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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

17
Out16

Anel = Algemas

Algemas.jpg

 

Tenho há dias acompanhado uma história aqui pela internet que tenho gostado imenso. A história chama-se “Coração de Papel” e é da autoria do Sr. Solitário. Neste momento a história está já no seu 27º capitulo – hoje deverá sair o próximo – e eu tenho acompanhado esta história de amor/amizade entre o Alex, o Pedro e a Mariana com muito entusiasmo. Já disse aliás ao autor, que aguardo cada novo capitulo com muita ansiedade e dou-lhe os parabéns por esse magnífico projeto. Mas na verdade, este artigo não é propriamente para elogiar o trabalho do Sr. Solitário (que merece todos os elogios) mas sim para abordar um tema que foi abordado no 27º capitulo e que até hoje, ainda me faz uma certa confusão. O de dar um anel de presente à sua cara metade, como forma de oficializar o namoro\romance\compromisso.

 

Eu já aqui disse que sou romântico. Muito! Adoro belas histórias de amor e para ser sincero, tenho uma certa inveja – boa (mas talvez má, também) – daqueles que vivem uma bela história de amor. Mas como em muitos aspetos na vida, quando se trata de amor, há certas coisas que eu não compreendo e o anel é uma dessas coisas. Se eu amo alguém, porque é que eu tenho que entregar um anel para comprovar e oficializar esse meu amor? Não basta dizer que simplesmente amo a pessoa, todos os dias quando acordo? Tenho que dar um anel para provar esse amor? Não percebo! Para mim, quando vejo histórias de amor em que um dos apaixonados oferece um anel de compromisso\noivado\ou seja lá do que for, vejo sempre essa cena como se essa pessoa estivesse a colocar umas algemas no pulso da outra pessoa. Como se lhe estivesse a marcar. Como se, de uma forma estranhamente romântica, lhe tivesse a dizer: «Agora és meu! Só meu e de mais ninguém!» E é aí que está o problema. Ninguém é de ninguém! Numa história de amor, o apaixonado B, não é de forma alguma propriedade do apaixonado A… Confusos?! Bem! Na verdade até eu estou um pouco confuso pois não consigo de forma alguma, deixar de associar o anel a umas algemas. E algemar alguém, não me parece ser algo muito positivo.

 

E quem fala no anel, fala no casamento. Sim! Eu tenho uma opinião muito particular em relação ao casamento. Digamos que sou contra o casamento, mas acho que isso será tema para outro desabafo. Apenas digo que não percebo o porque de ter que assinar um contrato, para provar que amo certa pessoa. Para mim, no amor, não tem que haver algemas e nem mesmo contratos, mas… essa é a minha opinião. Claro que há românticos como eu que devem achar o contrário, mas… para mim, um «amo-te», um «és tudo para mim», um olhar, um sorriso, um abraço, uma rosa é bem melhor do que todas essas formalidades.

 

Bem! Reparei agora que já saiu o 28º capitulo de “Coração de Papel” e sem demoras, vou já ler para ver o que vem por aí…

17
Out16

Holding The Man | +Filmes

Holding The Man1.jpg

 

Hoje estou aqui para falar-vos de mais um filme que… me fez chorar. Sim! Depois de o ver, sentado no sofá eu chorei, chorei porque tinha as emoções todas à flor da pele. Eu sou um tipo romântico. Às vezes pode não parecer, mas eu sou romântico. Acredito nas histórias de amor e adoro uma bela história de amor. Na idade que tenho, é ridículo dizer isso, mas eu acredito nos contos de fadas, acredito em príncipes encantados, mas infelizmente, sei que nem sempre uma bela história de amor termina com «o viveram felizes para sempre». E infelizmente, a história do filme que hoje irei sugerir é uma dessas histórias, tristes, com um final dramático, mas que mesmo assim faz-me acreditar no amor. O amor que é a coisa mais bela do mundo, a coisa mais forte e… o amor é assim!

 

Holding The Man2.jpg

 

HOLDING THE MAN” é o nome de mais um dos filmes que está disponível no catalogo do Netflix. Há já imenso tempo que o Netflix, mediante aquilo que eu vejo, andava a sugerir esse filme, mas eu sempre andei a adiar. Mas hoje resolvi ver. Não tinha nada para fazer, nada para ver e por isso, dediquei um pouco mais de duas horas a ver este filme que eu simplesmente amei. Adorei do principio ao fim, apesar de um pouco depois do inicio, ter percebido logo de imediato, que este filme não iria terminar bem. Soube logo que iria ser um drama, soube logo que iria chorar e sim, chorei. Chorei por causa da bela história de amor entre o jovem Tim, um sonhador e aspirante a ator, que apaixona-se por John, um jogador de futebol. Os dois apaixonam-se na adolescência e apesar de todas as dificuldades que passam por causa da família e por causa da sociedade em geral, o seu amor acaba por ser mais forte do que tudo. Supera as dificuldades, os ciúmes, as crises que por norma todos os casais têm e juntos, os dois vivem uma história de amor que se prolonga por durante 15 anos. História essa que é real e que foi deixada por escrito no livro “Holding The Man”, pelo Timothy Conigrave que no filme é interpretado pelo ator Ryan Corr. Eu como gosto sempre de depois ver mais e saber mais, no final do filme, andei à procura do livro pela internet, mas infelizmente, ao que parece, ele nunca foi editado em português, no entanto pareceu-me encontrar uma edição em espanhol. Infelizmente, parece que não vou conseguir ter acesso ao livro que serviu de inspiração para este maravilhoso filme, realizado por Neil Armfield e que conta com algumas participações muito especiais de Anthony LaPaglia, Guy Pearce e Geoffrey Rush.

 

Holding The Man Poster.jpg

 

Para além da história ser muito bela e triste, este filme conta com uma banda sonora espetacular. Vale a pena ouvir! E claro, vale mesmo a pena ver este filme. Eu diria que ele é cinco estrelas e ao que parece, o filme foi muito elogiado pela crítica e chegou a ganhar a alguns prémios em festivais de cinema por onde passou e… por agora, nada mais digo. Apenas aceitem essa minha sugestão e depois partilhem comigo as vossas opiniões.

17
Out16

Haja o que Houver | +Música

Haja o que houver.jpg

 

Hoje, para começar esta segunda-feira e a semana, da melhor forma possível, deixo-vos com uma música que eu adoro. Já adorava quando era cantada na voz de Tereza Salgueiros dos Madredeus, mas gosto ainda mais de uma versão cantada na voz do – todo delicioso – Diogo Piçarra. Estou a falar da música “HAJA O QUE HOUVER”, que apesar de sér um pouco triste, deprimente, é uma música maravilhosa para ouvir numa segunda, numa terça, numa quarta e em qualquer outro dia da semana. Ouçam:

 

Haja o que houver

Eu estou aqui

Haja o que houver

espero por ti

 

Volta no vento ô meu amor

Volta depressa por favor

Há quanto tempo, já esqueci

Porque fiquei, longe de ti

Cada momento é pior

Volta no vento por favor...

 

Eu sei quem és

pra mim

Haja, o que houver

espero por ti...

 

Há quanto tempo, já esqueci

Porque fiquei, longe de ti

Cada momento é pior

Volta no vento por favor

 

Eu sei quem és

pra mim

Haja, o que houver

espero por ti...

 

 

Bonita não é?! Aliás! Tudo o que é cantado na voz deste grande artista é maravilhosamente mágico, lindo, encantador. Eu sou um grande fã do Diogo Piçarra e tenho imensa pena de ainda não ter tido a oportunidade de o ver pessoalmente num grande concerto. Ele já passou por vários eventos bem próximos de mim, mas infelizmente não tive a sorte de conseguir ir a nenhum desses eventos para ouvir a sua bela voz e claro, para ver o seu rosto lindo, lindo, lindo de morrer.

 

E vocês? O que é que acham deste cantor? Apaixonaram-se, tal como eu já sou apaixonado por ele??

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