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Num só blog, está tudo aqui! O MORE tem desabafos/opiniões em relação a mim e ao que se passa à minha volta. Tem sugestões de cinema, televisão e não só. E tem mais, muito mais...

22
Ago15

24 Razões lógicas porque devemos namorar com um homem com tatuagens... (parte 2)

Tatoo02


 


E sem mais demoras, apresento-vos mais 6 razões porque devemos namorar com um homem que tenha tatuagens no corpo. E já sabem, se concordarem ou não com essas razões, deixem aqui os vossos comentários.


 


Tatuagens  (5)


 



  1. Ele é artístico.


 


Se ele se expressa através de tatuagens, definitivamente ele tem um lado artístico. Muitos homens que vivem com as mangas para cima fazem algum tipo de trabalho artístico. E ele pode ainda também tocar viola… o que, vamos admitir, faz as delícias de qualquer mulher, não importa que idade ela tenha.


 


Tatuagens  (6)


  



  1. Ele é romântico.


 


Há um certo ar de romance num homem com tatuagens. Não o romance convencional, mas algo mais sombrio. É um romance apaixonado, severo — um cheio de sensualidade que é impossível de resistir.


 


Tatuagens  (7)


 



  1. Ele fica fantástico de mangas arregaçadas.


 


Não existe nada mais sexy do que um homem com tatuagens nos dois braços com as mangas arregaçadas. É algo sobre a qualidade das roupas e a arte não convencional de bad-boy que faz as mulheres babarem-se numa questão de segundos. Acrescenta um rabo jeitoso à mistura e… puff!


 


Tatuagens  (8)


 



  1. Ele aguenta a dor.


 


Ele é masculino e destemido. Uma pequena dor nunca o irá assustar. A sua masculinidade atípica é uma qualidade extremamente sexy. Um homem que aguenta uma agulha a ser espetada na sua pele durante horas é um homem que vale a pena namorar.


 


Tatuagens  (9)


 



  1. Ele encontra significado em pequenas coisas.


 


Ele é uma alma madura. Mesmo nas situações mais simples, ele pode extrair alguma coisa boa, um significado. Ele pode não ser totalmente descontraído, mas a sua paixão com a vida é uma coisa requintada.


 


Tatuagens  (10)


  



  1. Ele não tem medo de ser imperfeito.


 


A imperfeição não é uma falha para ele. Ele acha a imperfeição ainda mais apaixonante do que muitas coisas consideradas “impecáveis” pela sociedade. Ele consegue ver beleza em coisas com bordas irregulares, com rachaduras ou com partes em falta. “Perfeição” é algo chato e simplista demais para ele.


 


(fonte: Coffee Break)


continua...

22
Ago15

Cinema | Babysitting (Nicolas Benamou, Philippe Lacheau_2014)

Babysitting 00


 


Há precisamente uma semana atrás, no sábado passado, fui ao cinema. E no domingo também acabei por ir. Há já algum tempo que não ia assim ao cinema dois dias seguidos mas como no fim de semana passado andava meio tristinho, achei que umas idas ao cinema iriam deixar-me mais animado. Na verdade, durante o tempo dos filmes eu até que fiquei mais animadinho mas depois, quando os filmes chegaram ao fim, a tristeza voltou a incomodar-me. Mas não! Não estou aqui agora para falar das minhas tristezas mas sim para falar dos filmes que vi e para começar, falo-vos de uma comédia francesa que já estreou por cá há algum tempo e que, sem exageros, é para rir do principio ao fim e até para chorar... de tanto rir!!


 


"BABYSITTING" é realizado pela dupla Nicolas Benamou e Philippe Lacheau, e este último, é também um dos protagonistas deste filme que coitado! Graças aos seus amiguinhos e a um puto terrível, irá passar por muitas loucuras fora de horas, no dia do seu próprio aniversário. Philippe Lacheau, que no filme interpreta o personagem Franck, irá passar por várias situações bastante hilariantes, juntamente com os seus dois melhores amigos e ainda com a mulher por quem ele é perdidamente apaixonado, mas ao lado dela, é um verdadeiro desastre. Aliás! Muitos dos momentos cómicos do filme é graças à falta de jeito que ele tem com as mulheres, mais propriamente com a personagem Sonia, que irá sofrer muito nas suas mãos. Mas para além deles, o filme tem ainda um outro casal muito cómico. Os Schaudel que de uma noite para a outra, vêm toda a sua casa destruída e o filho desaparecido. E para tentar saber o que aconteceu tanto com a casa, como com o filho, eles têm acesso a uma câmara de vídeo que registou todos os momentos dessa loucura fora de horas e que... é inacreditável a quantidade de momentos estranhos que eles irão presenciar.


 


O filme é mesmo para rir desalmadamente e sem parar e pelo que eu já ouvi dizer, graças ao sucesso que o filme tem tido em França e em vários países onde tem passado, em breve haverá uma continuação e se isso for verdade, eu vou querer vê-lo.


 


Babysitting (poster)


 


Se gostas de comédias francesas e hoje só te apetece mesmo é rir, então eu sugiro que tentes achar esse filme por aí, pois eu tenho a certeza que não irão arrepender-se. O filme já estreou há algumas semanas atrás e quando o fui ver, ele só estava em exibição no Cinema City do Alegro. Muito provavelmente esta semana já terá saído mas... desenrascam-se!

22
Ago15

Por onde andam o Pepino e a Banana?

Pepino e Banana 00


 


Há uns meses atrás, graças ao glorioso mundo da internet, tive a oportunidade de acompanhar uma série que infelizmente ainda não chegou a Portugal e para ser sincero, acho que nunca chegará. O que é pena! A série tem muito potencial e tenho a certeza que seria do agrado de muitas pessoas, sejam elas homossexuais, bissexuais, lésbicas, transexuais e até mesmo heterossexuais. Mas eu estou para aqui a falar ‘da série’ mas para falar a verdade, eu deveria era estar a falar ‘das séries’. Porque sim! Há uns meses atrás tive a oportunidade de ver não uma, mas sim duas séries que se complementam uma com a outra e que confesso, nunca vi nada semelhante na televisão.


 


O nome RUSSELL T DAVIES, diz-vos alguma coisa? Talvez assim ao inicio podem achar que não vós diz nada mas, e se eu disser que o Russell T Davies é o criador da maravilhosa série “Queer as Folk”, será que esse nome já vós diz alguma coisa? Talvez a moçada mais jovem desconheça a série “Queer as Folk” – o que eu duvido! – mas o pessoal da minha geração, tenho a certeza que a conhece muito bem! Pois bem! O britânico Russell T Davies é também o criador de duas séries que estrearam no inicio deste ano, num canal britânico e que em três dias, eu acompanhei-as com a máxima atenção e digo-vos, as séries são mesmo espectaculares! Eu adorei e por isso, tinha que falar sobre elas aqui no MORE, pois na minha opinião, um blog serve para isso mesmo, para partilhar.


 


Pepino e Banana 05


 


Apesar de serem duas – e que cabeça a minha, ainda não vós disse o nome das séries e isto porque se as disser, vou ficar com fome – elas praticamente funcionam como uma só. E essa ideia para mim foi genial! Àquilo que vemos num episódio de uma série, de um modo geral e numa outra perspectiva, podemos acompanha-la depois num episódio da outra série. Confusos?! Não! Não estejam porque a ideia é muito simples. O criador daquela que é talvez a maior e mais conhecida série de temática LGBT, um dia deve ter-se sentado em frente ao seu computador e começou a escrever um projecto, ao qual decidiu dar-lhe um nome bastante sugestivo: “CUCUMBER(que em português quer dizer ‘pepino’). Ele deve ter gostado tanto dessa ideia mas no final, deve ter ficado com aquela sensação de que faltou acrescentar algo mais nesse projecto. Mas se fosse acrescentar, poderia correr o risco de colocar demasiada informação e com isso, fazer com que tudo ficasse uma verdadeira salada russa. Por isso, em vez de acrescentar algo mais ao ‘pepino’ já criado, ele resolveu com base nesse ‘pepino’, criar um outro projecto, ao qual também decidiu dar um nome bastante sugestivo de: “BANANA”. E assim, de uma só vez, nasceram duas séries, o “Cucumber” e o “Banana” que complementam-se uma com a outra. E uma só, é maravilhosa! Mas as duas juntas é... uma coisa do outro mundo! E para falar a verdade, da cabeça desse génio, para além dessas duas séries, ele criou uma terceira, o “Tofu”, que infelizmente ainda não tive a oportunidade de ver, e que ao contrário das outras duas séries, este “Tofu” é também uma série mas mais ao estilo documental. Ou melhor! É uma série com depoimentos dos actores/personagens, em relação aos temas abordados nas duas séries anteriores. Enfim! Digam lá se essa foi ou não uma esplêndida ideia que o Russell T Davies teve? E será que só com essa minha descrição, vocês já terão curiosidade em relação a elas? Mas eu vou-vos falar um pouco mais...


 


Tentando distinguir uma série da outra, aquilo que eu posso dizer é que enquanto que o “Banana” retrata um mundo e temas mais direccionados para os jovens que estão agora à flor da pele, o “Cucumber” é uma série mais madura. Madura no sentido de estar mais relacionada com os dilemas dos homens já feitos, dos homens já com uma certa idade. Mas independentemente da tua idade, ambas as séries são direccionadas para qualquer pessoa.


 


Cucumber - Series 1 - Set up


 


Em “Cucumber” acompanhamos o dia a dia e os vários dilemas do Henry (Vincent Franklin), um homem já com uma certa idade, com (aparentemente) um bom trabalho, um relacionamento sério e já muito duradoiro e que... por incrível que pareça ele é virgem. Será que dá para acreditar nisso? O melhor é verem e saberem qual é mesmo o seu grau de virgindade. Mas enfim! Apesar de ter amigos da sua idade, Henry vai começar a relacionar-se (não sexualmente, mas isso queria ele!), com jovens que só tem um pensamento na cabeça: o sexo. De um momento para o outro, a sua vida dá uma virada de 360º e ele vai acabar por partilhar um estúdio com Dean (Fisayo Akinade) e com o Freddie (Freddie Fox) que... Meu Deus! Preciso fazer aqui uma pausa para dizer o quanto este jovem é lindo de morrer! Esse loiro, com um corpo dos deuses, tira qualquer um do sério. Eu fiquei embasbacado a olhar para ele, sempre que aparecia em cena. Eu fiquei a sonhar com ele várias noites e dias, na altura em que vi a série. Eu até hoje não acredito como é que um jovem pode ser tão bom como aquele Freddie Fox? Enfim! Basta falar nele, pensar nele, no seu corpo deslumbrante, nos seus lábios, nos seus olhos... Ui! Já estou com calores mas... voltando ao “Cucumber”, quando Henry muda-se para o estúdio, rapidamente ele apaixona-se pelo jovem Freddie (pois qualquer um apaixonaria) e o seu principal objectivo na vida, passa a ser: “não irei morrer enquanto não tiver sexo com o Freddie”. E será que ele irá alcançar o seu objectivo? Claro que nessa série dividia em 8 episódios, muita coisa irá acontecer entre essas três personagens, que apesar de serem muitíssimo diferentes uns dos outros, vão conseguir criar bons laços de amizade e ver o crescer dessa amizade, é realmente muito bonito. Mas “Cucumber” não fala só de amizade. Fala também do amor, da morte, do ódio, da raiva e claro, fala também muito de sexo ou não quisessem todos eles passarem o tempo todo a quererem agarrar no ‘pepino’ dos outros. Há muita comédia, há muito drama e confesso-vos, houve muitos momentos no filme que chorei que nem um bebezinho abandonado.


 


Banana Generic


 


Mas então, onde é que entra a “Banana” quando já existe um ‘pepino’? Enfim! Para quê contentar-se com apenas um ‘pepino’, quando se pode também ter uma ‘banana’? E para que a série “Banana” funcione realmente na plenitude, o melhor mesmo é primeiro verem o episódio dos mais maduros e só depois verem a série dos mais jovens. E olha que se fizerem isso, essa combinação vai ser perfeita! E garanto-vos que o “Banana” é tão perfeita quanto a outra série. Tem episódios mais curtos e não são seguidos ao contrário do “Cucumber”. Aqui, em cada episódio temos uma história diferente, com personagens diferentes, mas basicamente, todos os personagens que entram numa série entram na outra e vice-versa. Só que aqui, de uma forma muito descontraída, aborda-se temas como um jovem que só pensa em sexo e para acalmar um pouco a sua vontade, coloca uma cueca de castidade. Há também um episódio de uma jovem lésbica que ganha uma estranha obsessão por uma senhora que poderia ser a sua mão. De um jovem que vive no mundo da lua e depois de passar uma noite com o Freddie, já acha que ele será o seu namorado para sempre. Há ainda a história de uma transexual que tenciona relacionar-se com outras pessoas mas o seu ex-namorado não deixa, enfim! Ao todo encontramos oito histórias diferentes, umas mais engraçadas que outras mas todas genialmente bem escritas, bem realizadas e bem interpretadas pelo maravilhoso elenco.


 


CUCUMBER


 


E depois de todo este texto, escusado será dizer que eu sou fã destas duas séries e em breve , vou querer voltar a revê-las, juntando é claro, o ingrediente que falta (o “Tofu”). Mas para ser sincero, gostava de ver essa série num dos nossos canais de televisão mas... Será que estarei a sonhar demasiado alto? Apesar de eu nunca ter visto o “Queer as Folk” na televisão, já houve quem me dissesse que há uns anos atrás ela passou na RTP2 mas será que este canal teria coragem de passar essas duas séries que são bem melhores do que algumas que têm passado por lá? E será que a SIC Radical teria espaço para essas séries? E a FOX Life? Ou qualquer outro canal, será que um dia vão olhar para essas séries, com olhos de ver e decidirem transmiti-las? Então é assim! Se tu que estás a ler este artigo, trabalhas por acaso para algum canal de televisão, ou és director de programas de algum deles, aqui fica uma boa sugestão. E enquanto esta salada de ‘pepino’ e ‘banana’ não chegam aos nossos canais portugueses, aquilo que eu te posso dizer é: desenrasca-te! Mas a sério, não deixem de vê-la porque elas são realmente 5 estrelas! Ou melhor! Dez estrelas! Ou se calhar muito mais...


 


Pepino e Banana 04


 


E... depois de tantos pepinos e de tantas bananas, acho que fiquei agora cheio de fome. Será que se encontram algumas por aí??

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