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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

06
Fev17

La La Land | +Cinema

Acho que posso desde já dizer que eu faço parte daqueles sortudos que já tiveram a oportunidade de assistir ao filme “LA LA LAND”. Sim! Porque quem já o viu, é de facto um grande sortudo, pois não é todos os dias que se encontra um filme tão bom, um musical maravilhoso, mágico, um filme que mostra a verdadeira essência do cinema, que é sonhar e acreditar que tudo é possível. Eu já vi! Tenciono vê-lo mais vezes e por muito que tenta – mentira! pois não estou a fazer o mínimo esforço para tentar – as suas músicas não me saem da cabeça. Estou aliás a escrever este artigo a ouvir a banda sonora de “La La Land” da autoria de Justin Hurwitz que é… uma coisa do outro mundo, que felizmente está entre nós.

 

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Quando há uns meses atrás, vi pela primeira vez o trailer de “La La Land”, quando ele ainda nem sequer estava a receber tantos prémios e nomeações, lembro-me que disse logo à minha irmã que tínhamos que ir ver o filme ao cinema. E isto porque o próprio trailer estava espetacular. O trailer não deixava dúvidas de que estávamos perante um grande filme, um grande musical e felizmente isso veio-se a constatar. Eu que adoro musicais, eu que vibro com eles desde a minha adolescência, fiquei fascinado, maravilhado com este “La La Land” que ainda estou com as emoções à flor da pele. E o meu entusiasmo ao escrever este artigo é tão grande, que de forma a não estragar a mágica experiência de assistir ao filme, acho que sou obrigado a alertar pelos spoilers que possam surgir por acaso.

 

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Eu já aqui disse que sou fã dos musicas e de há uns tempos para cá, tenho também me tornado um fã da atriz Emma Stone. E o que dizer do Ryan Gosling? Bem! Ele é desde há muito tempo o namorado perfeito. Adoro-o! Ele alia na perfeição a sua beleza com o seu enorme talento para arte da representação e neste filme ele está maravilhoso. Está tão querido! É impossível resistir ao seu encanto. Do principio ao fim ele brilha. É bom ator, bom cantor e um ótimo dançarino. E tem momentos deliciosos, como às várias cenas em que com coisas tão pequenas, ele apanha grandes sustos. Momentos fantásticos! E se antes, em outros filmes em que os dois já participaram juntos havia uma química, neste “La La Land” a química é ainda mais forte. A entrega foi total e ambos os protagonistas estão de parabéns. Não sei se irão ganhar a tão desejada estatueta dourada, mas isso para mim não interessa nada. Tanto o Ryan como a Emma, já ganharam a minha enorme admiração, o meu maior apreço e eu estou muito grato aos dois. Aliás! Não é só aos dois. Agradeço também ao realizador Damien Chazelle e ao compositor Justin Hurwitz por me fazerem ainda acreditar no cinema, na magia da sétima arte e ainda, por me fazerem acreditar de que nunca é tarde para sonhar e ir em busca desse nosso sonho.

 

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Eu acredito que possa haver muitas pessoas com uma certa aversão aos musicais, mas eu diria que este não é um musical qualquer. Não sei se irá ganhar o Oscar de Melhor Filme, mas mais uma vez eu digo, para mim, isso não interessa nada. Com ou sem Oscar, tenho aqui que confessar que a abertura deste filme é uma coisa que… nem tenho palavras para descrever. Os primeiros minutos do filme, conseguem sem sombra de dúvida, captar a atenção de qualquer pessoa. Até mesmo aquela que foi levada até à sala de cinema um pouco contrariada. Até mesmo essa não vai conseguir ficar indiferente aquele “Another Day of Sun” e depois dessa abertura, o filme continua, surpreendendo-nos do principio ao fim e aquele final… Aquele final foi ousado, foi arriscado, mas não podia ser doutra forma. Chorei! Sim! Chorei no final do filme.

 

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E que coisa foi aquela do “The Fools Who Dreams”, um maravilhoso monologo da atriz Emma Stone? Se querem saber do que é que eu estou a falar, então não esperam mais. Passem pelo cinema e viagem por cada nota deste musical. A experiência vai ser única. Vão adorar! E eu diria que tenho quase a certeza do que estou a dizer.

 

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Acho que podia ficar aqui horas e horas a falar do filme. Não só das interpretações, da maravilhosa realização, das músicas que já tocam e tocam sem parar no meu ouvido, como também do vestuário, dos cenários, da fotografia, a cor, enfim… “La La Land” já é sem dúvida alguma um dos meus filmes favoritos e sim, vou querer em breve repetir a experiência e voltar ao cinema, voltar a sonhar, voltar a viver e quem sabe, levantar-me daquela cadeira e dançar, levitar e cantar… O cinema é assim! Mágico!

05
Fev17

Carol | +Filme

Hoje vou aqui falar do filme “CAROL”, um filme que já há imenso tempo queria ver e que agora, mais de um ano depois da sua estreia no cinema, tive finalmente a oportunidade de assistir e gostei. Gostei muito!

 

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A atriz Cate Blanchett é uma atriz que eu já há muito sou fascinado por ela. Adoro-a e sem dúvida que ela está naquela minha lista de favoritas. Tudo aquilo que ela faz, faz sempre na perfeição e neste “Carol”, onde ela interpreta a personagem que dá nome ao filme, ela está simplesmente genial. Ela é daquelas atrizes que em cena pode nada dizer, mas a sua presença, os seus gestos, os olhares, já dizem tudo. Quanto a atriz Rooney Mara, ela está a tornar-se igualmente numa atriz que eu tenho adorado acompanhar o seu crescimento e claro, neste filme, no papel de Therese, ela está igualmente maravilhosa. As duas têm uma química muito forte, que resultou perfeitamente, tornando o filme e o amor de ambas, algo bastante credível.

 

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A história de “Carol” é uma história simples, mas foi essa simplicidade que eu mais adorei neste filme realizado por Todd Haynes. A realização está maravilhosa, a fotografia também e o crescimento do amor entre as duas protagonistas, é algo que vale mesmo a pena assistir do principio ao fim.

 

Aqui fica então a minha rápida sugestão de filme e agora, só espero que aceitem essa minha sugestão e que gostem do filme tanto quanto eu gostei.

 

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Sinopse do filme: Em Nova Iorque, no início da década de 1950, Therese Belivet trabalha numa loja em Manhattan e sonha com uma vida mais gratificante quando conhece Carol Aird, uma mulher sedutora presa a um casamento fracassado. Uma ligação surge entre ambas, levando a que a inocência do primeiro encontro dê lugar a uma relação profunda. Quando o envolvimento de Carol com Therese se torna público, o marido de Carol, Harge Aird retalia, pondo em causa a sua competência como mãe. Com Carol e Therese a fazerem-se à estrada, deixando para trás as suas respectivas vidas, um confronto vai colocar à prova as convicções de cada mulher sobre si mesma e o compromisso para com a outra.

03
Fev17

Any Day Now | +Filme

Às vezes, estou eu a ver um filme e fico revoltado com aquilo que vejo. E quando sei que o filme é baseado em acontecimentos reais, mais revoltado eu fico. E isso foi o que aconteceu quando no outro dia, resolvi assistir ao filme “ANY DAY NOW”. Fiquei de tal forma revoltado, que quando chegou a hora de deitar-me, eu não consegui dormir e isso porque eu não parava de pensar no filme. “Any Day Now” é realmente um filme revoltante, um filme que dá que pensar e até mesmo agora, que estou a escrever este texto, ainda estou a pensar como é que os acontecimentos do filme puderam mesmo acontecer na vida real. Enfim! Se dúvidas houvesse, elas deixaram de existir assim que vi este filme. O Mundo é mesmo cruel e apesar dos anos, apesar de estarmos no século XXI, o Mundo continua a ser cruel e a ter pessoas que no lugar do coração, têm uma porcaria qualquer que… enfim! Nem vale a pena perder o meu tempo com essas pessoas.

 

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Falando do filme, eu resolvi vê-lo assim por acaso. Pouco ou nada sabia acerca dele. Li a sinopse do filme, nunca cheguei a ver o trailer do filme, mas numa dessas noites em que não havia nada de jeito para ver, resolvi arriscar. E ainda bem que arrisquei! O filme surpreendeu-me pela positiva, na medida em que não estava à espera de gostar tanto dele como cheguei a gostar. Mas fiquei também surpreendido pela negativa. Não pela qualidade do filme, não pelo desempenho dos atores – que diga-se de passagem estiveram todos maravilhosos – mas sim pela revolta que surgiu dentro de mim por saber que neste mundo há pessoas mesmo cruéis. Pessoas estúpidas que não deviam estar à frente de um tribunal, à frente de um governo, enfim… Para mim, não faz qualquer sentido alguém recusar a guarda de uma criança para alguém que tem condições para dar-lhe um futuro maravilhoso e que para além disso, tem muito amor para dar. Para mim, não faz qualquer sentido alguém deixar uma criança aos cuidados de uma mãe toxicodependente que nada tem para dar ao filho, principalmente o amor que ele precisa. E essa é mesmo a revolta, mas eu duvido que quem por aqui passa e aceita esta minha sugestão de filme, não fique revoltado tal como eu.

 

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Em “Any Day Now”, encontramos um Alan Cumming, que é gay assumido e que aqui faz um papel fascinante. Confesso que acho nunca o ter visto em outro filme onde ele é o principal protagonista e fiquei impressionado com aquele seu Rudy Donatello que de uma forma simples, deu uma lição de vida a todos. Também não posso deixar de salientar o desempenho dos outros dois protagonistas, mas… acho que já chega de falar da minha revolta e passo àquela parte em que eu recomendo a 100%, o visionamento deste filme.

02
Fev17

Aliados | +Cinema

Se há ator que eu adoro – e passem os anos que passarem eu vou sempre adorar – é o belíssimo Brad Pitt. Eu adoro-o! Não só por achá-lo sempre muito bonito, mas também por considerar que ele é realmente um grande ator. Pode agora ter-se portado um pouco mal com outra atriz que eu também adoro, a grande Angelina Jolie, mas na arte de representar, ele sabe muito bem o que faz. E se há atriz que eu amo, mas amo mesmo de paixão, é a francesa Marion Cotillard. Eu adoro-a! Por isso, não seria de estranhar dizer que os juntando num só filme, o resultado só poderia ser mesmo maravilhoso. Sim! Eles juntaram-se para protagonizar o filme “ALLIED” e sim, o filme é bom e vale a pena ser assistido.

 

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Eu felizmente tive ainda a sorte de ver este filme no grande ecrã. Ele já estreou nas salas de cinema em Portugal há já algum tempo, mas ele ainda anda pelo El Corte Inglês, para ser visto e apreciado por quem como eu, deixou-se atrasar um pouco. E se tencionas ir ao cinema e não sabes bem o que ver, aqui fica a sugestão.

 

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Neste filme, realizado por Robert Zemeckis, os dois formam um casal que se conheceram durante uma missão no decorrer da segunda guerra mundial. Os dois apaixonam-se e chegam a casar, apesar de alguns dos colegas/amigos de Max (interpretado por Brad Pitt), acharem que um amor que nasce no terreno, nunca é amor que dure para sempre. Enquanto que ela abdica da sua função na guerra para tomar conta da filha de ambos, Max continua como comandante e um dia, ele é confrontado com uma terrível revelação. Os seus superiores o dizem que ele casou com uma espiã alemã, que transmite informações vitais aos seus inimigos. E agora, a quem deve Max confiar? Nos seus amigos e superiores, ou na mulher que ele ama de paixão?

 

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Assim é a história de “Allied” e tanto o Brad como a Marion estão fantásticos no papel de marido e mulher. Ela mais fantástica ainda, com mais uma das suas interpretações maravilhosas, que nos leva a acreditar na sua inocência, mas por outro, leva-nos a não confiar nela. E se querem saber se ela é ou não de confiança, o melhor mesmo é irem assistir ao filme e depois quem sabe, passem por aqui para partilharem as vossas opiniões.

01
Fev17

Simon vs. A Agenda Homo Sapiens (de Becky Albertalli) | +Livros

Já há algum tempo que procurava este livro “SIMON VS. A AGENDA HOMO SAPIENS” da escritora Becky Albertalli mas infelizmente, aqui em Portugal ainda não existe nenhuma livraria a comercializar o livro. Tive conhecimento dessa pérola literária através de sugestões de leituras de alguns youtubers que eu acompanho e de imediato, devido ao enorme interesse nessas sugestões, resolvi procurar o livro, mas a única forma que arranjei para adquiri-lo e ler, foi mesmo através do Google Play, onde ali, por cerca de 10€, é possível adquirir o livro em formato ebook. E apesar do livro físico não estar à venda em Portugal, através da Amazon é possível adquirir o livro. Mas convenhamos, pagar cerca de 60€ por um livro é um pouquinho exagerado, não acham? Por isso, apesar de gostar de tê-los na forma física, resolvi adquirir o formato digital e não me arrependo. Não tenho problema algum em ler através do tablet ou através do smartphone e este “Simon vs. A agenda homo sapiens” valeu por cada hora de diversão que vivi ao ler as cercas de 270 páginas.

 

E da mesma forma que tomei conhecimento deste livro através de uma sugestão, espero que aceitem agora esta minha nova sugestão de leitura e assim que possível, leiam esta hilariante história de amizade e amor, que conta a história do jovem Simon. Um jovem com uma família unida e maravilhosa, com uma série de amigos fantásticos, sempre bem-disposto e de bem com a vida, mas que, num determinado momento da sua vida, vai sentir-se entre a espada e a parede por duas simples razões. A primeira é que um dos seus colegas da escola, descobriu que ele é gay e agora faz-lhe chantagem do tipo: ajudas-me naquilo que eu quero porque se não, eu conto a todos que és gay. E depois há ainda a situação de Blue, um jovem com quem ele se relaciona via internet e por quem está perdidamente apaixonado apesar de nunca o ter visto pessoalmente nem ter falado com ele. E ao longo do livro vamos acompanhando Simon a sobreviver à chantagem e a ficar cada vez mais apaixonado por Blue, que aparentemente, pode ser qualquer um dos seus colegas/amigos da escola. E sim! Durante toda a leitura, eu próprio fiquei tentando imaginar quem seria essa Blue mas estive longe, muito longe!

 

De fácil leitura, este livro direcionado ao público jovem adulto, foi mais uma boa surpresa. Por agora deixo-me ficar com o formato digital, mas assim que conseguir, tentarei tê-lo na sua forma física e aí, acho que vou gostar de reler este livro que sim, posso mesmo dizer que é 5 estrelas.

 

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Sinopse do livro: Simon tem dezasseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar. Agora, o adolescente avesso a mudanças precisará encontrar uma forma de sair de sua zona de conforto e dar uma chance à felicidade ao lado do menino mais confuso e encantador que ele já conheceu. Uma história que trata com naturalidade e bom humor de questões delicadas, explorando a difícil tarefa que é amadurecer e as mudanças e os dilemas pelos quais todos nós, adolescentes ou não, precisamos enfrentar para nos encontrarmos.

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