bem a esses novos sentimentos por um homem e pior, não vai conseguir suportar as humilhações por parte dos amigos e por isso, sem querer revelar o fim mas já praticamente a revela-lo, este “Land of Storms”, desde o inicio, nunca prometeu que iriamos ter um final feliz, mas… o final que apresentou foi simplesmente horrível. Odiei! Esperava mais, muito mais…

 

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Com um elenco muito fraco, dando a sensação de que estávamos perante um filme de amadores, os diálogos (curtos e sem emoção) também não ajudavam em nada, com o desenrolar da história lento, aborrecido, enfim… Este não é com certeza um filme que eu pretenda ver uma segunda vez. Apesar de que, ao que parece, no seu país ele até foi bem-recebido pela crítica, passou em vários festivais e foi nomeado para alguns prémios, mas nem assim, nem tendo conhecimento dessas distinções, eu consegui ter uma opinião diferente. Mas aqui fica na mesma a sugestão e… bom fim de semana!!

28
Jul17

Esteros | +Filme

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Lembram-se da curta apresentada aqui no MORE no domingo passado? Pois bem, hoje vou sugerir-vos um filme que em parte, foi inspirada nessa mesma curta-metragem. Aliás, tanto o filme como a curta, foram realizadas por Papu Curotto e quem assina o guião é o Andi Nachon. Esta dupla, no ano de 2015 apresentou-nos a curta “Matias e Jerónimo” e depois, no ano seguinte, estrearam o filme “ESTEROS”, um filme que, assim de repente, surgiu em frente aos meus olhos, vi e rapidamente adorei. O filme é mais um daqueles que é simples, mas é através da sua simplicidade que ele se torna num filme cinco estrelas. Pode não ter um argumento original, pois o que não falta por aí são filmes que contam praticamente essa mesma história, mas o que torna esse “Esteros” diferente, é o facto de pelo menos esse, ao contrário dos muitos outros, ter um final feliz e… quem é que não gosta de um final feliz num filme de temática gay?? Acho que todos nós gostamos e apesar de já quase ter revelado o final do filme, fica na mesma a sugestão e eu espero que a aceitem.

 

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Em “Esteros” temos duas linhas de tempo distintas. Por um lado, seguimos a adolescência dos jovens Matias e Jerónimo, que são grandes amigos de infância, que para além da amizade, começam a aperceber-se que entre eles, possa existir algo mais do que uma simples amizade. Por outro lado, seguimos a história de Matias e Jerónimo, já numa fase adulta, onde aparentemente, o amor e amizade que nutriam um pelo outro desapareceu, pois por circunstancias da vida, Matias foi viver para outro país e por isso, a ligação entre eles desaparece. Entretanto, num belo dia, Matias acompanhado pela sua namorada Rochi, regressa à sua terra natal e aí, reencontra o seu grande amigo de infância, hoje um homem lindo de morrer e que é assumidamente gay. Com o tempo, para além da chama da amizade voltar a reacender-se, o amor vai falar mais alto e apesar das dúvidas e dos receios, é sempre difícil esquecer um amor do passado.

 

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Esta é uma história romântica que facilmente atingiu o meu coração. É um pouco lento a dar seguimento à história, mas para os românticos e apaixonados como eu, que sempre anseiam por uma boa história de amor, acho que irão gostar. O filme é uma produção brasileira e argentina, não conta com um elenco de atores conhecidos (apesar dos protagonistas serem maravilhosamente lindos), mas arrisquem! Vão ver que este será um ótimo filme para uma dessas tardes de verão.

27
Jul17

Livros: Aquisições do mês de Julho

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Comprei dois novos livros. Quando é que pretendo começar a ler cada um deles? Não sei bem! Mas espero daqui a um mês, poder dizer por aqui, que já os li e adorei. Pelo menos é essa a minha convicção. Acho que vou gostar de cada um deles.

 

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O primeiro que adquiri foi o “SE EU FOSSE TUA” da escritora Meredith Russo. Esse seu primeiro romance é parcialmente inspirado na sua experiência enquanto mulher transgénero e eu tenho a certeza que irei gostar do livro, assim como também tenho a certeza que irei identificar-me com ele. Há já algum tempo que este livro estava na minha lista de desejos do site da Bertrand, e agora finalmente tenho-o em mãos e em breve, irei começar a desfolhar cada página desse livro.

 

O segundo livro que comprei este mês, posso desde já dizer que praticamente, acabou por ser uma sugestão do blog A Mulher que Ama Livros da Cláudia Oliveira. No seu blog, que eu cheguei até ele por um (feliz) acaso, encontrei um post e um vídeo, com a sua opinião em relação ao “AS OITO MONTANHAS” de Paolo Cognetti. Aí a Cláudia falou maravilhas em relação ao livro e por isso, de imediato coloquei também na minha lista de desejos, na minha lista de livros a comprar em breve e por isso, quando ontem passei pela Bertrand e vi lá o livro exposto, não resisti em pagar nele e levá-lo para casa. Agora estou com dois livros que irei ler em breve e claro, também brevemente irei aqui partilhar a minha opinião em relação a eles.

21
Jul17

Come non detto | +Filmes

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Por vezes, há histórias que me fazem chorar, rir às gargalhadas e pensar na vida. Este “COME NON DETTO”, um filme italiano de 2012, deixou-me assim, nostálgico. O filme é lindo! Tão bonito que se tivesse que dar uma nota para o filme de 0 a 5, com certeza daria 5 estrelas. O filme está excelente! Mesmo sendo uma produção pequena, simples e mesmo contando uma história que não tem nada de novo, pois muitos já foram os filmes que retrataram da mesma forma o tema abordado no filme, este “Come non detto” é um amor, uma ternura, uma preciosidade do cinema gay e por isso, acho importante dizê-lo: o visionamento deste filme é obrigatório!

 

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Já tenho este filme comigo há algum tempo, mas só agora resolvi assistir e logo de imediato, nas cenas iniciais, fiquei fascinado pelo filme. Nele, um jovem como em tempos eu já fui, não sabe o que fazer da sua vida. Ele é gay. Não tem vergonha disso, muito pelo contrário. Tem um namorado lindo, que o ama. Tem grandes amigos à sua volta e depois, tem uma típica família italiana, que é só confusão quando se juntam. Está prestes a mudar para a Espanha, onde para além de viver com o seu namorado, irá ainda trabalhar na sua área. E tudo parecia bem. Aliás, tudo está bem só que há um pequeno problema. O jovem ainda não contou aos seus pais que é gay, não sabe como contar e para piorar as coisas, contou para o namorado que os seus pais já sabiam da relação dos dois, que aceitavam numa boa e por isso, o namorado faz agora questão de conhecer os seus sogros, mas… como contar aos pais que é gay, antes do seu namorado chegar a casa e descobrir toda uma mentira?? Sim! Este enredo não é novo em filmes de temática gay. Muitos são os filmes que contam da mesma forma essa dificuldade em sair do armário, mas esse o faz de uma maneira muito caricata, muito engraçada e ao longo do filme, muitas foram as vezes que ri sem parar. O protagonista, para além de ser um querido, é super engraçado, envolve-se em tantas confusões e no final, quando menos se espera, é ele quem é surpreendido, mas mais não digo.

 

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Se gostas de comédias românticas, acho que esse é o típico filme para se ver em família. E esse é o filme que talvez até te possa dar uma ajudinha na hora de sair do armário, quem sabe?! Aqui fica a sugestão e agora, fico à espera dos vossos comentários…

20
Jul17

A Múmia | +Cinema

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Ontem aproveitei o meu dia de folga para ir ao cinema. Tenho tantos filmes em atraso, desde o “Tom of Finland” passando pelo o “Homem Aranha”, há uma série de filmes que eu pretendo ver no cinema, mas que infelizmente não tenho tido muitas oportunidades para ir. Mas ontem fui e o eleito acabou por ser o filme do Tom Cruise, ou melhor, acabei por ir ver o filme “A Múmia”, com alguma esperança de que iria valer a pena, mas não, saí da sala desapontado.

 

Quando há uns meses atrás fiquei a saber que Tom Cruise estava à frente de um novo filme da múmia, eu fiquei animado com a notícia e cheio de vontade de assistir ao novo filme. Eu gosto do universo da múmia e por isso, tendo em conta de que o protagonista é um ator que está habituado a dar-nos bons filmes de ação, achei que este regresso iria ser em grande. No entanto, quando o filme estreou nas salas de cinema há uns dias atrás, a crítica não os poupou. O filme foi muito mal recebido pela crítica e pelo público em geral e logo aí eu fiquei com um pé atrás em relação a ele. Mas mesmo tendo conhecimento dessas más críticas, eu quis arriscar e ver com os meus próprios olhos o filme mau que é este regresso da múmia. Sim! O filme é mau, é mesmo mau. Não tem nada a ver com os filmes super divertidos protagonizados por Brendan Fraser no princípio deste novo milénio. Esses sim valiam a pena ver e ainda hoje valem. Já este novo filme com o Tom Cruise é algo que se vê e rapidamente tem se vontade de esquecer e não voltar a ver.

 

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Talvez o grande erro deste regresso da múmia, foi mesmo ele não se querer identificar apenas num único género de filme. Não quis ser um filme de terror, não quis ser um filme de ação, nem mesmo um filme de comédia. Quis ser um pouco de tudo isso e mais alguma coisa e claro, o resultado final acabou por não ser o mais acertado. Eu não achei piada, não fiquei assustado como algumas pessoas que estavam na sala e também não achei as cenas de ação nada surpreendentes. Fiquei até desiludido com o papel desempenhado pelo Tom Cruise, que neste filme, até no momento final, ele interpreta um verdadeiro paspalho. Alguém que dificilmente conseguiu conquistar a minha empatia. Mas com um bom balde de pipocas na mão, lá fui assistindo ao filme e consegui sair de lá vivo. Se recomendo o filme? Não sei! Acho que existem muitos outros filmes nas salas de cinema, que merecem mais a nossa atenção do que este…

14
Jul17

I Am Michael | +Filme

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Ao longo destes últimos anos, James Franco já nos habituou a dar-nos personagens estranhas, em filmes estranhos e onde constantemente, ele interpreta personagens homossexuais. Se ele é, ou não homossexual na vida real, disso ninguém sabe, pois ele adora confundir a cabeça das pessoas e manter tudo num grande mistério. No entanto, não sendo gay, ele é talvez o ator que mais vezes interpretou um homossexual no mundo do cinema. Ora vejam: ele já foi gay, namorado do Sean Penn no filme “Milk”; foi um escritor gay em “Uivo”; participou num estranho documentário, onde fez questão de estar presente na gravação de uma cena de sexo entre dois homens em “Interior. Leather Bar.”, filme esse que já passou aqui pelo MORE; foi um ex-gay no filme “I Am Michael”; e mais recentemente, foi um gay produtor de filmes pornográficos em “King Cobra”. E esses são apenas o que eu me recordo de momento. Ele já fez inúmeros filmes, participou em grandes e pequenas produções, continua a ser um ator muito requisitado pelos realizadores de cinema e eu devo confessar que gosto muito dele. Sim! Já tive um certo crush pelo ator, mas isso agora não interessa nada. O momento é para sugerir um filme do ator e não para falar das minhas fantasias com ele.

 

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Finalmente tive a oportunidade de assistir ao filme “I AM MICHAEL”. Há já muito tempo que andava ansioso por ver o filme, não propriamente por causa da história surreal, mas sim porque, como já aqui disse, gosto muito do James Franco, mas adoro também o restante elenco do filme, que é composto pelo assumidamente gay Zachary Quinto, a querida Emma Roberts e o super fofo Charlie Carver (que também penso ser assumidamente gay, ou será o seu irmão gêmeo?). Apesar dos grandes artistas que estão presentes no filme, tenho que confessar que este “I Am Michael” não foi de todo do meu agrado. Sinceramente não gostei do filme e muito por causa do tom surreal que está presente ao longo de todo o filme, apesar deste ser baseado em factos verídicos. Sim! Este filme conta uma história real! Quem é que no passado (e infelizmente ainda no presente) já não ouviu falar da ‘cura gay’? Quem é que no passado, já não teve a oportunidade de ler noticias acerca de um homem que era gay, mas que, entretanto, mais tarde virou pastor de uma igreja e começou a transmitir erradamente a palavra de Deus, dizendo que a homossexualidade é uma aberração da natureza? Pois bem, esse pastor se chama Michael e aqui neste filme, é o ator James Franco que interpreta esse ex-gay.

 

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Não sei se na vida real, esse tal Michael chegou a ter uma visão, uma estranha visão que o fez mudar de vida, mas neste filme, de forma como as coisas foram relatadas, nada fez sentido para mim. Tudo se tornou muito confuso, pois a meu ver, ninguém muda tanto assim de um momento para o outro. Essa história de cura gay não existe! Um ex-gay também não existe! No entanto, em “I Am Michael” seguimos a vida de Michael, ele que é um jovem defensor dos direitos homossexuais e escreve artigos na internet e numa revista direcionada ao público gay, de forma a ajudar os jovens gays americanos. Ele mantem um longo relacionamento com Bennett (Zachary Quinto) e para apimentar a relação dos dois, Tyler (Charlie Carver) passa a ser o terceiro elemento da relação. Aparentemente tudo está bem, eles são felizes, até que um dia, quando estão a fazer um documentário sobre os jovens gays americanos, Michael é confrontado com a palavra de Deus. E essas palavras fazem com que ele comece a ver a vida de outra forma. Deus começa a falar diretamente com ele e a deixar claro de que a vida de homossexual que ele está a seguir, não é o rumo certo a seguir. Assim, sem mais nem menos, Michael resolve mudar. Resolve dar ouvidos a esse tal Deus que fala com ele e muda a sua vida, dizendo pela internet de que deixou de ser um homem gay e começou a seguir o caminho certo, o caminho da heterossexualidade… Enfim!

 

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Acho que se tivesse tempo e vontade, poderia escrever muito sobre o assunto deste filme que é a religião e o que a suposta palavra de Deus, faz na cabeça de certas pessoas. Mas não, não vou entrar por aí. Eu não sou um tipo religioso, não acredito em Deus e para mim, a Bíblia é o resultado da maior mentira que o Homem já contou ao longo de toda a humanidade. Mas isso são outras histórias. O importante aqui a salientar é que nada nesse filme para mim fez sentido. Deixou-me revoltado e claramente não vou querer pegar novamente neste filme. No entanto aqui fica a sugestão e se tu já viste o filme, ou tencionas vê-lo em breve, partilha comigo as vossas opiniões. Gostava de saber o que acham disse tudo…

13
Jul17

Encontra-me (de J.S. Monroe) | +Livros

No principio do mês passado, como referi aqui, eu comprei dois novos livros que tencionava ler em breve. Na altura recordo-me ainda que estava a decorrer a Feira de Livros em Lisboa e eu tencionava ir à feira, mas acabei por não ter tempo para lá passar e por isso, desde então, ainda não comprei nenhum novo livro. Aliás, estou atualmente a ler um livro que comprei em Agosto de 2009 em que na altura, li as primeiras páginas do livro e depois, sem saber porque, nunca mais cheguei a pegar no livro. Mas antes mesmo de falar do livro que estou a ler atualmente, vou sim é falar-vos do livro que comprei no mês passado e que já tive oportunidade de o ler.

 

ENCONTRA-ME” é da autoria de J.S. Monroe e confesso que quando esse livro foi parar às minhas mãos, o que mais me chamou a atenção no inicio, foi mesmo a sua capa. Eu ainda vou muito por capas. Se a capa for original e bem feita, é meio caminho andado para isso despertar o meu interesse. Talvez seja por causa da minha veia artística, pois tenho formação em design gráfico. Mas enfim! Felizmente, para além da aparência da capa ter sido do meu agrado, o seu conteúdo também foi muito bom. Eu gostei do livro. No inicio achei tudo um pouco estranho. Fiquei na dúvida se realmente a personagem Rosa tinha morrido ou não, e rapidamente entrei na mesma paranoia do personagem principal chamado Jar, que via a sua namorada Rosa em todo o lado. E à medida em que a história se vai desenrolando e vamos lendo algumas passagens do diário de Rosa, vamos entrando num mundo de agentes secretos onde nem tudo o que parece é. A primeira parte da história tenho que admitir que achei assim um pouco estranha, mas depois, com o inicio da segunda parte e ao começarmos a ver a história na perspetiva de outros personagens, as coisas vão tomando outro rumo até sermos surpreendidos pela verdade. Por uma dura verdade que nada tem a ver com aquela que inicialmente o autor queria fazer transparecer.

 

A história tem bons personagens, está dividida em pequenos capítulos fazendo com que o livro seja de rápida leitura e eu recomendo. Se neste verão não tens o que ler, este pode ser uma ótima alternativa.

 

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Sinopse do livro: Há cinco anos, Rosa percorreu o cais em plena noite, contemplou a água escura e turbulenta e saltou. Era uma jovem brilhante que estudava em Cambridge e acabava de perder o pai. a sua morte foi trágica, mas não inesperada.

Foi realmente isso que sucedeu?

As investigações determinaram que sim, mas Jar, o namorado de Rosa, não se dá por vencido. Vê Rosa em todo o lado: vislumbra o seu rosto no comboio, julga distinguir a sua figura na falésia. Está obcecado pelo desejo de demonstrar que continua viva. e eis que recebe um e-mail.

Encontra-me, Jar. Encontra-me antes que eles me encontrem.

Mas Rosa terá realmente morrido?

E se morreu, quem anda a brincar com os seus entes queridos?

07
Jul17

The Pass | +Filmes

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Todos sabemos que a homossexualidade no futebol não é vista com bom olhos. Pressupõem-se que o futebol seja um desporto de homens, de verdadeiros machos e por isso, é impensável um jogador assumir-se como gay, no auge da sua carreira. Que existem gays no mundo do futebol, isso também todos sabem! O que acontece é que, sair do armário é complicado e alguns só o fazem quando já estão no fim da carreira e com uma vida estável. E depois há outros, tantos outros jogadores que meio mundo desconfia da sua homossexualidade, mas que rapidamente eles trocam-nos as voltas, aparecendo nas capas das revistas com as suas novas conquistas, as suas novas namoradas. Enfim! O mundo do futebol, do desporto em geral, é um mundo complicado para ser-se quem realmente se é.

 

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Mas toda essa introdução foi para dizer que vi um filme espetacular que fala precisamente disso, da homossexualidade no mundo do futebol. O filme chama-se “THE PASS” e eu desde já recomendo que o vejam. O filme é lindo! É realizado pelo Ben A. Williams e conta com a maravilhosa interpretação do ator Russell Tovey, que na vida real é assumidamente gay e todos nós já o conhecemos de séries como “Being Human” e claro, a tão famosa série da HBO “Looking”. Russell Tovey que é um querido, com um corpo maravilhoso em que neste filme, o seu belo corpo está sempre a deliciar os nossos olhos, com umas orelhas que dá vontade de pegar nelas, neste “The Pass” ele interpreta o papel de um grande futebolista que claramente vive atormentado por causa da sua sexualidade. Ele é um ótimo jogador, tem inúmeros fãs espalhados pelo mundo, tem uma vida cheia de luxos, onde aparentemente tem tudo, mas no fim, acaba por não ser um homem feliz e isto porque, não tem a força suficiente para realmente ser o homem que é. Apesar do filme não ser de todo inspirado em factos verídicos, eu diria que o filme é realmente baseado na vida de muitos jogadores que passam pelo mesmo sucesso no futebol, no desporto em geral, mas que devido aos inúmeros preconceitos, reprimem ao máximo a sua homossexualidade.

 

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Aplaudido pela crítica e até nomeado para um BAFTA deste ano, “The Pass”, que está dividido em três atos distintos, segue os últimos 10 anos da vida de Jason. Ele é um jogador de futebol, que numa certa noite, num quarto de hotel, na vésperas de um grande jogo, ele descontrai-se com o seu companheiro de equipa Ade, que para além de fazer parte da sua equipa de futebol, é também o seu grande amigo de infância. Entre os dois existe uma grande cumplicidade e entre o nervosismo por causa do jogo do dia seguinte e as muitas brincadeiras, entre os dois, acontece algo que não era suposto acontecer. Algo que irá mudar para sempre a vida dos dois jogadores, dos dois amigos. Dez anos se passam desde esse acontecimento e Jason e Ade só se voltam a reencontrarem-se ao fim desse tempo, novamente num quarto de hotel. E enquanto que um é feliz com a vida que tem, sem se importar com o que os outros possam dizer, já o outro, o Jason, vive atormentado por ser como é, por ser quem é e por nunca, devido ao mundo competitivo do futebol, mostrar-se realmente como é, e isso irá certamente pôr em causa a sua felicidade.

 

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Para mim, o filme está espetacular e parece real, muito real. John Donnelly, que é quem assina o argumento, tocou magistralmente num assunto fulcral no mundo do futebol e apesar das poucas personagens, das gravações terem sido feitas apenas em quartos de hotéis, o resultado deste “The Pass” é maravilhoso e eu sugiro que vejam. Acho que tal como eu, irão adorar este filme, nem que seja só para em quase meia hora de filme, ter o privilégio de ver o querido Russell Tovey com apenas as suas cuecas brancas que, o ficam a matar!!

30
Jun17

House of Boys | +Filme

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Hoje, assim ao acaso, resolvi pegar num filme e vê-lo durante a tarde. O filme eleito foi o HOUSE OF BOYS e antes de o ver, eu pouco ou nada sabia acerca dela. Apenas já tinha visto algumas fotos do filme e por isso, tendo em conta o que as fotos mostravam, eu fiquei com uma ideia errada em relação a ele. Pareceu-me que ele iria contar a história de jovens promíscuos que só queriam saber de sexo e mais nada. Mas afinal o filme não é propriamente assim. “House of Boys” é um verdadeiro conto de fadas, que para alguns pode não existir o final feliz para sempre mas o filme não deixa de ter o seu encanto. Uma história linda e maravilhosa onde o que salta mesmo à vista é a forte relação de amor e amizade entre os personagens. Eu recomendo sem qualquer hesitação.

 

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Uma fascinante e colorida estória que acompanha a jornada dramática de Frank, um garoto do ensino médio em 1984 através de um mundo excitante de sexo e música, e de sua profunda paixão que de repente se transformou numa luta pela coragem, diante de uma nova doença - o "câncer gay" e torna-se amor profundo e verdadeiro na expectativa de uma morte horrível de seu amigo e mais além...

29
Jun17

Wonder Woman | +Cinema

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Finalmente tive a oportunidade de ver o filme “MULHER MARAVILHA” e só vós digo uma coisa: ADOREI!!!

 

Eu sou fã dos filmes de super-heróis! Adoro-os! Já não consigo ficar sem ver os filmes dos heróis da Marvel e estou super ansioso por causa dos filmes que irão estrear em breve. Para além da grande Marvel, que ano após ano nos tem surpreendido com filmes espetaculares, a DC Comics também me tem surpreendido pela positiva. Não por causa dos filmes do Super-Homem, que é por acaso o super-herói que menos me agrada, mas sim por causa dos filmes do Batman e agora, por causa deste “Wonder Woman” que é simplesmente maravilhoso! Eu adorei cada segundo do filme, adorei cada cena, cada maravilhosa interpretação de todo o elenco e quando ontem saí da sala de cinema, saí de lá com a sensação de que tinha presenciado o melhor filme de super-heróis de todos os tempos. Talvez essa minha afirmação seja um exagero, mas a verdade é que eu gostei tanto do filme que sim, para mim, é até ao momento, um dos melhores filmes de super-heróis, onde aqui, a grande particularidade é que o herói não é um homem, mas sim uma mulher e… que grande mulher!!!

 

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Realizado por Patty Jenkins (que ao que parece, é já a realizadora feminina que mais dinheiro lucrou na industria do cinema), este filme é protagonizado por uma Gal Gadot que eu desconhecia por completo. Sei que ela esteve presente em alguns filmes do “Velocidade Furiosa”, mas como eu não vejo esses filmes, a primeira vez que a vi, foi no ano passado, no filme “Batman vs Super-Homem: O Despertar da Justiça” e logo aí, fiquei fascinado por ela e pela sua maravilhosa personagem. Eu digo até, que o melhor do filme do Batman vs Super-Homem, foi mesmo quando ela apareceu em cena, juntamente com aquela banda sonora espetacular e salvou o dia (e o filme). Logo aí eu fiquei super desejoso de a ver num filme só dela e agora que vi, estou completamente siderado. O filme é cinco estrelas e se tu ainda não o viste, estás à espera do quê?

 

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Completamente diferente de todos os outros filmes de super-heróis, seja da Marvel ou da DC, aqui a grande estrela é uma super-heróina que coloca no chinelo todos os outros heróis. Nesse filme não há uma donzela em apuros, mas há um belo senhor (interpretado pelo lindo Chris Pine), que será ajudado pela jovem Diana/Wonder Woman. Podemos dizer que ele sim, é a donzela em apuros e juntos, os dois interpretam cenas maravilhosas, que só fogem do habitual cliché, porque é ela quem manda, é ela quem comanda, é ela que, ao contrário de outros filmes do género, é ela que pede ao homem para ficar sossegado no seu canto enquanto que ela vai para a ação lutar contra os malvados e isso, foi maravilhoso de se ver.

 

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Pelo que tenho lido pela internet, este filme tem sido muito bem recebido pela crítica e pelo público em geral e eu agora, estou ansioso para voltar a estar perante um filme desta grande mulher. Sei que no final deste ano ela irá juntar-se aos vários heróis da DC Comics no filme “Liga da Justiça”, mas espero que em breve, um outro filme a solo da Mulher Maravilha, esteja em cena novamente no grande ecrã, pois ela merece. Ela chegou, marcou pela diferença e ganhou! Pelo menos por aqui ela já ganhou um grande fã…

27
Jun17

Acasos Felizes (de Suzanne Nelson) | +Livros

Terminei de ler mais um livro. Livro esse que demorou um pouco até conseguir chegar ao fim, mas lá cheguei e por isso, cá estou eu agora para sugerir-vos a leitura deste “ACASOS FELIZES”, um livro da autora Suzanne Nelson e que merece ser lido.

 

Confesso que no inicio, quando comecei a ler as primeiras páginas desse livro, fiquei pouco entusiasmado em relação a ele. A história não conseguiu cativar-me logo de imediato e talvez por isso, demorei um bom tempo até concluir a leitura. No entanto, sem nunca desistir, lá mais para o meio do livro a coisa foi mudando. Comecei a interessar-me ainda mais por ele e quando dei por mim, estava já apaixonado pelas diversas histórias que o livro conta, que acabam todas por estar interligadas umas com as outras e tudo por causa de sapatos. Podia até dizer que os protagonistas deste “Acasos Felizes” são os sapatos, mas isso não seria de todo verdade. Os sapatos são realmente figura central nesta história de amizade e amor, mas o principal mesmo, é a vida das diversas personagens que estão presentes neste livro, onde aqui tenho que destacar uma das personagens que mais me fascinou. O seu nome é Pinny e rapidamente fiquei encantado com a doçura desta personagem. Uma personagem que vê sempre o lado bom das pessoas, que consegue ter sempre um grandioso sorriso para a vida, mesmo que essa raramente sorria para ela. Para mim, essa foi a melhor personagem, a melhor história de todo o livro e acho que quem ler o livro, irá na mesma ficar fascinado como eu.

 

Acasos Felizes” surgiu na minha vida como um presente. Não que eu o tenha recebido como um presente, mas sim porque fui eu que comprei o livro para oferecer à minha irmã, isso no Natal passado. Por norma, seja para adultos ou para crianças, tenho a mania de oferecer livros e num belo dia, quando andava pela livraria do shopping, deparei-me com esse livro e lembro-me que na altura, não só gostei da sinopse do livro, como adorei ainda a sua capa. Isso foi aliás aquilo que mais me cativou. E sabendo eu dos gostos da minha irmã no que diz respeito à leitura, resolvi comprar e oferecer-lhe no dia de Natal. A verdade é que ela ainda nem sequer pegou nele para o ler, mas eu antecipei-me, li primeiro, gostei e agora, para além de estar aqui a recomendar-vos este livro, irei relembrar à minha irmã de que ainda tem um livro para ler e de que vai valer a pena a sua leitura.

 

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Sinopse do livro: Dalya é filha de um sapateiro e vive em Berlim, na década de 1930. Apesar de ter apenas 15 anos, sabe que o seu destino é seguir as pisadas do pai e tornar-se também ela criadora de sapatos. Mas quando Dalya é levada para um campo de concentração com a família, a sua vida muda para sempre, e vê-se obrigada a deixar para trás tudo aquilo que conhece…bem como um lindo par de sapatos, o primeiro feito por si.

Esses sapatos fazem uma viagem no espaço e no tempo até aos dias de hoje, indo parar a uma loja de artigos em segunda mão. Nesta loja entram Ray e Pinny, duas raparigas que não podiam ser mais diferentes uma da outra: Ray é órfã, vive numa instituição, mas sonha fugir para Nova Iorque, e Pinny é uma otimista incurável, pois acredita que, apesar de ter síndrome de Down, isso não a impedirá de concretizar os seus sonhos.

Um único par de sapatos cor-de-rosa irá unir estas três vidas, marcadas pela perda, numa história de coragem, amor e memórias e dos acasos felizes que nos interligam a todos.

23
Jun17

Laurence Para Sempre | +Filme

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Apaixonado como sou pelos filmes do Xavier Dolan, eu quando tive pela primeira vez conhecimento deste LAURENCE PARA SEMPRE, tive quase a certeza absoluta de que também iria ficar fascinado com mais essa obra do realizador canadiano. E na verdade até nem estava enganado. Confesso que na minha opinião, este filme está um pouco abaixo dos filmes anteriores do realizador mas mesmo assim, o filme surpreende pela positiva e eu gostei.

 

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Ao contrário do que aconteceu com o “Eu Matei a Minha Mãe” e “Amores Imaginários”, neste “Laurence Para Sempre” Xavier Dolan limita-se a ser apenas o argumentista e o realizador do filme. Dá o papel principal ao francês Melvil Poupaud que aqui tem um desempenho fenomenal. Adorei vê-lo no papel de Laurence, um homem que de repente decide transformar-se em mulher e apesar de conhecer pouco o trabalho deste ator – pois de momento só me lembro de o ter visto no filme “O Tempo que Resta” – eu gosto dele. E claro! Também não posso deixar de mencionar a atriz Suzanne Clément que também tem um excelente desempenho neste filme, no papel de Fred, a mulher que ama Laurance mas que terá alguma dificuldade em aceitar as mudanças do seu amado.

 

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Com um bom elenco, boas interpretações, boa realização e uma excelente banda sonora, este filme passou por imensos festivais de cinema e chegou a ganhar inúmeros prémios por onde passou. Aqui em Portugal ele também foi muito bem recebido e este é mais um bom filme para ver em família numa dessas tardes de verão.

22
Jun17

Cozinha 100% Vegetal e Saudável (de Carina Barbosa) | +Livros

Há uns dias atrás adquiri mais um novo livro de cozinha. Um livro que, a pouco e pouco, está a dar-me mais força, para que eu continue a apostar numa alimentação mais saudável e vegetariana. Já tinha comprado um livro da autoria de Gabriela Oliveira, livro esse que adoro e tenho tentado seguir algumas receitas e agora, resolvi juntar à minha coleção, este “COZINHA 100% VEGETAL E SAUDÁVEL” da autoria de Carina Barbosa, ela que é criadora do site Veggitable e que claro, recomendo que passem por lá para espreitar algumas das suas sugestões gastronómicas.

 

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Em relação a este novo livro, tenho que confessar que ainda não experimentei nenhuma das suas receitas. Não por achar que não tenha boas receitas, mas sim porque não tenho tido muito tempo livre para aventurar-me na cozinha. Alias, o problema acho até que nem é por causa do tempo, é mais a pouca vontade de cozinhar. Tenho tido alguma preguiça e infelizmente, nesses últimos dias, em vez de apostar numa alimentação mais saudável, tenho cometido algumas asneiras. Mas através deste livro, uma pessoa consegue ter boas inspirações, não só com receitas para o pequeno almoço, sopas, pratos principais, como ainda receitas de queijos vegetais, pão, massas, bebidas, entre tantas outras, tudo 100% vegetal e muito saudável.

 

Para além de receitas simples, fáceis de seguir, o livro apresenta ainda uma enorme galeria de fotos, que com toda a certeza, irá deixar qualquer um com água na boca. Até aqueles, os mais resistentes, os carnívoros, irão apreciar as fotos deste livro e eu tenho a certeza que se experimentarem algumas dessas receitas, facilmente irão adorar. Eu irei experimentar algumas dessas delicias e depois, sem hesitar, irei partilhar com vocês, os resultados dessas experiências gastronómicas.

17
Jun17

Deixe a Luz Acesa | +FIlme

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Quando ouvi falar pela primeira vez deste “DEIXE A LUZ ACESA”, fiquei com a ideia de que iria gostar muito dele. Pelo que sei o filme chegou a ser muito bem recebido pela crítica e passou por alguns festivais de cinema tendo ganho alguns prémios. Aliás, o filme passou pelo nosso Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa – Queer Lisboa 16 e eu na altura ainda coloquei a hipótese de ir ver o filme ao Cinema São Jorge. Como sempre acabei por não ir mas mesmo assim, através da internet, consegui vê-lo e confesso que fiquei um pouco desiludido. O filme não é mau de todo, mas como eu tinha criado altas expectativas em relação a ele, fiquei depois desiludido com aquilo que ele depois nos apresentou. Estava a espera de um filme diferente, um filme que retratasse uma realidade, tal como muitos diziam que se tratava, mas na minha opinião isso não foi bem assim. Talvez se eu o ver em breve uma segunda vez, a minha opinião venha a alterar-se um pouco. Mas para já, a minha opinião é mesmo essa.

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09
Jun17

Coming Out | +Filme

E para terminar a semana em grande, deixo-vos agora com mais uma sugestão de cinema em casa, vinda diretamente da Alemanha. O filme desta noite chama-se COMING OUT e para ser sincero, este não foi daqueles filmes que de uma forma ou de outra, marcaram-me de algum modo ao ponto de querer voltar a vê-lo em breve. Este “Coming Out” não foi do meu agrado e não sei se essa minha decisão deve-se ao facto de ter visto o filme em horas tardias, onde o cansaço já falava mais alto. Enfim! Pode até ter sido isso. Como estava cansado, posso não ter dado a devida atenção ao filme mas a verdade, é que agora que ele está visto, não tenho mesmo vontade nenhuma de voltar a vê-lo.

 

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Numa breve pesquisa que andei a fazer para saber mais acerca do filme, descobri que na altura em que ele estreou, nos finais de 1989, o filme até chegou a ser muito bem recebido pela crítica. Aliás, o filme chegou mesmo a passar pelo grande Festival Internacional de Berlim onde chegou a ganhar alguns bons prémios, mas… talvez naquele tempo, o filme tenha sido surpreendente e inovador, mas nos dias de hoje, ele não chegou a convencer-me. E talvez até tenho outra razão (pessoal) para não ter gostado muito do filme. Apesar do filme retractar o final da década de 80, uma altura onde a homossexualidade ainda não era muito bem vista pela sociedade, já 30 anos passaram e infelizmente a homossexualidade continua a não ser muito bem vista em algumas sociedades. Por isso, o que acontecia antigamente, continua ainda a acontecer com muita frequência. Ou seja, o filme conta a história de um homem, que tenta esconder a sua verdadeira opção sexual ao lado de uma mulher. Ele faz com que essa mulher fique perdidamente apaixonada por ele mas essa relação é apenas uma fachada para que ele depois tenha outras aventuras com homens. Infelizmente, 30 anos depois, esse tipo de coisas continuam a acontecer com muita frequência e se há coisa que eu desprezo, é mesmo esse tipo de homens que resolvem casar com uma mulher, ter filhos, levar uma vida ‘correta’ perante a sociedade e depois, nos seus tempos livres, vão passar alguns momentos na cama de outros homens. Enfim…

 

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Aqui o importante é a tua opinião e não a minha e por isso, apesar dele não ter sido do meu agrado, aqui fica a sugestão. Pode ser que haja por aqui alguém que já o tenha visto e adorado, ou então pode ainda acontecer o caso de o veres agora pela primeira vez e também gostares. Se isso por acaso acontecer, deixem aqui os vossos comentários.

06
Jun17

Livros: Aquisições do mês de Junho

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Fui às compras! Parei na Bertrand e comprei mais dois livros, para juntar à minha biblioteca pessoal. Ainda não sei bem quando é que irei começar a lê-los, pois atualmente estou a concluir um livro que em breve irei falar dele. Mas também em breve, muito em breve, irei agarrar numa dessas novas aquisições e fazer desses novos livros, a minha companhia diária.

 

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Um dos livros comprei ao acaso. Vi a capa, gostei do título, a sinopse pareceu-me interessante e por isso, sem hesitar, resolvi trazer para casa o “Encontra-me” do escritor J.S. Monroe. Já o outro livro, trouxe-o para casa, mesmo com a intenção de o comprar. É que eu já tive a oportunidade de ver a série “Por Treze Razões” da Netflix. Gostei tanto dela que no final da série, disse para mim mesmo que tinha que comprar o livro da autoria de Jay Asher. E foi o que fiz! Já o tenho comigo, se bem que, tendo em conta de que a série ainda está muito presente na minha memória, só irei lê-lo daqui a uns mesitos, quem sabe. Mas quando isso acontecer eu irei partilhar com vocês a minha opinião, não só em relação ao “Por Treze Razões”, como também em relação ao “Encontra-me”.

 

E já agora aqui fica a pergunta: alguém por aqui já leu algum desses livros? E se leram, o que é que acharam deles? Gostava de saber as vossas opiniões e gostava ainda de receber novas sugestões de leitura, pois dia após dia, tenho percebido que a minha paixão pelos livros está cada vez maior.

 

Ah! E tenho que ver se não perco a Feira do Livro deste ano. Ainda esta semana irei tentar passar por lá e quem sabe, se lá mesmo, não chego a comprar novos livros.

05
Jun17

O coração de Simon contra o mundo (de Becky Albertalli) | +Livros

Descobri há uns dias atrás, que um dos livros que li em formato digital, está já disponível em formato físico (em papel) nas nossas livrarias portuguesas. Na altura, quando tive a oportunidade de ler o livro “Simon vs. A Agenda Homo Sapiens” da escritora Becky Albertalli, o livro ainda não estava à venda nosso país e por isso, para o ler, tive que adquirir através do Google Play a versão digital do livro. No entanto, para os que estão interessados em acompanhar esta bela história de amor e de amizade, o livro está já à venda em qualquer livraria do nosso país, mas atenção, o livro foi traduzido para português de Portugal com um novo título. Se procurares ele por “Simon vs. A Agenda Homo Sapiens”, não o vais encontrar, pois ele por aqui chama-se “O CORAÇÃO DE SIMON CONTRA O MUNDO”. E mais uma vez reforço a minha sugestão. O livro vale a pena, é engraçado, é querido e por isso, se tinhas receio, ou és daqueles que odeia ler livros pelo smartphone ou tablet, então agora já não tens desculpa para não adquirires este livro.

 

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Eu em breve, assim que possível, numa futura ida à Feira do Livro em Lisboa, quem sabe se não irei comprar este livro da Becky Albertalli, para juntá-lo à minha coleção…

03
Jun17

Christopher And His Kind | +Filme

Para esta noite deixo-vos com a sugestão de um filme que por acaso até gostei. Quando comecei a ver este “CHRISTOPHER AND HIS KIND” não sabia nada acerca dele, mas mesmo às escuras – que é coisa que eu faço com frequência – eu resolvi arriscar e acabei até por gostar. Este telefilme não é assim nada de especial mas chega a ter o seu encanto e por isso eu acho que vale a pena perderem algum do vosso tempo a vê-lo.

 

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Baseado em fatos reais, retracta os primeiros anos de formação do escritor Christopher Isherwood (autor de "A Single Man" em 1964 ), época em que saiu da Inglaterra para morar em Berlin, na Alemanha. Homossexual, Christopher vivenciou a liberdade sexual que existia na Alemanha no período pré-2ª Guerra Mundial, sobre a qual retrataria em sua obra, sendo a mais famosa “Goodbye to Berlin” (1939), transformado no musical “Cabaret” (1966).

 

Se aceitarem esta minha sugestão, não se esqueçam depois de partilharem aqui comigo, a vossa opinião. Pode ser?!

 

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Então tenham todos uma ótima noite e aproveitem ao máximo o fim de semana…

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