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MORE

Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

25
Jan16

Bom dia | 25JAN

Bom Dia (1)


 


Há quem logo pela manha acorde bem disposto e tenha depois um dia maravilhoso pela frente. Mas há também aqueles que acordam logo pela manha super mal dispostos e depois, vão descarregando às suas fúrias para quem quer que apareça à sua frente ao longo do dia. Para esses em particular, o MORE vai a partir de hoje, logo pela manhã, dar-te boas razões para que comeces também o dia de forma mais descontraída, mais animada. A partir de hoje e todos os dias, queremos que comeces o dia ao ver o nosso primeiro post do dia. Um post que irá com certeza alegrar os teus olhos e quem sabe, irá fazer com que comeces o dia mais bem disposto.


 


Bom dia e... amanha conto novamente com a tua presença por volta desta hora...

24
Jan16

Votar ou não votar? Eis a questão?!

voto_3


 


Eu não sou de falar de politica, até porque pouco percebo de política, mas hoje, por ser as Eleições Presidenciais, resolvi deixar aqui uma breve opinião sobre o assunto.


 


Até agora, ainda não tive oportunidade de sair de casa e exercer o meu direito de voto mas para ser sincero, não sei se quero desperdiçar o meu tempo em ir votar. Depois da palhaçada que foram as últimas eleições, onde quem no final acabou por ficar no governo, não foi o eleito pelo povo mas sim um outro partido, eu não sei se estou a fim de voltar a participar noutra palhaçada do género. É que o que aconteceu nas outras eleições, foi uma tremenda falta de respeito para com todos os portugueses que num domingo, saíram de casa de propósito para exercerem o seu direito de voto. E olha que eu sou a favor de que às pessoas votem. Só mesmo assim é que eu acho que o nosso país vai para a frente mas... o que aconteceu na eleição do próximo Primeiro Ministro foi horrível! Simplesmente ignoram por completo o resultado final das eleições, ignoraram os votos dos leitores e assim do nada, fizeram com que quem subisse ao pódio, não fosse aquele que ganhou as eleições, mas sim o que ficou em segundo. Estranho, não é?! Eu volto a salientar que não percebo nada de política e talvez, algo na politica (que eu desconheço) diga que quem fica em segundo lugar, é aquele que depois vai governar o país... enfim... Por até agora ainda não ter percebido a palhaçada e por sentir-me enganado por aqueles que estão desejosos para subirem ao poder, eu confesso que estou mesmo num grande dilema: vou votar ou não? Será que vou querer participar numa nova palhaçada? A sério! Ainda não sei o que faça.


 


E para além do que já aqui falei, há ainda outra situação que faz com que eu não tenha muita vontade de sair de casa para exercer o meu direito de voto. Para mim, um Presidente da República nada faz pelo país. Eu sou da opinião de que Portugal, nem devia ter um Presidente da República pois, o que é que ele na verdade faz pelo país? Não sei! Para mim ele é um palhaço no meio daqueles que realmente governam o país. É o bobo da corte. É alguém sem utilidade para o país, mas que devido ao seu cargo, tem um futuro promissor pela frente. Talvez essa minha opinião seja completamente estúpida e na verdade o Presidente da República seja uma peça fundamental para o nosso país andar para à frente mas... não é assim que eu vejo as coisas. Por isso, a dúvida mantém-se: vale mesmo a pena sair de casa para ir votar em alguém que nada vai fazer pelo país, senão marcar presença??


 


A dúvida irá ficar no ar e como ainda é cedo, eu depois logo vejo o que fazer...

24
Jan16

Eu já... (#7)

Eu-Ja_7


 


(E depois fiquei noites e noites sem dormir, com receio de ter apanhado alguma doença por causa disso. Felizmente não apanhei nada mas se há coisa que eu não recomendo, é fazerem sexo sem o uso do preservativo. Usem e façam o vosso companheiro usar, caso não queiram sustos no futuro...)


 


[E tu?! Já fizeste coisas de que te orgulhes, ou não, mas gostarias de partilhar?! Então, participa nesta iniciativa...]

23
Jan16

Vamos (continuar a) falar de sexo? (Para talvez hoje terminar de falar sobre isso?)

Vamos falar de sexo5


 


O texto que se segue, continua a apresentar um conteúdo não apropriado para menores de 18 anos. E agora que o aviso está feito, deixem-me continuar a contar-vos essa minha aventura com um estranho chamado Rui. E que Rui!! Confesso que antes de conhecer o Rui, não sabia que existia homens capazes de aguentarem tanto tempo no sexo. Sim! Tanto tempo mesmo e sem gozar! Pois o que eu vou agora dizer, pode parecer um exagero mas não! De exagero não tem nada! Com o Rui, tive mesmo mais de uma hora sem parar, sempre a ser penetrado por ele e o Rui, sempre ali, disposto a penetrar-me ainda mais. Mais de uma hora! Pelo menos para mim, foi algo inédito. Nunca tinha estado com um homem que aguentasse tanto tempo no sexo. Mas a experiência foi boa. Foi maravilhosa! Confesso que fiquei todo arrebentado com tanta penetração mas... só de pensar e de relatar esses momentos, tenho imensa vontade de ser novamente todo arrebentado.


 


E com mais de uma hora a ser penetrado pelo Rui, tivemos que ser criativos e experimentar várias posições. Naquela noite, acho que coloquei em prática, várias posições do kamasutra gay. Posições essas que nunca tinha experimentado com outros homens e posições essas que foram agradáveis de experimentar. Até hoje, sempre que fui penetrado por um homem, ou estava de quatro, de costas para ele (que eu adoro!), ou então, estava deitado de barriga para baixo e com ele em cima de mim a penetrar-me sem parar. Com o Rui, passei também por essas posições mas é das outras que eu vou lembrar mais.


 


Naquela noite, pela primeira vez, sentei-me literalmente em cima de um pénis. Sim! Ele deitou-se na cama e pediu para eu me sentar em cima dele. No inicio confesso que fiquei um pouco sem graça, sem jeito mas lá consegui. Sentei-me bem encaixadinho no seu pénis e cavalguei feliz por cima dele. Fiz isso de frente para ele e também de costas para ele. Experimentamos de tudo! A posição de ‘frango’ também não faltou. Eu, de pernas para o ar e a receber o seu pénis em todo o seu esplendor. Enfim! Já viram aqueles filmes pornográficos onde o homem activo faz gato sapato do homem passivo?! Pois bem! Eu senti-me num desses filmes pornográficos. Um filme onde o activo penetrou-me a torto e a direito e eu, sem receio gemi e gemi bem alto, pois ele disse-me que não havia o risco de os vizinhos ouvirem. E durante todo o tempo dessa penetração, ele deu-me com cada estocada que por momentos eu acho que até vi estrelas. Ele encaixou todo o seu pénis dentro de mim e aquele misto de dor e prazer deixava-me completamente louco. Às vezes o Rui era delicado e fazia-o com calma mas outras vezes, ele dava-me com toda a força e eu confesso que era assim é que gostava mais. E depois de um momento de mais agressividade, ele voltava a fazer as coisas com mais calma, tudo isso para não gozar logo de imediato e a coisa durar muito mais tempo. E durou! Durou e eu amei. Beijos não faltaram durante a penetração, lambi os dedos todos da sua mão enquanto ele usava e abusava de mim e até mesmo os dedos dos seus pés vieram parar à minha boca. Aliás! Esse foi o momento final. Depois de mais de uma hora a levar com ele, houve um momento em que ele deu-me com toda a força. Mas antes ainda perguntou se podia gozar dentro de mim, ou se eu queria que ele gozasse cá fora. Para ser sincero, eu preferia que ele tivesse gozado fora. Gozado na minha barrinha ou no meu rosto, pois se há coisa que eu adoro, é ver um homem a gozar depois de um momento de sexo. Esse é o meu orgasmo. É ver eles atingirem o clímax e a depositarem todo aquele líquido maravilhoso em cima de mim mas... naquele momento, o meu cu não queria de forma alguma deixar de receber aquele seu maravilhoso pénis. Por isso deixei que ele gozasse dentro de mim. Mas antes disso, ele deu-me forte e feio, colocou o seu pé junto à minha boca, e eu não resisti em chupar os seus dedos. E quando comecei a chupar, foi então que ele começou a gemer, a contorcer-se todo mas sempre sem parar de me penetrar. Por momentos pensei que lhe faltava o ar, pensei que ele estava para morrer mas não! Ele estava apenas a atingir o clímax daquele momento, em todo o seu esplendor. Quando a coisa ficou mais calma, ele, sem nunca tirar o seu pénis dentro de mim, deitou-se por cima de mim e lá ficou. Os nossos corpos molhados ficaram ali, colados um ao outro e a nossa respiração juntou-se numa só. Nessa posição ficamos uns bons minutos e nesse momento, senti o meu mundo desabar.


 



 


Antes do sexo, que é realmente tão bom e naquela noite eu pude recordar o quanto eu gosto dele, eu antes disso, dou mesmo mais valor aos sentimentos, ao amor. Aquilo que eu queria, aliás, aquilo que eu mais gostava de ter era um namorado. E naquele momento, quando ambos começamos a respirar de forma mais calma, eu senti imensa falta de ter esse namorado. Confesso que quase chorei naquele momento. De felicidade mas também de tristeza. Sim! De tristeza porque tudo o que eu não queria naquele momento era terminar tudo por ali e ir embora como se nada tivesse acontecido. Aquilo que eu queria era ter a certeza de que iria ter a sorte de todas as noites, passar por momentos assim. Queria ter um namorado que todas as noite tivesse sexo comigo. Que todas as noites me beijasse, me penetrasse de forma carinhosa e agressiva e depois, no final deitasse em cima de mim e adormecesse ainda com o seu pénis dentro de mim. Isso era o que eu mais queria e só o facto de saber que aquele momento tinha já acabado e que tão cedo não voltaria a repetir, deu-me vontade de chorar. Mas não! Não quis passar vergonha à frente do Rui. Consegui conter-me e aproveitei ao máximo cada segundo daquele momento lindo. Do momento em que ele deitou-se por cima de mim, completamente esgotado mas muito satisfeito.


 


Passado um tempo ele levantou-se e foi até a casa de banho. Naquele momento percebi que tudo tinha acabado. Agora, assim que ele saísse da casa de banho, iria despedir-se de mim e depois, cada um ia à sua vida mas... o que aconteceu a seguir foi algo... fora do normal. Fora mesmo!! Quando ele saiu da casa de banho, perguntou-me se eu também queria ir e eu acabei por ir. Lá, assim que olhei-me ao espelho, vi um outro ‘eu’. Um ‘eu’ mais feliz, rejuvenescido e até mais magro, mais bonito, mais sensual. Sentia-me bem! E apesar de achar que depois de sair da casa de banho, iria vestir-me e ir embora, eu estava com um sorriso no rosto. E para mim aquilo era o mais importante no momento.


 


Quando saí da casa de banho, pensei encontrar o Rui já vestido e pronto para se ver livre de mim mas não. Ainda completamente nu, ele estava deitado na cama e quando me viu, pediu para me deitar ao seu lado. Eu deitei e apesar de saber que ele estava completamente esgotado, deitado ao lado dele eu não resisti em querer ter o seu pénis novamente na minha mão. Naquele momento queria aquele pénis só para mim e nunca mais larga-lo. Brinquei com o seu pénis e quando dei por mim, com a ajuda da minha mão, o seu pénis já estava novamente erecto, lindo e pronto para uma nova acção. Enfim! Depois de o sentir novamente duro na minha mão eu não consegui resistir. Tinha que chupar novamente aquilo e foi exactamente o que fiz logo a seguir. Ele, quando me viu já de boca cheia, sorriu para mim e questionou-me se eu ainda não estava suficientemente satisfeito. De boca cheia não consegui responder mas da forma como o chupava, ele rapidamente percebeu que não, eu não estava satisfeito. Aliás! Insatisfeito como sou, acho que só fico bem se tiver um pénis para chupar todos os dias. E como isso não acontece sempre, eu tinha era que aproveitar aquele momento ao máximo. Se ele estava de pau duro, eu não tinha outra solução se não chupar. Chupar que nem um doido a morrer de sede. Depois de um tempo, ele fez com que a minha boca se juntasse à sua e depois perguntou-me: “Aguentas mais uma?!” E eu, limitei-me a acenar afirmativamente com a cabeça, não tendo bem a certeza se aguentaria realmente mais uma. É que para mim tudo aquilo era novo. Para além de já ter tido a melhor experiência sexual de toda a minha vida, nunca tinha passado por uma experiência de repetição. Nunca um homem me tinha penetrado duas vezes seguidas num tão curto espaço de tempo. Mas se ele estava afim, quem era eu para recusar um bis?! E quando dei por mim, ele levantou-se da cama, agarrou-me pelas ancas, colocou-me de quatro e sem dó nem piedade, enfiou de imediato o seu pénis pelo meu cu a dentro. Naquele momento tenho mesmo a certeza que vi estrelas, pois a dor da entrada bruta foi tanta que eu até quase chorei mas... apesar da muita dor, o prazer foi maior ainda e... Oh Good! Que sensação boa! Que momento maravilhoso! Apesar de ambos estarmos completamente estafados, ele fez-me repetir tudo o que já tinha passado antes. Ou seja, voltei a levar com ele nas diversas posições, de forma carinhosa e de forma agressiva. Ele fez-me suplicar para não parar, para não tirar o seu pénis de mim, para me foder sem parar e apesar desse segundo round não ter durado mais de uma hora, durou na mesma o tempo suficiente para eu me sentir arrebentado e ao mesmo tempo realizado.


 



 


Ao fim de um tempo, onde ele apoderou-se por completo do meu cu, da mesma forma que a primeira vez, ele gozou dentro de mim. Gemeu, ficou sem fôlego e morto estendeu-se em cima de mim. E assim ficou durante mais um tempo. Até ao tempo em que ambos conseguimos respirar mais calmamente. E desta vez ele estava mesmo morto e a cair para o lado, pois quando tentou levantar-se, teve uma ligeira tontura e precisou do meu apoio para ir até à casa de banho. E lá, eu o vi a tomar um banho rápido e foi só nesse instante é que eu percebi que a noite tinha chegado ao fim. O sonho terminou e agora sim, cada um ia à sua vida.


 


Pelo chão da sala procurei as minhas roupas e vesti. Ele fez o mesmo depois do banho. Surpreendeu-se por já passar das duas da manha e disse que assim que me deixasse em casa, iria depois tomar um antistaminico e dormir, pois às seis da manha teria que já estar de pé. E sim! Ele foi mesmo um cavalheiro e levou-me não até à porta da minha casa, mas sim até ao local onde tínhamos marcado o encontro, que para falar a verdade, ficava a cinco minutos da minha casa. Com um beijo despedimo-nos com a promessa de que iríamos manter contacto e depois... Bem! Depois cada um foi mesmo à sua vida.


 


E agora, todas essas recordações estão a deixar-me um pouco em baixo. Receio que ainda não é hoje que irei terminar de falar sobre tudo o que aconteceu com o Rui. Sim porque eu ainda tenho mais algumas coisas para falar. Poderá não ser de sexo mas amanha vou voltar a tocar no assunto Rui, pode ser? Vocês vão voltar para saber o que mais há para contar? Eu acho que sim!!!


 


E calma! Apesar de estar um pouco em baixo, eu não estou deprimido e olha que eu acho que ainda tenho muitas coisas (boas) para contar...

23
Jan16

Livros | Aprender a fazer Sushi com a ajuda de livros...

Agora sim! Depois do anterior artigo, vou mesmo falar de dois livros que comprei recentemente, e que falam de Sushi.


 



 


O primeiro chama-se “SUSHI PASSO A PASSO” e é da autora Carla Bardi, com as receitas do Chef Ikueu Arakane. Esse livro, para além das fotos maravilhosas, apresenta ainda uma série de vídeos, que só consegues ter acesso a eles, através de um tablet ou smartphone. Os vídeos são curtinhos, pouco explicativos, mas são óptimos para quem está a querer dar os primeiros passos no Sushi. E depois há as receitas. O livro apresenta uma série de receitas, desde o mais básico até ao mais complexo. Ensina a fazer o arroz e explica as diferenças entre os variados tipos de sushi, que passa pelo Hosomaki, o Uramaki, Futomaki entre tantos outros. O livro não é caro! Se bem me lembro, foram cerca de 13€ e ele está à venda em qualquer livraria que se preze. Eu gostei muito do livro e recomendo a quem está agora a querer dar os primeiros passos.


 



 


O segundo livro, que comprei na passada quinta-feira na Bertrand, chama-se “SUSHI RECEITAS E TÉCNICAS” e é da autoria de Kimiko Barber e Hiroki Takemura. No que diz respeito a receitas, este livro não apresenta assim tantas como no caso do primeiro livro. Tem algumas propostas interessantes que eu pretendo recriar mas o outro é mais rico. No entanto, este segundo livro, é na minha opinião, bem melhor do que o primeiro. Para além das receitas, tem ainda uma breve história de como surgiu o Sushi no Japão e depois, fala dos utensílios essenciais na hora de fazer sushi e não só! Fala ainda dos muitos ingredientes essenciais para fazer um bom sushi. Ingredientes como as algas, o molho soja, o wassabi e claro, o peixe. Aliás! Este livro dedica uma grande parte das suas páginas a falar do peixe próprio para o Sushi e a explicar passo a passo como tratar do peixe. Com fotos incríveis e com uma explicação simples, para que todos consigam fazer, este “Sushi Receitas e Técnicas”, tem o essencial para dar os primeiros passos e surpreender a ti próprio e aos teus familiares, na hora de os convidares para um jantar em tua casa. O livro em si custou perto de 20€, mas foi com certeza uma boa compra.


 



 


E enquanto escrevia este artigo, lembrei-me de um terceiro livro que estava guardado no armário, e que eu já comprei há uns bons anos atrás na Fnac. Para falar a verdade foi um KIT DE SUSHI que eu comprei. Uma caixinha bem jeitosinha, que para além do pequeno livro que apresenta 40 receitas, vinha ainda junto uma esteira de bambu, 2 pares de pauzinhos e 2 tigelas óptimas para colocar o molho soja. Não me lembro quanto custou e confesso que para quem está a querer começar, está não é uma boa primeira opção. Os livros anteriores são melhores para quem é principiante. No entanto, esta caixinha jeitosa, que eu acho que ainda se encontra à venda na Fnac, é uma boa opção para quem quiser oferecer uma prenda a alguém que tal como eu, adora Sushi.


 


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E aqui ficaram as minhas primeiras sugestões de livros aqui no MORE. Em breve outras sugestões irão aparecer por aqui, até porque estou actualmente a ler um novo livro, que nada tem a ver com o sushi, mas que estou igualmente a adorar. Mas isso fica para outros artigos.


 


Não sei como é com vocês, mas depois de tanta conversa sobre Sushi, já fiquei com água na boca e com o estômago a reclamar. Vou almoçar, pois já estou mortinho de fome. Pena é que não seja Sushi (mas sim Lulas recheadas) mas... bom almoço para todos!!

23
Jan16

A minha paixão pelo Sushi


 


Quem já me conhece, sabe perfeitamente que eu sou um fã incondicional de Sushi. Não sei se já aqui tinha dito isso alguma vez, mas pronto! Agora ficam a saber! Se há coisa que eu gosto mesmo de comer é sushi. E há tanta variedade de sushi, que eu seria até capaz de comer sushi todos os dias até ao resto da minha vida. Bem! Estou realmente a exagerar. Eu gosto de boa comida e por isso, para além do sushi tenho outros prazeres alimentares, do qual não sei se seria capaz de viver sem eles. Mas isso é assunto para outras publicações. Hoje é dia de falar de Sushi, mais propriamente dos livros que comprei e que falam precisamente, dessa típica comida japonesa.


 


A primeira vez que comi sushi, foi durante o ano de 2008. Claro que antes disso, já muito tinha ouvido falar da comida japonesa, mas sempre me pareceu muito estranho, comer peixe cru. Sempre que se falava disso, eu próprio era o primeiro a dizer que jamais teria coragem de experimentar. No entanto, em 2008, quando comecei a trabalhar num call center, conheci uma rapariga que era fã de sushi. Aliás! Ela não só era fã da comida japonesa, como também era completamente fascinada por tudo o que estivesse ligado ao oriente. Ela já tinha vivido durante uns tempos na Coreia (do Sul, penso eu), e lá tinha arranjado muitos amigos coreanos e japoneses. Adorava a música japonesa, tinha até aprendido a falar e adorava os homens japoneses. Aliás! Para ela, homem bonito só existia mesmo no Japão e o sonho dela era ter um namorado japonês. Ou seja, ela era completamente vidrada em tudo o que estivesse relacionado com o Japão. E ao descobrir que eu nunca tinha ido a um restaurante japonês comer sushi, ela não descansou enquanto não me levasse a conhecer as delícias do sushi. Confesso que inicialmente, fiquei mesmo com um pé atrás. O peixe cru não me saia da cabeça e isso estava a tornar-se um impedimento para querer experimentar. Mas ela lá me convenceu. Um dia, antes de irmos para o trabalho, ela convidou-me para ir almoçar com ela ao Restaurante Origami no Campo Pequeno (que hoje é onde está o Restaurante Arigato Sushi Arena, e que eu recomendo a 100%). Com algum receio lá fui ao seu encontro e confesso que de imediato fiquei surpreendido quando cheguei ao restaurante. Mas surpreendido pela positiva. Apesar de saber que aquilo que eu via era peixe cru, visualmente, os pratos que eu via ali o Chef fazer eram maravilhosamente lindos. O Sushi atraiu-me de imediato, não pelo paladar, mas sim pelos olhos. Os pratos eram tão bonitos que para mim aquilo era arte mas a minha colega alertou-me logo e disse: “Se já estás assim só de olhar para o Sushi, espera até o provares.” E sim! Ela tinha razão! Assim que levei o primeiro rolinho de sushi à boca e deliciei-me com aquele arroz, com aquela alga, com aquele salmão e abacate, enfim! Fiquei completamente rendido. E hoje, oito anos depois desde a primeira experiência, eu sou já um fã incondicional de sushi. Adoro! Não sei viver sem ele e faço mesmo questão de pelo menos uma vez por mês, ir a um restaurante comer um bom sushi. Mas como acho que uma vez por mês é pouco e não há dinheiro que chegue para ir sempre ao restaurante, tive que arranjar uma solução para comer mais vezes. E qual foi mesmo a solução? Bem! Agora sim! Vou entrar realmente na parte em que me levou a escrever este artigo e a falar sobre livros.


 



 


Em tudo na vida eu sou um autodidacta. Sou daquelas pessoas que quando vê uma coisa e gosta, vê com toda a atenção possível, para depois em casa conseguir reproduzir. E foi isso que aconteceu com o Sushi. Por natureza, eu sou já uma pessoa que adora cozinhar e em breve, aqui no MORE, vou reservar um espaço para falar dessa minha paixão. E como adoro cozinhar e achei que seria capaz de reproduzir o sushi na minha cozinha e com as minhas próprias mãos, resolvi um dia fazer o sushi em casa. Fazê-lo de raiz mesmo. Fiz o arroz próprio, com o vinagre próprio, comprei as algas nori, sementes de sésamo, abacate, salmão fumado, comprei uma esteira de bambu e pus mãos à obra. Confesso que apesar de delicioso, visualmente, nessa primeira tentativa de fazer sushi, ele não ficou lá muito com bom aspecto. Enrolar o sushi não é fácil e das primeiras vezes a coisa não ficou lá muito bem. Mas a primeira vez que tentei fazer sushi em casa, foi à sensivelmente uns quatro anos atrás e desde então, muita coisa já mudou. Já tive muito tempo para aperfeiçoar a técnica e não é para me gabar, hoje em dia já faço realmente um maravilhoso sushi que é de comer e chorar por mais. Já apresentei essa minha habilidade a alguns familiares, a alguns conhecidos e amigos e confesso que todos eles ficaram maravilhados. No entanto, apesar de já ter aperfeiçoado essa arte de fazer sushi, estou longe de ser um Sushiman e ainda tenho muito que aprender e fazer. E é por isso, que uma vez mais volto ao tema ‘livros’.


 



 


Mas antes de falar dos livros em si, tenho que confessar que até já tentei inscrever-me numa Escola de Sushi para tirar um curso. Infelizmente, os preços apresentados pela escola assustaram-me de tal forma, que tive que tirar essa ideia da cabeça. Talvez um dia, se eu tiver os bolsos mais recheadinhos, eu volte a ter essa ideia. Para já, continuo a ser autodidacta e não me canso de querer aprender mais. Por isso, recorro muitas vezes à net, ao Youtube e a livros para aprender mais, muito mais coisas sobre a arte de fazer sushi. Pois eu sou apaixonado pelo Sushi!


 





 


E depois de já tanto ter-me alongado com este texto, acho que vou fazer um artigo separado, apenas para dar destaques aos livros. Sim! Porque quando eu comecei a escrever este artigo, era mesmo para falar de dois livros que eu comprei recentemente e que falam de Sushi. Mas vou agora falar deles num outro post e tenho a certeza, se tu fores um apaixonado pelo sushi como eu, que vais querer acompanhar esse outro artigo e saber que livros são esses.


 


Ah! Já me esquecia! As fotos que acompanham este artigo, são as fotos das minhas primeiras tentativas de fazer sushi em casa (excepto a primeira). Lamento pela qualidade das fotos, mas elas foram tiradas pelo (desgraçado) iPhone da minha mãe, que para tirar fotos é horrível. Prometo que em breve, irei publicar aqui outras fotos mas com muito mais qualidade e em relação ao sushi, visualmente mais apetecíveis...

22
Jan16

Vamos falar de sexo? (Agora sim!!)


 


O texto que se segue apresenta um conteúdo não apropriado para menores de 18 anos. E agora que o aviso já foi feito, vou começar de onde ontem terminei.


 


Depois de muitos beijos e amassos, a minha fome e a minha sede já era tanta que não hesitei em passado um tempo, ajoelhar-me para maravilhar-me com aquele seu membro delicioso. Um membro não muto grande, não muito pequeno, enfim... aquele pénis tinha o tamanho ideal para mim e se tê-lo na minha mão já me deixava num estado de felicidade bem elevado, tê-lo na minha boca foi algo do outro mundo. Já há muito que não tinha o prazer de presentear a minha boca com uma maravilha como aquela e por isso, fui com toda a sede ao pote e deliciei-me. De joelhos, chupei o seu pénis, lambi o seu corpo e passado um tempo, ele agarra-me pelos braços, faz com que eu me levante e beija-me novamente com muito fervor. Depois perguntou-me se eu queria ir para o quarto, coisa que eu disse logo de imediato que sim. Ele então sem demoras, virou-me de costas e abraçou-me, fazendo com que o seu pénis ficasse a roçar no meu rabo, a roçar por entre as minhas pernas e quando chegamos ao quarto, ele atirou-me para a cama e deitou-se por cima de mim, com aquele seu membro maravilhoso a roçar bem próximo do meu cú. Por momentos achei que a vontade de ele me comer já era tanta que ia já ali me penetrar a torto e a direito mas não! Antes do acto em si da penetração, ele tencionava ainda brincar muito com o meu corpo.


 


Eu já não sou novo nestas andanças do sexo. Infelizmente comecei cedo (ou talvez, aos 18 anos já comecei tarde de mais) e já passei por muito. E já passei por muitos homens, todos eles muito diferentes, que em alguns casos, foram perfeitos para matar a minha fome mas até àquela noite, nunca tinha estado com alguém que me tratasse de forma especial. Por norma, nesses encontros esporádicos, eles querem penetrar, gozar e depois vai cada um à sua vida. Com o Rui foi diferente! Ele tratou-me de um modo especial. De um modo como eu adorei ser tratado. Com ele, eu senti que a preocupação dele não era a de satisfazer-se a si próprio. Ele estava também preocupado se com aquele momento, eu também teria prazer. Se tal como ele, se eu estava também a desfrutar daquele momento mágico e sim! Eu estava! O Rui tratou-me e cuidou de mim de um modo como nenhum outro me tratou e agora vocês devem estar a achar que com isso, eu já fiquei apaixonado. Com certeza devem estar a achar que eu já encontrei o meu príncipe encantado mas não! Vamos com calma ok?! O que aconteceu naquele quarto não foi amor, não foi paixão, foi apenas sexo. Puro sexo e nada mais! Mas claro, não vou mentir-vos. O meu ‘eu’ mais intimo corre o risco de ficar perdidamente apaixonado só por causa daquele momento de sexo mas não, isso não vai acontecer. Primeiro porque ele não dá liberdade para isso e segundo, porque o meu ‘eu’ mais racional também não permite que algo assim aconteça de repente na minha vida. Mas continuando...


 


Sem qualquer receio, sem qualquer tipo de nojo, os lábios, a boca e a língua do Rui percorreram cada canto do meu corpo. E sempre que sentia a sua boca quente tocar na minha pele, as suas mãos a agarrarem nela, eu delirava de prazer mas o momento mais alto foi mesmo quando ele começou a brincar com o meu cu. Primeiro com os dedos marotos que entravam e saiam para me provocar e depois com a boca, com a língua... oh Good!! Acho que estou a ser demasiado gráfico e acho que estou a ficar excitado com todas essas lembranças mas... Prometi que ia falar de sexo não prometi?! E olha que isso não é ficção! Não é fruto da minha imaginação não! O que eu estou para aqui a contar, felizmente aconteceu realmente comigo e espero que também aconteça com aqueles que estão agora a ler este artigo. Sim porque, caso ainda não tenham tido a oportunidade de ter um homem a beijar, a lamber, a enfiar a língua pelo teu cu a dentro, deixem-me que vós diga que não sabem aquilo que perdem. A sensação é boa, boa demais! É indescritível! E enquanto ele brincava com o meu cu e deixava-me já preparado para receber o seu membro maravilhoso e em ponto de bala, eu, através da posição 69, chupava-o todo. Que sensação!!!


 



 


Depois daquele momento, o meu cu já estava mesmo pronto e cheio de vontade de o receber cá dentro mas não, ele ainda não quis me penetrar. Antes disso, ainda trocamos alguns beijos, ele continuou com as suas mãos e a sua boca a percorrer o meu corpo e como ele percebeu que eu adorava chupar o seu pénis, ainda deu-me a oportunidade de chupar mais um pouco. E a minha cede era tanta que ele teve mesmo que pedir para que eu fosse com mais calma, porque se não, ele não iria aguentar e vinha-se naquele momento, coisa que ele não queria ainda que acontecesse. Antes do seu líquido precioso saltar cá para fora, ele ainda tencionava fazer muitas coisas comigo. E agora sim, passando à parte do sexo anal, depois de muito deliciar-me com o seu pénis, ele disse-me que já estava doido para me comer. Virou-me de costas e preparou-me para receber o seu pénis, que apesar de não ser monstruoso, impunha algum respeito e eu confesso que naquele momento, fiquei um pouco assustado. Nas minhas últimas relações sexuais, a coisa não tinha passado do sexo oral. Há muito tempo que o meu cú não recebia uma visita e estava com medo. Medo da dor! Medo de não aguentar com aquele pénis, que sim! Até tinha uma cabeça grande. Tinha medo de não conseguir satisfazer-lhe e desistir logo de imediato. Ele com calma e com todo o carinho do mundo, lá fez a primeira tentativa de entrada mas quando senti aquela cabecinha a querer entrar, eu confesso que fugi. Senti que não estava preparado para aquela dor. Disse-lhe que já há muito não passava por isso mas ele pediu-me para ter calma. Para relaxar, que eu ia gostar e de que ele ia com toda a calma do mundo. Olha! Só vós digo que quando dei por mim, o seu maravilhoso pénis já tinha ultrapassado todas as barreiras e já estava bem alojado no meu cu. Claro que no inicio foi doloroso mas o que é bom, é que essa sensação de dor vem sempre acompanhada de uma sensação muito prazerosa e por isso, eu estava simplesmente maravilhado. Quando ele começou com aquele vai-vem lento, apenas para que o meu cu se acomodasse com aquele ser estranho dentro de mim, já eu estava completamente rendido. Já eu desejava para que o seu pénis nunca mais saísse de dentro de mim, enfim... Escusado será dizer que aquele momento foi... acho que nem tenho palavras!. Pois! E hoje de facto receio que já não tenho mais palavras. Lamento mas o resto da noite terá que ser contada apenas amanha. Agora tenho outros afazeres, como por exemplo, tomar um banho bem gelado para ver se apago este fogo que há dentro de mim. Mas fora de brincadeira, de momento não tenho mesmo mais tempo para continuar a escrever. São 3 da tarde e eu ainda estou de pijama. Tenho que tomar banho, vestir-me e perfumar-me, pois mais logo vou ter que sair e... perguntam vocês: sair para onde? Ou melhor! A questão aqui nem é o sair mas sim o com quem eu vou-me encontrar. E com quem será?! Bem! Isso são conversas para outros dias...


 


E calma! Prometi que falava de sexo e hoje já falai de sexo, não falei? Mas amanha vou continuar a falar, pode ser?!

21
Jan16

Vamos falar de sexo?


 


Sim! Hoje vamos mesmo falar de sexo! Mais propriamente do sexo que aconteceu comigo há uns dias atrás e que eu estou doido para vos contar como foi. É estúpido! Eu sei mas... quero deixar esse momento registado para que nunca mais me esqueça de como o sexo é bom! Muito bom! E faz bem ao coração, à alma, à pele, a tudo! O sexo rejuvenesce uma pessoa e é assim que eu me sinto, um tonto rejuvenescido. Mas quem é que não fica assim, com um ar tonto depois de passar óptimos momentos com um homem?


 


2015 que já lá vai longe, não foi um ano muito bom para mim em termos de relacionamentos. Para falar a verdade, também não foi um ano em que eu tivesse procurado muito por eles. Foi de facto o ano em que aderi a algumas apps de engate, como o Gaydar, o Grindr e o Badoo (como já aqui falei) mas nem por isso, foi um ano repleto de relacionamentos. E porquê? Bem porque aquilo que eu andava à procura não era compatível com aquilo que a maioria queria. Apesar de sentir falta do contacto de um homem, do corpo a corpo e de todas as sensações que o sexo proporciona, a verdade é que eu andava à procura de algo mais sério. De um relacionamento que não começasse logo com uma ida para a cama, para ambos conseguirmos prazer um com o outro. Eu não queria isso. Queria (e ainda quero!) conhecer um homem que goste de falar, que goste de dar tempo para nos conhecermos melhor, que goste de uma noite romântica, com um jantar especial, uma ida ao cinema, ao teatro, dar um passeio e que tal como eu, goste de estar no conforto do sofá, agarradinhos um ao outro, a ver qualquer programa que seja na TV. Ou seja! Aquilo que eu realmente procurava (e ainda procuro!) era um namorado. Um homem com quem eu pudesse compartilhar os bons e os meus momentos da minha vida mas... que estúpido que eu sou! Obviamente, tal como já aqui falei, não seria através dessas apps que eu iria encontrar esse homem. Esse príncipe encantado que eu insisto em dizer que será um príncipe, apesar de já saber que os príncipes não existem. Aquilo que os homens procuram nessas apps é sexo! Puro sexo e nada mais do que sexo. E mais uma vez eu digo: aquele que disser o contrário está apenas a mentir. O sexo é aquilo de que todos andam atrás e como em 2015 eu não estava muito virado para isso, optei por não aventurar-me nesses encontros esporádicos e repentinos.


 


No entanto, 2016 começou e no passado dia 7 de Janeiro algo de diferente aconteceu. Na esperança de encontrar o meu príncipe, nesse dia à tarde resolvi ligar-me ao Manhunt para ver quem lá andava. Nesse dia, a intenção era mesmo aliviar-me do stress. Esquecer um pouco o stress do trabalho, o cansaço, a monotonia da rotina diária e encontrar alguém com quem realmente tivesse um momento de sexo, por muito breve que fosse. E durante toda à tarde andei nessa procura. E quando já achava que ninguém iria ser merecedor da minha companhia, sou abordado por um homem que mete conversa comigo e que despertou o meu interesse. Nesse pequeno diálogo, fiquei a saber que esse homem morava bem próximo de mim, que tinha 45 anos e que tal como eu, queria sexo real naquele preciso momento. Sem hesitar, até porque eu estava mesmo necessitado do contacto humano, marcamos um encontro à noite ao pé da minha casa. Claro que estava nervoso! Claro que passou-me pela cabeça desistir e não aparecer no local! Claro que condenei-me a mim próprio por estar a fazer aquilo que todos fazem e que eu tanto critico, que era procurar sexo, apenas por sexo mas... Deixei os nervos de lado, apareci no local e não me arrependo do que aconteceu nos minutos e horas a seguir. E para todos os efeitos, vou agora baptizar esse homem como Rui e vou agora contar-vos como foi essa minha aventura com o Rui.


 



 


À hora marcada ela lá chegou no seu carro. Eu entrei e de imediato surpreendi-me. Apesar de ter dito que tinha 45 anos, o Rui não aparentava ter a idade que tinha. Muito pelo contrário! Tinha um ar jovem, um ar cuidado, um ar atraente, parecia mesmo um jovem de 20 e poucos anos e isso agradou-me. Não que a idade seja um entrave para ter sexo com um homem mas como sabemos, às vezes há homens que apesar de jovens, parecem tão acabados que... enfim! Esse não era o caso do Rui. Depois de entrar no seu carro, ele perguntou-me se queria ir com ele até à sua casa e eu não recusei. E durante a viagem, tanto ele como eu, pouco ou nada dissemos. Apenas houve vários cruzares de olhar até que, passado um tempo, numa estrada bem escura e deserta, ele para o carro e sem demoras agarra-me para poder beijar-me. Confesso que naquele momento fiquei um pouco assustado, até porque o próprio cenário era assustador mas não houve razões para tal. Ele apenas quis beijar-me, tocar-me e eu retribui os beijos, retribui as carícias e quando ambos quebramos o gelo, ele voltou a ligar o carro e prosseguimos viagem, cada um com um sorriso no rosto. De mãos dadas ele levou-me até à sua casa onde lá, eu sabia, eu tinha a certeza que magia ia acontecer. Só não sabia que essa magia fosse tão espectacular.


 


Assim que entramos no seu pequeno apartamento, onde apenas era iluminado pela luz de um candeeiro na sala e pela televisão no quarto, ele não esperou e agarrou-me com força para poder beijar-me e percorrer a sua mão por todo o meu corpo. A vontade de me comer era tanta que ele sem demoras começou a tirar a minha roupa e eu não fiquei atrás. A minha mão percorreu todo o seu corpo e sem demoras também comecei a despi-lo. E quando já ambos estávamos nus e aos beijos sem parar, eu senti todo aquele seu calor, toda aquela sua força e claro, tontinho como sou, naquele momento eu já dava-me por satisfeito. Naquele momento achei que já nem valeria a pena a penetração, o sexo oral ou um orgasmo, pois só com o facto de ter aquele seu grande membro erecto na minha mão, eu já estava a sentir-me a pessoa mais feliz do mundo. Pois é! Eu sou mesmo assim! Às vezes contento-me com pouco, quando na verdade posso ter muito mais. E ainda bem que naquela noite tive muito mais! Naquela noite lembrei-me de como o sexo é realmente bom! E foi tão bom que nem tenho palavras para descrever como foi. Felizmente não foi daquele sexo que em três tempos, o gajo vem-se num instante e depois, com um aperto de mão despede-se de nós e vai cada um à sua vida. Felizmente, os minutos, as horas que se seguiram foram... enfim! A troco de nada, o Rui ofereceu-me o melhor sexo de toda a minha vida e não, não estou a exagerar! O momento foi mesmo muito bom, tão bom que agora já nem tenho mais palavras para vos contar como foi. Receio que o resto dessa minha aventura vá apenas contar-vos no dia de amanha  e... olhem que amanha tenho muito, mesmo muito para contar.


 


E calma! Prometo que amanha vou mesmo falar de sexo...

21
Jan16

Férias 2016


(A vista da rua através da minha janela. Não parece, mas logo pela manha, quando a foto foi tirada, chovia imenso...)


 


Sim! Estou de férias! Pode não parecer mas estou já a gozar o meu primeiro período de férias, desde que comecei a trabalhar no local onde estou actualmente. Eu não fazia questão de ter férias já em Janeiro. Aliás! Eu já andava era a planear férias para o mês de Março e tencionava na semana do meu aniversário, viajar para o estrangeiro. Queria visitar o meu irmão e a minha cunhada e assim, conhecer a minha sobrinha que nasceu no passado mês de Novembro. Já tinha tudo planeado e as passagens estavam super baratinhas. Mas um dia, quando cheguei ao trabalho, a minha chefe disse que até ao final de Fevereiro, eu tinha obrigatoriamente que gozar as férias do ano passado. Distribuindo as férias pela equipa, a mim calhou ficar com a última semana de Janeiro. Eu não queria mas... fui praticamente obrigado a tê-las. E para Janeiro, com passagens super caras, não foi possível planear essa viagem que eu tanto queria. E como não faz muito sentido ter férias em Janeiro, para depois voltar a ter em Março, vou esquecer o mês de Março e vou agora começar é a pensar no mês de Maio pois pretendo ver se consigo tirar uma semaninha.


 


E apesar de estar de férias um pouco contra a minha vontade, vou aproveitar esses dias para descansar, pois eu bem que estou a precisar! Descansar não só do trabalho pesado, como também descansar de alguns colegas chatos que tenho. E apesar de hoje, neste primeiro dia de férias, ter acordado ao som da chuva, eu pretendo sim descansar mas não tenciono ficar essas minhas férias sempre em casa. Tenho planos de ir ao cinema (pois há muita coisa gira que eu quero ver!), tenho planos de ir a Lisboa dar umas voltinhas mas claro, também tenho planos para ficar o dia todo em casa, com o pijama e quentinho no sofá da sala, a ver todos os filmes e séries que tenho em atraso. Não será o caso de hoje. Pois hoje já acordei bem cedinho para ir à rua tratar de uns assuntos com o Novo Banco e agora, no final deste artigo vou à rua gastar dinheiro. Pretendo alimentar a minha despensa para que depois a despensa tenha alimentos suficientes para alimentar-me a mim.


 


Bom dia a todos e se puderem, desejem-me umas óptimas férias...

21
Jan16

Vejo na TV | Terapia (RTP1)

Terapia1


 


Eu vejo na TV muitas coisas! Desde novelas a séries, filmes ou programas de entretenimento e agora, criei o hábito de assistir a tudo o que é programa de culinária do 24Kitchen e não só. Mas voltando às séries, neste momento há uma que conseguiu conquistar-me desde o seu primeiro episódio. É portuguesa, dá todas as noites de segunda a sexta feira na RTP e sem sombra de dúvidas, é uma série que eu recomendo a todos.


 


Terapia4


 


TERAPIA” é ficção nacional no seu melhor e confesso que há muito não via uma série portuguesa tão boa quanto essa. A RTP está de parabéns, pois a televisão pública, soube através de um original israelita, criar um produto de óptima qualidade, onde o desempenho dos actores é maravilhoso, é mesmo de se tirar o chapéu. Os diálogos são soberbos, a realização fantástica, enfim... no geral “Terapia” é de facto uma série que deve ser acompanhada com muita atenção e eu faço questão, de não perder nenhum único episódio.


 


Terapia5


 


A série estreou no passado dia 4 de Janeiro, e desde então, nas noites de segunda a sexta por volta das 23h, temos acompanhado a vida do psicoterapeuta Mário Magalhães (Virgílio Castelo) e dos seus pacientes. Ao longo da semana, o psicoterapeuta recebe à segunda-feira a atraente e sensual médica Laura (Soraia Chaves) que aparentemente, está muito confusa no que diz respeito ao assunto ‘amor’. À terça, é dia de receber o atirador de elite do Grupo de Operações Especiais, o Alex (Nuno Lopes), um homem que à primeira vista parece ser demasiado agressivo e bruto, mas talvez essa seja uma mascara que ele tenha que usar diariamente para não mostrar ao mundo aquilo que realmente é. Depois na quarta-feira, Mário recebe a visita da jovem Sofia (Catarina Rebelo), uma jovem da idade da filha do psicoterapeuta, que surge na Terapia para provar a todos que não está louca, que não tem planos para se suicidar e que aos poucos, vai contando a sua vida, relatando momentos pouco apropriados para a sua idade. E como se não bastasse começar a semana cheia de várias e diferentes emoções, à quinta-feira o psicoterapeuta recebe o casal Jorge e Ana (Filipe Duarte e Maria João Pinho). Um casal que optou por fazer Terapia, apenas para perceberem se estão realmente preparados para  a chegada de um segundo filho, mas as dúvidas do casal vão muito para além da gravidez. Para conseguir sobreviver a todos esses dramas, ou talvez para voltar a entrar num drama ainda pouco explorado na série, à sexta é a vez do Mário visitar a sua psicoterapeuta/amiga Graça (Ana Zanatti). Entre eles existe um passado, mal resolvido e a relação de ambos, parece ser uma relação de amor/ódio. Mas é à Graça que Mário resolve desabafar ao final da semana. Não só para de alguma forma conseguir receber algumas orientações em relação aos seus pacientes, como também para lhe contar acerca dos seus dramas pessoais. Dramas esses que passam por problemas com o seu casamento com Catarina (Leonor Silveira).


 



 


E estes são os personagens desta maravilhosa série. E em relação à história, acredito que ainda muito se está para ver e ouvir e claro, reflectir. Sim! Porque é difícil assistir a essa série e não ficarmos a reflectir sobre a nossa própria vida. Tal como o actor Virgílio Castelo disse um dia em entrevista, quem assiste à série, vai de alguma forma sentir que está também a passar pela Terapia, pois os assuntos abordados na série, são assuntos pelo qual nós já passamos ou conhecemos alguém que tenha passado por situações idênticas. Eu sinto que estou mesmo em Terapia.


 


Aqui fica a minha sugestão para quem quer ver algo bom na TV e não sabe o quê.

20
Jan16

É dos carecas que elas gostam mais... Será?

Eu aqui no MORE já publiquei um artigo com os belos Príncipes da Disney e hoje volto a fazer o mesmo. Mas desta vez para apresentar o trabalho do artista Loryn Brantz, que para o site BuzzFeed, resolveu criar uma série de ilustrações onde os belos Príncipes que todos conhecemos (e amamos), aparecem de uma forma... um pouco diferentes. Já imaginaste como seriam esses Príncipes da Disney se fossem carecas? Será que as princesas e as donzelas em apuros da Disney, iriam cair de amores por eles? Sempre ouviu-se dizer que é dos carecas que elas gostam mais mas... será isso verdade? Convido-vos a verem as ilustrações do artista e ao mesmo tempo, pensarem nessa afirmação para depois darem-me a vossa opinião.


 


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(dá um clique na imagem para ver as restantes)


 


E então? Como é que achas que eles ficam??

16
Jan16

Colegas chatos...


 


...todos temos, não é verdade? Por todo o lado, o que não falta é mesmo colegas insuportáveis, que não nos largam e que nos deixam mais cansados do que o próprio trabalho em si. Eu tenho alguns colegas assim mas eu acredito, que actualmente tenha o colega mais insuportável, chato, pegajoso de todos. É verdade!  Se prémio houvesse para premiar o mais insuportável de todos, esse meu colega ganharia sem sombra de dúvidas esse (cobiçado) prémio.


 


Como é óbvio não vou aqui citar nomes. Vou apenas dizer que conheço esse colega desde o passado mês de Novembro e ao fim de dois meses de convivência, eu já não consigo ter paciência para ele. Podia achar que o problema está em mim, por andar sempre sem paciência para muitas coisas mas não! O problema não está em mim. Da mesma forma que eu já não o suporto, a secção toda onde eu trabalho também já não o suporta. Pior! Já nem é só a minha secção que está farto dele. Todas as secções do local onde trabalho, têm variadas razões de queixa em relação a ele. Por isso, o problema não está mesmo em mim.


 


O colega em questão até nem é má pessoa. E eu até acredito que ele ainda não tem noção do insuportável que é. Há muitas coisas que ele faz e que diz, que eu acho que ele faz sem pensar, ou pelo menos pensa que está a fazer sem maldade mas... Não é normal uma pessoa ficar as oito horas de trabalho a falar mal de todos os colegas. E depois o pior até nem é isso. Falar mal dos colegas, esse é o problema geral do local onde trabalho. Era suposto trabalharmos em equipa mas lá, todos falam mal uns dos outros e a função principal que cada um tem, é tramar o próximo. Enfim! Em relação a esse colega insuportável, aquilo que eu já não aguento é ter que ouvir as suas historiazinhas absurdas. Qualquer situação que aconteça, ele tem sempre uma historiazinha para contar. Não nos larga um segundo, porque infelizmente ele tem sempre o que contar. E conta coisas que não lembram a ninguém. Eu estou constantemente a fugir dele, faço cara de tédio quando estou com ele e ele obriga-me a ouvir as suas histórias parvas. Não teço nenhum comentário em relação às parvoíces que diz mas parece, que apesar do meu desprezo, ele ainda não se deu conta de que eu já não tenho paciência para ele. Que prefiro ter as oito horas de trabalho sossegado, no silêncio, em vez de ter que o aturar. Qualquer dia vou mesmo ter que ser indelicado e com palavras, vou ter que lhe dar a saber, de que ele é uma pessoa insuportável. Mas... enquanto esse dia não chega, vou aguentando mais um pouco.


 


Neste momento já estou pronto para sair para o trabalho mas felizmente, hoje e amanha vou ter um descanso dele. Vou trabalhar na paz e sei que o dia vai correr bem. E não sei se tal como eu, vocês também trabalham ao fim de semana mas se a resposta for positiva, de forma a terem um bom dia de trabalho, partilho agora com vocês um momento engraçado que tem tudo a ver com o chato que falei neste artigo.


 



 


Bom trabalho, bom fim de semana e fiquem bem!!

15
Jan16

O cozinheiro vai nu


 


Para quem gosta de cozinhar e vê programas de televisão (e até na internet), para aprender a fazer novas receitas, há agora um novo Chef que está a dar que falar no maravilhoso mundo da internet. O seu nome é Adrian De Berardinis e para além dele fazer receitas deliciosas que dá vontade de comer, repetir e de lamber os lábios, ele surge nos vídeos onde nos ensina a cozinhar, de uma forma muito peculiar. Já te imaginaste a ter um Chef a cozinhar só para ti e completamente nu? Bem! Verdade seja dita! O homem está de facto nu, mas talvez para que nenhuma salsicha errada vá parar a uma frigideira, um curto avental cobre as partes mais intimas do homem mas... tirando isso, o homem tem tudo à mostra e... que corpo!! Que homem! Que pedaço de mau caminho!


 


Bem! O importante é seguir as receitas do homem, mas quem é que consegue abstrair-se do facto de ele estar nu e de ser um senhor deveras apetitoso? Eu não consigo! E como estou curioso em saber que outros pratos deliciosos ele consegue fazer, já subscrevi à sua página do YouTube para nunca perder uma nova receita.


 



 


THE BEAR-NAKED CHEF é a mais nova sensação no mundo da cozinha e do YouTube e eu sugiro uma passagem pelo seu site, pelos seus vídeos e quem sabe, toca a ir para a cozinha preparar algumas das suas receitas, completamente nu, para agradar a sua cara metade. Tenho a certeza que a refeição irá depois acabar com uma deliciosa sobremesa. Experimentem e depois digam-me como tudo terminou...

14
Jan16

Vamos falar de sexo?

Sim! Vamos falar! Até porque tenho muitas coisas para falar do sexo que tem acontecido na minha vida mas... Não será hoje. Em breve vou relatar alguns momentos que aconteceram comigo, em que o sexo teve todo o protagonismo. Mas isso fica para um outro dia.

Fica atento ao MORE e brevemente vão saber mais...

14
Jan16

Filme | Saint Laurent (Bertrand Bonello_2014)

saint laurent movie 1

 

 

 

Chato! Chato! Muitíssimo chato! Infelizmente é assim que eu consigo caracterizar este filme que só ontem tive a oportunidade de o ver. Ele desde o final do ano que tem passado pelos canais TV Cine e eu sempre tive curiosidade em assisti-lo. E pensava eu que ao ver o filme, estaria perante uma obra de arte como eram as maravilhosas criações do estilista mas infelizmente, o filme "SAINT LAURENT" deixa muito a desejar. Ao longo de mais de duas horas, o filme retrata alguns dos momentos mais emblemáticos da vida do criador, mas o modo como conta esses momentos pessoais e profissionais é feita de uma forma tão insuportavelmente chata que para falar a verdade, eu nem sei como é que consegui chegar até ao final do filme sem mudar de canal, sem desligar a tv, ou até mesmo sem adormecer a meio. Enfim! Já deu para perceber que este filme não é mesmo do meu agrado e não há dúvidas quanto a isso. Nem irá valer a pena assisti-lo uma segunda vez.

 

 

 

Realizado por Bertrand Bonello, realizador que eu desconheço por completo, este "Saint Laurent" é protagonizado pelo jovem Gaspard Ulliel, que aqui interpreta o papel do criador Yves Saint Laurent. E se o filme teve algo de bom, foi sem dúvida a maravilhosa interpretação do actor. Gaspard Ulliel entregou-se de corpo e alma à sua personagem que é quase impossível não ficar fascinado. Seja em momentos de puro silêncio, onde reinava os olhares e os gestos, ou seja em momentos de diálogos, Gaspard teve aqui um desempenho fabuloso. Pena é que depois esse seu desempenho não tenha conseguido fazer com que um mau roteiro, com voltas e reviravoltas no tempo, se tornasse num bom filme. Com certeza, haverá por aí muitas opiniões diferentes da minha, pois ao que parece este filme ganhou e foi nomeado para prémios em alguns festivais de cinema mas... aqui no MORE o que reina é a minha opinião. E nem mesmo com a presença do actor Louis Garrel, um actor francês que eu muito admiro e que já se está a tornar um perito em papéis de homossexual, serviu com que o filme se tornasse mais interessante. Muito pelo contrário! Tirando a personagem de Gaspard Ulliel, que era o protagonista, todas as outras personagens eram muito estranhas. Pareciam que estavam deslocadas na história, enfim...

 

 

 

Gravado na minha box tenho ainda o outro filme do estilista, o "Yves Saint Laurent" do realizador Jalil Lespert, mas depois de ter assistido a este "Saint Laurent", confesso que já estou com um pé atrás em relação ao outro. Será que vai valer a pena assistir? Ou será que irá ser mais do mesmo? Eu lembro-me que quando os filmes estrearam em 2014, lembro-me de ter lido algures que um é melhor do que o outro mas... qual será o melhor? Se vocês tiverem a resposta não hesitem em partilhar esse conhecimento comigo.

 

 

 

saint laurent movie 2

 

 

 

Ah! E para quem está curioso em saber se este filme apresenta algumas cenas de homosexo, sim! O filme tem alguns momentos interessantes, alguns nus frontais mas... serão esses uns bons motivos para quererem ver o filme?

14
Jan16

Rapidinhas (com os motivos da minha ausência)

Desde o último artigo publicado no blog (a 19 de Outubro de 2015) até ao dia de ontem, já se passaram muitos dias e claro, como devem calcular muitas coisas se passaram. Coisas boas, coisas más e também muitas coisas que nem tiveram a mínima importância. Não vai dar para falar agora de todas essas coisas mas pelo menos, para dar-vos um ponto de situação de como vai a minha vida, de forma muito rápida vou relatar algumas das coisas que aconteceram comigo ao longo destes 3 últimos meses em que estive ausente.


 



  • Para começar devo dizer que antes do final do ano de 2015, recebi um grande, grandioso presente. Ganhei mais uma nova sobrinha. Já tinha dois sobrinhos, por quem sou extremamente apaixonado e agora chegou mais uma pequena sobrinha que, apesar de ainda não ter tido a oportunidade de estar junto a ela, pois vive noutro país, tenho já uma grande paixão por ela e tenho também outro grande motivo para estar sempre a sorrir. Pois é! Eu sou mesmo um tio babado e basta pensar nos meus três sobrinhos que o meu coração enche logo de alegria. Tristeza?! Não! A tristeza não tem lugar no meu coração quando penso neles e... o melhor é parar já de falar deles porque se não, não vou conseguir conter-me.


 



  • Falando de outro assunto, eu continuo a trabalhar. Sim! Lembram-se de há uns meses atrás eu ter referido que fui a uma entrevista de trabalho que correu bem e que em Setembro comecei a trabalhar? Pois bem! Eu continuo nesse trabalho e apesar de ser um trabalho puxado, um trabalho que ocupa grande parte do meu tempo e deixa-me completamente esgotado, eu estou a gostar de lá estar. Há certas coisas, como colegas insuportáveis que eu não gosto, mas no geral, gosto do trabalho, sinto que sou valorizado e confesso que tenho uma certa vontade de fazer futuro nesse trabalho. Ou seja, pretendo lá ficar, aprender, subir de cargo e quem sabe, fazer carreira por lá. Por isso sim! Esse é um ponto muito positivo na minha vida. Depois de quatro anos no desemprego, sinto que estou bem num trabalho. Ele praticamente não me dá tempo para mais nada mas não se preocupem, se voltei a dar vida a este MORE, é porque sim, irei dedicar-me ao blog com mais afinco.


 



  • Nestes meses de ausência, tive muitos problemas com o computador e em parte, esse foi o principal motivo pela minha ausência. E como burro velho não aprende, muitas das coisas que tinha guardadas no computador, não estavam nos muitos discos externos que eu tenho. Conclusão: computador avariou e as coisas todas que estavam relacionadas com o blog foram simplesmente à vida. Infelizmente já não é a primeira vez que passo por situações dessas mas é como eu disse, burro velho não aprende e por muito que eu agora grave nos discos externos, um dia irei esquecer-me de gravar algo importante e só quando o computador avariar é que irei lembrar-me disso. Mas acho que agora tenho razões suficientes para achar que o meu computador não vai avariar assim tão cedo.


 



  • Em relação ao Natal e ao Ano Novo eles simplesmente passaram... como todos os outros anos. Não sei se já aqui tinha dito alguma vez mas eu não dou a mínima importância a essas datas. Antes dizia que odiava esses dias mas hoje já nem dou a mínima para o Natal ou Ano Novo. Para mim, são dias iguaizinhos aos outros e por isso, nada de mais há a dizer em relação a eles.


 


E basicamente foram assim esses três últimos meses. Sem grandes novidades, sem grandes acontecimentos (tirando é claro o nascimento da minha sobrinha) e sem muito para contar. Basicamente esta minha ausência deveu-se ao frenético ritmo de trabalho dos últimos meses, coisa que já não estava habituado ao fim de 4 anos parado. Mas agora que as coisas já estão a ficar mais calmas, já vou conseguir passar por aqui mais vezes e muito mais eu tenho para vos contar...


 


E o que era suposto ser uma rapidinha, já se tornou num texto longo. More hugs and more kisses...

14
Jan16

Preciso comprar uma bicicleta...

É verdade! Ando há dias com intenções de comprar uma bicicleta, não só para fazer exercício, como também para facilitar as idas ao trabalho. O que tem impedido de comprar é mesmo o tempo. Não me parece que vá gostar de andar à chuva. E para além do tempo, não tenho encontrado boas ofertas. Aquelas que me parecem realmente boas bicicletas, são também aquelas que são super caras e o meu bolso ainda não consegue suportar essas coisas caras mas... Acho que encontrei a bicicleta ideal para mim. Ora vejam:







Nessa bicicleta eu sentaria o meu rabo com muito gosto, seja ao frio, à chuva e ao vento. Uiiii!! Com essa bicicleta eu não só fazia exercícios como também iria com certeza ao céu e à lua de tanto prazer. E que raiva que eu tenho de uma certa Miley, que pode ter essa bicicleta guardada na sua garagem sempre que quiser. Ai!!! A inveja é uma coisa horrível mas... Enfim! Já nem sei se estou a falar da bicicleta ou do Liam Hemsworth mas o que interessa, é que comecei bem o dia ao ver estas fotos...

13
Jan16

O que dizer do Netflix?

Ora aí está uma boa pergunta para o qual eu ainda não tenho resposta. E hoje resolvi falar sobre o Netflix apenas porque adoro séries, adoro filmes e o facto de saber que o primeiro mês é gratis, faz com que eu esteja tentado em experimentar. Confesso até que já instalei a app no meu smartphone mas... ainda não estou certo se devo ou não aderir. E desconfiado como sou, acho muito estranho dizerem que o primeiro mês é gratis, quando logo no momento da inscrição me pedem os dados do cartão. Será isso normal? 


 


Bem! A minha intenção com este post é encontrar opiniões em relação ao serviço do Netflix. Por isso, se aderiram ao serviço e se têm uma opinião formada em relação a ele, não tenham receio em partilha-la comigo. Para um apaixonado de séries e filmes, quero mesmo saber se vale a pena. Sendo assim, o que dizer do Netflix? Será que tem séries boas? E filmes? Encontra-se material com temática gay? Gostava de saber tudo...

13
Jan16

Voltei!


 


É verdade! O MORE está de volta! Depois de uma longa ausência, cá estou eu para dar novamente vida a este blog. A partir de agora e todos os dias, haverá sempre mais coisas para mostrar, mais coisas para falar, mais coisas para acompanhar e mais, muito mais é o que não vai faltar por aqui!


 


O MORE regressa neste 13º dia de um novo ano e com isso, espero que vocês regressem também a este blog que é feito e pensado, com muito carinho, para todos os que já acompanhavam o blog e não só. Se passaste aqui pela primeira vez, então muito bem vindo. Este é um blog que, aproveitando a temática gay - pois está escarrapachado na minha cara o facto de eu ser gay - irá falar sobre um pouco de tudo e claro, com certeza, no meio de tantas coisas que irão ser publicadas por aqui, haverá algo que irá ser do teu agrado. Por isso, se passaste por aqui uma primeira vez, não hesites agora em passar uma segunda, uma terceira, uma quarta, enfim... Volta sempre! E se há coisa que eu gosto de fazer é mimar aqueles que estão comigo e por isso, esta nova temporada do MORE promete. Promete mesmo!!


 


O meu nome é António do Ó e é aqui, que temos encontro marcado todos os dias. More hugs and more kisses...

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