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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

11
Mai17

Mais Um Dia (de David Levithan) | +Livros

E hoje cá estou para sugerir e dar uma breve opinião em relação a um outro livro que tive a oportunidade de o ler há bem pouco tempo.

 

Se bem se lembram, já por diversas vezes eu já aqui falei do escritor David Levithan. Falei nele por causa do livro “Will e Will”, “20 Danças” e ainda por causa do livro “A Cada Dia”. Em relação a esse último, na altura em que o comprei, adquiri-o juntamente com o livro que hoje irei falar e que se chama “MAIS UM DIA”. Pois bem! David Levithan, que é já um escritor que eu admiro imenso, na altura quando escreveu o “A Cada Dia”, no final desse livro, deve ter tido a necessidade de contar mais. Deve ter tido dificuldade em despedir-se dos seus maravilhosos personagens e por isso, resolveu dar continuidade a ela. Ou melhor! Para ser mais correto, “Mais Um Dia” não é uma continuação do livro anterior. Trata-se da mesma história, a história onde o personagem A acorda todos os dias num corpo diferente e num belo dia, apaixona-se pela jovem Rhiannon. O que aqui há de diferente, é que em vez de lermos o livro numa perspética do A, passamos a lê-lo na perspetiva da Rhiannon. É ela a protagonista deste “Mais Um Dia”. É ela, que página a página vai relatando todos os acontecimentos que já conhecíamos através do livro anterior, mas agora, temos pormenores da sua vida que desconhecíamos no livro “A Cada Dia”. Neste novo livro, acompanhamos a vida da Rhiannon a partir do momento em que a sua vida cruza-se com a de A e passamos a ter uma melhor noção de como é a sua vida com o namorado Justin, com os amigos e com os seus pais.

 

O livro está giro. Adorei a ideia de em dois livros diferentes, o autor ter contado a mesma história, mas com perspetivas diferentes. E por tratar-se da mesma história, cheguei à conclusão de que chega a ser indiferente, qual dos dois livros devemos ler primeiro. Quando comprei os dois livros, já sabia de antemão de que se tratava da mesma história mas contada por personagens diferentes. Pensei, no entanto, que por o “A Cada Dia” ter sido lançado primeiro, esse teria que ser obrigatoriamente o primeiro a ser lido mas agora que já li os dois, acho que sou da opinião de que é indiferente. Por isso, se estás com vontade de aceitar estas minhas sugestões de leitura, começa por onde tu quiseres, pelo livro que tu encontrares primeiro e eu tenho a certeza que vais gostar. Eu gostei! No entanto, há semelhança do que aconteceu com o “A Cada Dia”, também com este “Mais Um Dia” eu fiquei à espera de algo mais. Algo que me surpreendesse ainda mais, mas isso não aconteceu. De qualquer forma são duas ótimas sugestões que eu recomendo.

 

MaisUm Dia_David Levithan.jpg

 

Sinopse do livro: Depois do aclamado romance A Cada Dia, bestseller do New York Times, David Levithan conta a história da Rhiannon, e da sua busca desesperada pelo amor verdadeiro.

Todos os dias da Rhiannon são iguais. Ela resignou-se com a vida, convenceu-se de que não merece mais do que um namorado frio e distante, o Justin, e até delimitou regras para a sua vida: não ser demasiado carente, evitar aborrecê-lo, nunca esperar demasiado.

Até que uma manhã muda tudo. De repente, e pela primeira vez, o Justin parece olhar para ela, querer estar com ela, e juntos vivem um dia perfeito… Um dia perfeito de que o Justin não se recorda na manhã seguinte. Confusa, deprimida e angustiada por mais um dia inesquecível como aquele, Rhiannon começa a questionar tudo. Então, certo dia, um estranho diz-lhe que o Justin com quem ela passou esse dia, e que a fez sentir-se uma pessoa real… não era o Justin.

Um livro que toca profundamente a imperfeição humana, os maus relacionamentos, a excessiva importância da aparência, a sexualidade ou a insignificância dos géneros.

09
Mai17

A Viúva (de Fiona Barton) | +Livros

Tenho andado ausente aqui pelo MORE, é verdade! Não tenho dedicado tempo suficiente a este blog mas é por uma boa causa, acreditem! Estou envolvido em outros projetos pessoais, que em breve darão frutos, mas que para já, estou proibido de falar sobre esses novos projetos. Irei falar em breve, prometo. Mas enquanto isso não acontece, irei nos próximos dias deixar aqui novas sugestões de leitura. Sim! Eu tenho andado afastado do blog, mas nem por isso eu deixei de ler livros. Tenho dedicado alguma parte do meu tempo livre, à leitura e tenho percebido que a cada dia que passa, mais eu gosto de ler. Essa paixão pela leitura está cada vez a tornar-se maior, ao ponto de já abdicar de um serão na sala a ver TV, para preferir estar sentado no sofá agarrado a um livro. E o livro de que irei hoje falar, é precisamente um livro que me deixou agarrado do principio ao fim.

 

Apesar de já ter na minha posse o livro “A VIÚVA” da escritora Fiona Barton desde o principio do Verão passado, só mesmo agora, há umas quatro semanas atrás, é que tive coragem de agarrar no livro para o ler. Na verdade, o livro nem sequer é meu. Quem o comprou foi a minha irmã, mas logo de imediato, fiquei interessado. Demorou até eu pegar nele, mas assim que peguei, nunca mais o larguei enquanto não descobrisse o final da história.

 

Vou desde já dizer a minha sentença em relação a este livro. Eu gostei! Poderia dizer que adorei, mas para já, limito-me a dizer que gostei. Gostei da forma como a escritora contou a história, através dos pontos de vista de vários personagens, mas tenho que admitir, que apesar da leitura ter sido empolgante, fiquei um pouco desiludido com o final. Esperava algo diferente, uma surpresa que não fosse demasiado previsível, pois já a meio do livro, de um modo geral, eu já previa como é que iria ser o fim. Mas apesar de previsível, a história é cativante e eu recomendo. Agarram-se ao livro e descubram a história da Mulher, do Marido e da Viúva que tem algo importante para contar.

 

a-viuva.jpg

 

Sinopse do Livro: A MULHER. A existência de Jean Taylor era de uma banalidade abençoada. Uma boa casa, um bom marido. Glen era tudo o que sempre desejara na vida: o seu Príncipe Encantado. Até que tudo mudou. O MARIDO. Os jornais inventaram um novo nome para Glen: monstro, era o que gritavam e lhe chamavam. Jean estava casada com um homem acusado de algo impossível de imaginar. E à medida que os anos foram passando sem qualquer sinal da menina que alegadamente raptara, a vida de ambos foi sendo escrutinada nas primeiras páginas dos jornais. A VIÚVA. Agora, Glen está morto e pela primeira vez Jean está só, livre para contar a sua versão da história. Jean Taylor prepara-se para nos contar o que sabe.

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