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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

17
Jun17

TOP 20 | Hinos LGBT (parte 4)

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E quem é que já não ouviu vezes sem conta o tema SOMEWHERE OVER THE RAINBOW na voz da doce JUDY GARLAND? Pois é! Esta música faz parte da minha adolescência e não só! E é a música que ocupa o número 14 do TOP 20.

 

 

E no número 13 da lista temos os FRANKIE GOES TO HOLLYWOOD com a música RELAX. Quem é que não se lembra disto??

 

15
Jun17

Um ponto final na história com o meu personal trainer...

Nunca mais falei dele, mas hoje resolvi pegar no assunto, só mesmo para concluir esse capitulo da minha vida. Eu já aqui falei algumas vezes, que me apaixonei pelo meu personal trainer. Isso talvez seja um cliché, mas o que é que eu posso fazer? Não sou de ferro! E perante um homem lindo como ele é, que tem uns olhos que enfeitiça, um sorriso maravilhoso, uma mão tão suave e forte e um corpo que… é um corpo dos deuses! E depois, a aliar-se a tudo isso, o homem é super simpático, é super querido, é uma ternura! Às vezes, chego a pensar que ele só é assim comigo, pois eu todos os meses ajudo a encher a sua conta bancária, mas não! Acho que ele é mesmo querido por natureza. Tão querido, que mesmo sem que ele saiba, enche o meu coração cheio de amor. Um dia sem ele, é um dia sem sabor. Um dia com ele, é um dia cheio de sorrisos e alegrias, mas… ele é casado! É feliz no casamento e em breve, será pai pela primeira vez. Pois é! Mais uma vez cometi a loucura de apaixonar-me por um homem hétero.

 

Comigo isso já se tornou um hábito! Ao longo da minha vida, muitas foram as vezes que me apaixonei por homens heterossexuais. Mas se em tempos, eu sofria horrores por causa disso, ficava noites e noites sem dormir, chorava rios, mares, um oceano inteiro. Hoje, com a idade que tenho e com tudo aquilo que já passei, cheguei à conclusão de que não vale a pena sofrer por isso. Já não tenho vontade nem tempo para ficar por aí a chorar. E ficar noites sem dormir por causa de amores não correspondidos, não!! Já não sou disso! Prefiro dormir e não pensar em nada. Prefiro manter o amor cá dentro e não sofrer por isso. É sempre mais fácil acordar assim todas as manhas. Claro que gostava que as coisas fossem diferentes, mas já que não são, porque não aproveitar a sua simpatia, o seu sorriso, a sua disponibilidade em ajudar? Ele é um querido! E mesmo eu tendo a certeza de que ele sabe que eu sou gay, ele continua a ser sempre um querido. Por isso, chega de alimentar falsas esperanças. Chega de falar deste meu PT a partir de hoje mesmo...

13
Jun17

Aulas de grupo no ginásio...

Quando aderi ao ginásio, no passado mês de fevereiro, aderi ao pacote completo a um ótimo preço. Por 6,20€ por semana, podia aproveitar todas as áreas do ginásio quando quisesse e a qualquer hora e podia ainda, participar em qualquer aula de grupo. No entanto, apesar de ir ao ginásio com frequência, apesar de ter ficado apaixonado pelo meu personal trainer, apesar de achar que ando a matar-me lá dentro, a verdade é que sempre andei a fugir das aulas de grupo. Achei que aquilo não combinava comigo, que não tinha a energia suficiente (seja física ou psicológica) para frequentar essas aulas, que por sinal, são sempre muito concorridas. Mas meus caros amigos, isso agora mudou! Pois é! Este mês lá ganhei coragem e sim, já frequento algumas aulas de grupo mas…

 

Conhecem a modalidade de BodyAttack? Pois bem! Essa é a modalidade que resolvi experimentar este mês no ginásio. Já frequentei algumas aulas e tenho que admitir que aquilo até é super divertido. No inicio até achei que iria fazer figura de parvo, pois não iria conseguir seguir todos os passos, mas um minuto depois do inicio da aula, essas paranoias desapareceram da minha cabeça, pois até o mais bombado, o mais trabalhado que ali está, também erra. E no fundo, ninguém está ali para ser perfeito. É normal errar, é normal estarmos todos desalinhados, pois o importante mesmo é divertir, livrarmo-nos do stresse e perdermos algumas calorias. Eu confesso que tenho adorado e tenho até ficado surpreendido comigo mesmo por conseguir fazer aquelas coisas, mas também é verdade que tenho andado todo partido por causa de tantos agachamentos, de tantas flexões, abdominais e companhia. Ando morto! Cheio de dores no corpo mas… tenho gostado!

 

E vocês? O que mais fazem no ginásio? Será que me sugerem mais alguma aula de grupo?

12
Jun17

Experiências gastronómicas: Tofu

Já há algum tempo que não passava por aqui, para partilhar com vocês os meus dotes culinários, mas hoje resolvi fazê-lo. Hoje arregacei as mangas, coloquei o meu avental e fui parar à cozinha, para dar asas a uma nova aventura gastronómica. E apesar da receita que resolvi fazer ser algo super, mas mesmo super simples, volto a salientar que foi mesmo uma aventura fazer este maravilhoso Alho-francês com Natas. Ou melhor, o resultado desta receita podia mesmo chamar-se Alho-francês com Natas mas em vez disso, opto por dar-lhe o nome de TOFU COM NATAS.

 

Tofu com Natas.jpg

 

Acho que já aqui mencionei várias vezes que eu não me importava nada de ser vegetariano. Se conseguisse, e talvez se tivesse realmente força de vontade, eu gostaria de abdicar de tudo o que é de origem animal e passar a ser vegetariano. Mas esse é um processo um pouco complicado. Adoro hambúrguer e apesar de já ter ouvido falar que é possível fazer hambúrguer vegetariano e que são uma verdadeira delícia, a verdade é que ainda me sinto agarrado à carne. Por agora sinto que não consigo abdicar de vez da carne, mas tento a todo o custo ter uma alimentação mais saudável e volta e meia, arrisco em aventurar-me nas receitas vegetarianas e saudáveis. E a receita que fiz hoje é isso mesmo: vegetariana e saudável! Bem! Para falar a verdade não é propriamente vegetariana, pois em vez de natas de origem vegetal, eu comprei um pacote de natas normais (de origem animal), pois era a metade do preço. E depois, para fazer o molho bechamel, usei também leite de origem animal. Por isso, não é propriamente 100% vegetariano, mas quem quiser seguir à regra essa receita e torna-la 100%, então é só trocar o leite e as natas por origem vegetal e aí sim, teremos um prato vegetariano.

 

E porquê dar-lhe o nome de Tofu com Natas em vez de Alho-francês com Natas? É simples! Mas primeiro deixem-me contar-vos uma história em relação ao Tofu. Até ao dia de hoje, sempre que me falavam em Tofu, eu revirava os olhos e dizia que não gostava nada daquilo. Sempre gostei de soja e muitas vezes substitui a carne pela soja. Também gosto muito de seitan e há umas empadas de seitan deliciosas que se vendem no Celeiro. Mas Tofu era coisa que não me agradava nem um pouco. Tive uma experiência má em relação ao Tofu há uns anos atrás e por isso, nunca quis arriscar novamente em comê-lo, apesar de muitos serem aquelas que me diziam que era delicioso. Bastava saber tempera-lo, cozinha-lo e o resultado seria opimo. Mas nunca fiquei convencido em relação a isso. E porquê? Ora cá vai então uma pequena história.

 

Tofu2.jpg

 

Há uns bons anos atrás, numa das minhas férias em Itália, numa altura em que eu estava a descobrir e a alimentar ainda mais a minha paixão pelo sushi, fui com a minha irmã a um restaurante que servia comida asiática. Para além do sushi, havia ainda muitos outros pratos que se encontram pelos restaurantes chineses e que basicamente eu já conhecia e gostava. Como aquilo tratava-se de buffet, era só escolher entre uma grande variedade de comida e servir-se à vontade. Pois bem! Juntamente com outros pratos, encontrei por lá uma taça que continha uns belos cubinhos brancos. Ingenuamente, sem saber o que realmente aquilo era, achei que se tratava de queijo. E eu sou fanático por queijo. Adoro! Amo! Como tudo o que é queijo e por isso, achei eu que se tratava de um queijo qualquer e mesmo à bruta, peguei num pratinho pequeno, enchi-o com esses supostos cubinhos de queijo e levei-os para a mesa. E quando tive a infeliz ideia de colocar o primeiro cubinho à boca, deixem-me dizer-vos que tive mesmo vontade de vomitar. Odiei aquilo. Não propriamente pelo sabor, pois ele não sabia a nada, mas mais por causa da sua textura. Achei aquilo nojento e claro, não tive mais coragem de voltar a comer os cubinhos. Deixei-o de lado e apesar da recomendação de que não devíamos desperdiçar comida, aquilo ia mesmo ser dispensado. Só mais tarde é que fiquei a saber que aqueles cubinhos era nada mais nada menos do que Tofu. Tofu no seu estado mais natural possível e desde então, depois dessa experiência, nunca mais quis voltar a repetir.

 

No entanto, há bem pouco tempo, ao trabalhar com uma colega que apesar de não ser vegetariana, aposta muito nesse tipo de comida, ela fez com que eu voltasse a ter curiosidade em relação ao Tofu. Sempre me disse que aquilo era uma delícia e que o importante era mesmo saber temperá-lo e cozinha-lo. Enfim, ela desafiou-me a experimentar e como eu gosto de desafios, num belo dia, lá resolvi comprar uma barra de Tofu. Não comprei daquele todo branco que me fazia ter más recordações. Preferi comprar um que se chama Tofu Primavera, que na sua composição, vem já com azeitonas, pimentos e cenoura. Assim a cru e com algum receio, provei um pouco e acabei por achar que até nem era assim tão mau. E por isso, enquanto fazia aquele que era suposto ser apenas um Alho-francês com Natas, lembrei-me já quase no final da preparação, de que ainda tinha o Tofu no frigorifico e resolvi concluir a receita acrescentando o Tofu. E foi uma boa ideia. Já só com o Alho-francês estava delicioso e acrescentando o Tofu, ficou igualmente delicioso.

 

E como este post já está demasiado longo, vou deixar para um próximo post a receita detalhada deste maravilhoso Tofu com Natas, para quem quiser aventurar-se na cozinha. O resultado final, tenho a certeza absoluta que te vai surpreender a ti e aos teus convidados. E caso não queiras adicionar o Tofu, segue na mesma a receita e basta depois ignorá-lo. E caso ainda sejas um tremendo carnívoro e nem sabes, nem nunca ouviste falar do Tofu, então sugiro-te a conhecer o que é, através do maravilhoso Wikipédia e desafio-vos a provarem…

10
Jun17

Já não consigo viver sem este "Sign of the times". E vocês?

 

Há músicas assim! Músicas que entram pelo meu ouvido a dentro e simplesmente fazem magia. “SIGN OF THE TIMES” é uma dessas músicas. É o meu novo vício e já não consigo ficar um dia sequer sem ouvir este tema do HARRY STYLES, um dos membros do grupo One Direction que no seu álbum de estreia, apresentou-nos aqui um primeiro single que é verdadeiramente maravilhoso. É lindo! É fantástico é… enfim! Volto de seguida a carregar no play e a deliciar-me com este tema…

09
Jun17

Coming Out | +Filme

E para terminar a semana em grande, deixo-vos agora com mais uma sugestão de cinema em casa, vinda diretamente da Alemanha. O filme desta noite chama-se COMING OUT e para ser sincero, este não foi daqueles filmes que de uma forma ou de outra, marcaram-me de algum modo ao ponto de querer voltar a vê-lo em breve. Este “Coming Out” não foi do meu agrado e não sei se essa minha decisão deve-se ao facto de ter visto o filme em horas tardias, onde o cansaço já falava mais alto. Enfim! Pode até ter sido isso. Como estava cansado, posso não ter dado a devida atenção ao filme mas a verdade, é que agora que ele está visto, não tenho mesmo vontade nenhuma de voltar a vê-lo.

 

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Numa breve pesquisa que andei a fazer para saber mais acerca do filme, descobri que na altura em que ele estreou, nos finais de 1989, o filme até chegou a ser muito bem recebido pela crítica. Aliás, o filme chegou mesmo a passar pelo grande Festival Internacional de Berlim onde chegou a ganhar alguns bons prémios, mas… talvez naquele tempo, o filme tenha sido surpreendente e inovador, mas nos dias de hoje, ele não chegou a convencer-me. E talvez até tenho outra razão (pessoal) para não ter gostado muito do filme. Apesar do filme retractar o final da década de 80, uma altura onde a homossexualidade ainda não era muito bem vista pela sociedade, já 30 anos passaram e infelizmente a homossexualidade continua a não ser muito bem vista em algumas sociedades. Por isso, o que acontecia antigamente, continua ainda a acontecer com muita frequência. Ou seja, o filme conta a história de um homem, que tenta esconder a sua verdadeira opção sexual ao lado de uma mulher. Ele faz com que essa mulher fique perdidamente apaixonada por ele mas essa relação é apenas uma fachada para que ele depois tenha outras aventuras com homens. Infelizmente, 30 anos depois, esse tipo de coisas continuam a acontecer com muita frequência e se há coisa que eu desprezo, é mesmo esse tipo de homens que resolvem casar com uma mulher, ter filhos, levar uma vida ‘correta’ perante a sociedade e depois, nos seus tempos livres, vão passar alguns momentos na cama de outros homens. Enfim…

 

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Aqui o importante é a tua opinião e não a minha e por isso, apesar dele não ter sido do meu agrado, aqui fica a sugestão. Pode ser que haja por aqui alguém que já o tenha visto e adorado, ou então pode ainda acontecer o caso de o veres agora pela primeira vez e também gostares. Se isso por acaso acontecer, deixem aqui os vossos comentários.

08
Jun17

Sense8: O melhor do alemão Wolfgang (Max Riemelt)

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Ainda sobre o SENSE8, resolvi presentear-vos com mais uma (deliciosa) galeria de fotos, onde desta vez, vou dar destaque essencialmente, a uma das minhas personagens favoritas, o alemão Wolfagang. Ele foi protagonista de algumas das cenas mais quentes de toda a série e já que Sense8 foi-se embora para sempre, nada mais justo do que recordar algumas imagens do ator MAX RIEMELT que vai deixar saudades. Preparem os vossos olhos, os vossos coraçõezinhos e deliciem-se com as imagens.

 

(usa as setas da galeria para avançar para a frente e para trás)

 

E já agora fica a questão: qual dos Sense8 vocês gostavam mais?? Quem era o vosso favorito e aquele que mais irá deixar saudades??

08
Jun17

TOP 20 | Hinos LGBT (parte 1)

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Como todos sabem, Junho é o mês Internacional do Orgulho LGBT e um pouco por todo o mundo, o arco-íris da felicidade irá percorrer vários países e em Portugal não será exceção. E foi a pensar no Orgulho LGBT, que a revista Billboard elegeu os vinte maiores hinos LGBT de todos os tempos. O MORE quis associar-se a esta celebração e por isso, a partir de hoje e nos próximos dias, vamos juntarmo-nos à festa e dar-vos música. Sim! Vamos pegar na lista da revista Billboard, e apresentar o TOP 20 DOS MAIORES HINOS LGBT. Preparados para ouvir música? Boa música? Então cá vai…

 

E no número 20 temos os VILLAGE PEOPLE e… quem é que já não ouviu muito, dançou muito e delirou muito ao som deste YMCA??

 

 

E no número 19 temos o grande RUPAUL com o seu SUPERMODEL.

 

08
Jun17

Droga Zombie?!

Oh meu Deus!! Este mundo está mesmo perdido!!

 

Andava eu a fazer zapping na TV logo pela manha, quando de repente, paro por breves instantes no “Você na TV” e ouço a Cristina Ferreira a falar de uma nova droga que anda a circular pelo mundo e que inclusive já chegou a Portugal. É uma Droga Zombie, que tal como o nome indica, deixa as pessoas num estado de Zombie, onde segundo a apresentadora, quem toma essa nova droga (que pode ser fatal), chegam até a comer partes do seu próprio corpo. Uhh! Que horror!!

 

Mudei logo de canal pois por vezes, prefiro ficar ignorante em relação às muitas loucuras que existem pelo mundo…

07
Jun17

Sense8: As melhores cenas (de sexo gay) da série

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O site brasileiro Superpride, que é sempre nosso amigo, mostrando-nos tudo o que a gente gosta de ver e precisa saber, pegando nessa onda de tristeza por causa do cancelamento da série SENSE8, resolveu presentear-nos com algumas imagens de cenas da série que nós, dificilmente iremos esquecer.

 

No que diz respeito a cenas de sexo gay, Sense8 deu-nos tudo e mostrou tudo e não só através dos verdadeiros gays da história, o (delicioso) Lito e o namorado Hernando. A série brindou-nos ainda com cenas maravilhosas (e de nu frontal) do alemão Wolfgang e ainda, com belíssimas imagens do corpo do Will, o polícia de serviço. Aqui pelo MORE, como também sou amiguinho de todos aqueles que passam pelo blog, resolvi partilhar com vocês esta maravilhosa galeria de fotos, com cenas de chorar e pedir por mais. Ora deliciem-se…

 

 (usa as setas da galeria para avançar para a frente e para trás)

 

  (usa as setas da galeria para avançar para a frente e para trás)

 

Com toda a certeza, esta série irá deixar saudades. Saudades dos beijos do Lito e do Hernando, das cenas de sexo dos dois, das cenas ma-ra-vi-lho-sas das orgias entre todos os personagens, das cenas de nu frontal do Wolfgang que… meu Deus! O homem é bom todos os dias!! Ai! Ai! Ai! Acho que vou chorar só de pensar que nunca mais vou ter disso pelo Netflix.

07
Jun17

Por Treze Razões | +Televisão

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No passado mês de março, a gloriosa Netflix estreou uma série que muita tinta fez correr pelos jornais, sites, blogs e afins. Na altura, todos eram aqueles que falavam do grande sucesso que foi a série “POR TREZE RAZÕES”, que é inspirada num livro com o mesmo nome, escrito pelo Jay Asher. Também eu estive tentado em falar sobre a série, mas resolvi dar um tempo. Preferi não alimentar as muitas polémicas que circulavam pela net, polémicas essas sem sentido, onde muitos alegavam que a série/livro, incentivavam os jovens a suicidarem-se. Eu vi a série, adorei a série, chorei horrores por causa dela, mas acreditem, em nenhum momento a série incentivou-me a cometer tal loucura. Bem! Para falar a verdade eu já não sou propriamente um jovem. Já sou crescido, que em tempos, tempos que já lá vão, sim, eu tentei suicidar-me, mas nunca por causa de uma série, filme, livro, jogo ou algo parecido. As razões foram outras, mas agora isso também não interessa. Quem acompanha o meu blog desde o inicio, sabe que eu já tentei suicidar-me, mas isso fica uma história para um outro artigo. Agora, vou limitar-me a falar da série.

 

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Confesso que quando vi o trailer da série pela primeira vez, não fiquei muito impressionado. Já tinha uma lista tão grande de séries para começar a ver e acabar de ver, que achei logo que não tinha mais espaço no meu limitado tempo, para dedicar-me a uma nova série de adolescentes. Mas num belo dia, quando não tinha vontade de fazer e nem de ver nada, resolvi ver o primeiro episódio e aí sim, fiquei logo fascinado por ela. Fiquei maravilhado com a história da Hannah Baker e talvez não devia dizer isso, pois o jovem só tem 21 aninhos, mas fiquei apaixonado pelo ator Dylan Minnette, que na série interpreta (e muito bem!) o jovem Clay. Sim! O primeiro episódio foi o suficiente para eu não conseguir mais largar a série e por isso, em menos de uma semana, devorei os 13 episódios da série, só para tentar perceber, quais os motivos que levaram uma rapariga aparentemente normal, popular, querida pelos pais e amigos, a suicidar-se. Consumi cada episódio sempre com o coração apertado e com receio de chegar ao último episódio e assistir ao momento que para mim, eu sabia de antemão, que iria ser o mais doloroso de todos. E não estava errado. Já sabia que o choque ia ser tão grande, que de forma a não presenciar o pior, quando cheguei ao penúltimo episódio, decidi que teria que fazer uma pausa. Achei que não estava preparado para ver a cena final e por isso, meti na cabeça de que primeiro iria comprar o livro, depois iria lê-lo do principio ao fim e então, quando achasse que já não iria ser surpreendido (pois eu odeio surpresas), aí sim, iria assistir ao último episódio da série, mas… se há coisa que eu não sou é medricas. As vezes pode não parecer, mas eu sou forte, sou corajoso e não fazia sentido nenhum, deixar para trás o último episódio. Respirei fundo e assisti ao capítulo final e sim, foi como se alguém tivesse arrancado o meu coração de dentro de mim. Os minutos finais da Hannah Baker foram dolorosos, fizeram-me chorar sem parar. Fui obrigado a fazer uma pausa na série para recompor-me do choro, mas lá consegui ver tudo até ao fim e no final, adorei toda a série. Maravilhosa!!

 

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Desde a história, aos personagens, passando pelas interpretações dos atores, tudo na série foi excelente. E mais excelente ainda é o facto de a série ter sido renovava para uma segunda temporada. Não sei como é que eles irão dar continuidade a série, agora que a personagem principal resolveu suicidar-se, mas é fundamental saber o que vai acontecer aos restantes jovens da série. Muita coisa ficou em aberto, muita coisa ficou por esclarecer e agora, não vejo a hora da série voltar.

 

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Entretanto, para conseguir matar saudades da Hanna, do Clay, do Tony, do Justin e de tantos outros personagens, já comprei o livro que deu origem à série e assim que possível, quando já tiver recomposto do choque, irei pegar no livro e lê-lo com a mesma paixão que tive, quando assisti à série pelo Netflix.

 

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E eu agora pergunto, quantos aqui já tiveram a oportunidade de ver a série ou ler o livro? O que acharam? Será que ela foi tão comovente para vocês, como foi para mim??

07
Jun17

Um "estudo" alega que quem come demasiado fast food, torna-se gay...

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A sério?! Acho que essa foi das coisas mais estúpidas que já li ao longo destes últimos dias. A noticia foi lida aqui num site americano e para ser sincero, de tão estúpida que era, nem me dei ao trabalho de lê-la até ao fim. Será que valeria a pena ler?

 

Bem! Pegando no meu exemplo, que só tive a primeira experiência de fast food aos 18 anos, com toda a certeza eu afirmo, não foi por causa desse tipo de comida que eu me tornei gay. Pois muito antes dos 18 anos, já eu sabia que era gay e na altura, não consumia hambúrguer, pizas nem nada que se pareça. Enfim…

07
Jun17

Já pensaste em fotografar 100 pénis?

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Tu com certeza não pensaste e nem eu mesmo, obcecado por pénis, tive essa excelente ideia, mas houve quem teve. E é nessas notícias fantásticas da vida que às vezes, eu chego à conclusão de que existem pessoas com profissões maravilhosas, pessoas privilegiadas, pessoas que em nome da arte, conseguem numa só obra, juntar 100 fotografias de diferentes pénis.

 

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A privilegiada neste caso, é a fotografa Laura Dodsworth, que para conseguir criar o livro "In Manhood: The Bare Reality", teve que fotografar a parte mais íntima de 100 homens diferentes. E porque é que ela precisou sujeitar-se a isso? Segundo a fotografa, foi porque "precisava ouvir as histórias dos homens para poder entender a masculinidade". Reuniu alguns dos seus amigos para o projeto, entretanto foi surgindo outros amigos de amigos, e assim, conseguiu num só projeto, fazer com que os gloriosos pénis se focassem nas suas lentes. Num anterior projeto da fotografa, já ela tinha feito algo semelhante com as mulheres, mas agora, quis passar para os homens e saber o que eles tinham para contar. O resultado dessas 100 fotos, dessas 100 histórias, está então, todo ele escarrapachado nas páginas do livro “In Manhood: The Bare Reality”, que por cerca de 18€, está disponível em lojas online tipo a Amazon

 

E depois de lerem esta notícia, será que eu fui o único a ter uma mente perversa? Serei eu o único tarado a ter pensamentos menos próprios? Duvido que não…

 

Ah! E já agora, se alguém comprar o livro, será que depois me podem emprestar para eu espreitar um pouco??

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